Pensamentos sobre a clínica – por Taís Viana

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É um momento importante no trabalho de um psicanalista quando este percebe que todos os casos lidos, os exemplos dos livros e as teorias psicanalíticas ficam em uma espécie de pausa no momento da análise.

Quando um paciente fala de seu sofrimento, de seus medos, de suas angustias e, contratransferencialmente, o analista sente essa angústia, nenhuma teoria pronta, que poderia ser ‘vomitada’ no paciente, poderá ajudar.

Inúmeras leituras são feitas quando um profissional se identifica com a Psicanálise e entra nessa jornada que é se tornar um psicanalista. Lê-se muitos autores, muitos casos, teorias, teoria da técnica, um mundo de informações é aberto e existe, inicialmente, uma preocupação para achar o caminho adequado, como se dentro da Psicanálise houvesse um caminho certo a ser percorrido. Com a experiência, aprendi que não há caminho a ser escolhido: em um dado momento o profissional, instintivamente, se movimenta de certa forma, seguindo uma trilha que tem a ver com a sua história, sua personalidade, sua clínica, seus pacientes.

Uma espécie de identificação com algumas teorias ocorre de maneira natural dentro de cada analista e, de repente, algo faz mais sentido, como se o caminho fizesse a escolha, e não o contrário.

A escolha de determinados textos, de teorias, técnicas, maiores ou menores afinidades com certos analistas dentro de uma Instituição (que também já foi “escolhida”), todos esses fatores são frutos de transferências inevitáveis. O psicanalista percorre trilhas transferenciais e assim seu caminho o constrói.

Sinto que quanto mais me aproprio dessa trilha, do meu jeito particular de trabalhar, mais tenho a confirmação de que apenas respeitando quem sou é que posso, junto ao meu paciente, acertar um caminho.

Entendo que a neutralidade técnica é imprescindível, mas não posso desconsiderar que há uma pessoa com sua história, seu jeito, sua idade, seu sotaque e toda a subjetividade que não pode (nem deve) ser apagada. A pessoa do analista necessita ser levada em consideração, respeitada.

Essas ideias me fazem pensar sobre possíveis correlações existentes entre os conceitos: transferência, contratransferência, vínculo analítico e pessoa do analista.

No artigo de 1912, A dinâmica da transferência, Freud afirma que cada sujeito, através da disposição inata e de suas experiências, organiza uma forma específica de portar-se eroticamente. No transcorrer de sua vida ele encontra objetos que lhe permitem atuar suas pulsões através da satisfação dos desejos. A questão é que nem todas as pulsões passaram pela totalidade das etapas de desenvolvimento existente. A parcela que conseguiu passar por todas as fases de desenvolvimento é consciente. A parte que ficou fixada em algum ponto do desenvolvimento psicossexual é inconsciente e/ou se manifesta apenas através de fantasias.

Assim, um indivíduo que é insatisfeito na esfera amorosa dirige seus desejos a cada pessoa que conhece. Esta aproximação é envolta de idealizações em relação ao objeto, no sentido de que esta seja efetivamente aquela que irá satisfazer plenamente suas necessidades. A aproximação ao analista gera a mesma fantasia: o paciente utiliza os modelos de objeto que tem disponível a fim de estabelecer uma relação com ele. Ou seja, o paciente transfere para a figura do analista suas formas primitivas de relação de objeto.

A ocorrência da transferência positiva é importante para a participação do paciente no processo analítico. Logo, Melanie Klein, ciente disso, fez acréscimos muito importantes ao conceito, favorecendo que ele se tornasse, mais ainda, um grande e importante aliado.
Em seu texto ‘As origens da transferência’, de 1952, Melanie Klein explica sua visão da transferência:

Sustento que a transferência origina-se dos mesmos processos que, nos estágios mais iniciais, determinam as relações de objetos. Dessa forma, na análise temos de voltar repetidamente às flutuações entre objetos amados e odiados, externos e internos, que dominam o início da infância. Só podemos apreciar plenamente a interconexão entre as transferências positiva e negativa se explorarmos o interjogo inicial entre o amor e o ódio, e o círculo vicioso entre agressão, ansiedades, sentimentos de culpa e uma maior agressão, bem como os vários aspectos dos objetos para os quais são dirigidas essas emoções e ansiedade conflitantes. Por outro lado, através da exploração desses processos arcaicos, convenci-me de que a análise da transferência negativa, que havia recebido relativamente pouca atenção na técnica psicanalítica, constitui uma precondição para analisar as camadas mais profundas da mente. A análise tanto da transferência negativa quanto da positiva, bem como sua interconexão, constitui, como venho defendendo há muitos anos, um principio indispensável para o tratamento de todos os tipos de pacientes, crianças e adultos igualmente. (1991, p. 76)

Sendo assim, foi visto que conforme as angústias, persecutória e depressiva, e a culpa diminuíssem durante a análise, o paciente tinha menos necessidade de repetir as experiências fundamentais. Desta forma, antigos padrões e modos de sentir seriam mantidos com menor tenacidade. Essas mudanças só se mostram possíveis de houver análise consistente da transferência, pois “estão ligadas a uma revisão de alcance profundo das primeiras relações de objeto e refletem-se na vida presente do paciente, bem como na modificação das atitudes em relação ao analista”. (Klein, 1991, p. 79)
Seguindo a mesma linha de pensamento, Betty Joseph (1985) fala da transferência como uma ‘situação total’. Autora faz menção ao modo como os pacientes comunicam seus problemas e como isto está “frequentemente além de suas associações especificas e além de suas palavras, e isso muitas vezes só pode ser aferido por meio da contratransferência” considerando então que são situações totais que são transferidas do passado (1992, p. 172).

Essas ideias nos remetem à seguinte premissa: desde o primeiro contato com o paciente, uma relação é estabelecida. O encontro faz com que o analista ganhe um corpo, um rosto, um tom de voz. Cada paciente terá suas próprias questões em relação a tudo: ao fato do analista ser homem ou mulher, gordo, magro, atender em uma sala grande ou pequena, aos objetos de decoração da sala de espera ou da sala de análise. E as atitudes do analista frequentemente têm algum tipo de ressonância em seus pacientes e isso pode ser algo positivo para o processo, segundo Etchegoyen:

A atitude do analista que reflete e interpreta é fundamental, porque dá ao paciente um modelo a partir do qual sobrevém a identificação e fica sancionada a dissociação terapêutica do ego. O protótipo da dissociação terapêutica do ego é o processo de formação do superego, mas com a diferença de que ocorre em um ego maduro e de que sua demanda não é moral, já que se encaminha a adotar uma atitude de observação contemplativa e serena. Para Sterba, a parte do ego que se orienta para a realidade e se identifica com o analista é o filtro através do qual deve se passar todo o material transferencial que o ego, graças à sua função sintética, irá gradualmente assimilando.
(ETCHEGOYEN, 2004, p. 142)
O vínculo analítico é o meio através do qual ocorrem as psicanálises, e esse meio surge das características pessoais do paciente e do analista, revivências e atualizações que ocorrem mediante a interação daquela dupla em particular. Ou seja, trata-se de um fenômeno extremamente complexo nos quais muitos fatores agem recíproca e concomitantemente.

Apesar de Freud nunca ter feito menção especifica ao termo aliança de trabalho, em seu artigo de 1913 ele afirmou que o primeiro objetivo da terapia é possibilitar o estabelecimento de uma ligação entre o paciente ao analista. Essa recomendação vai ao encontro da definição que preconiza que o vínculo analítico compreende uma relação de trabalho entre paciente e analista e que visa, fundamentalmente, lutar contra as resistências ao processo analítico.

Para Elizabete Zetzel (1956) o vínculo analítico é muito importante para o êxito do processo psicanalítico. A autora ressalta que a maturidade do ego do paciente é o que possibilita o estabelecimento de uma relação que tenha por objetivo o trabalho analítico. Tais características antecedem o contato inicial entre a dupla e é critério de analisabilidade.
As experiências em minha sala de análise me enriquecem e me fazem, de alguma maneira, evoluir, amadurecer e aprender um pouco mais a respeito da técnica e de meu ofício de psicanalista. Preferiria aprender mais com os acertos do que com os erros. Mas, em psicanálise, às vezes, um passo para trás pode significar um importante avanço adiante.
Alguns fatores inerentes ao processo auxiliam o estabelecimento e manutenção da aliança entre analista e analisando. Durante o tratamento, assim como já citado acima, o ego do paciente tende a realizar uma divisão e uma das partes passa a colaborar com o analista, enquanto a outra passa a funcionar de maneira oposta ao tratamento. O principal disparador dessa divisão é a identificação que o paciente realiza com o analista, que frente ao sofrimento daquele apresenta uma postura de escuta atenta e implicada e de pensamento e interpretação frente aquilo que experiencia na sala de análise. A partir da introjeção dessa função analítica, o paciente, aos poucos, desenvolve a capacidade de exercer essa função analítica em relação aos seus próprios conflitos.
Penso que o vínculo analítico não exclui, mas soma-se à transferência e à contratransferência durante o processo analítico. Desse modo, reconheço que a transferência é parte do daquilo que ocorre no processo. Há algo a mais. O empenho e a competência do analista, além de seu acolhimento, flexibilidade, originalidade e capacidade de manutenção do setting analítico servirão para que o paciente possa estabelecer uma nova relação de objeto com segurança e autenticidade.
A identificação com o analista possui como modelo o processo de formação do superego. Porém, desta vez, o processo ocorre pelo contato quando o analisando possui um ego mais maduro e na relação com o analista, que apresenta uma postura de escuta e reflexão que não possui características morais, o que favorece o desenvolvimento dessa capacidade no paciente através da função sintética que seu ego possui. Ou seja, aos poucos a parte voltada para a realidade do ego do paciente vai se constituindo através da síntese e introjeção das características do analista.
Desta forma, com a interpretação do conflito surgido na transferência, o analista possibilita a separação e posterior evidenciação dos aspectos que estão ligados à realidade e aqueles que possuem investimento de pulsões parciais ou que visam à defesa. Esse procedimento, quando repetido ao longo do tempo, possibilita uma “dissociação saudável” no ego do paciente de modo que surja uma função de continência e análise em relação aos aspectos mais impulsivos e primitivos.

Tinha a ideia de que quanto mais “fiel” eu fosse às teorias da Psicanálise, melhor analista eu seria. Descobri que as coisas não funcionavam exatamente dessa forma. Aos poucos percebi que em meu consultório, em alguns momentos, eu enrijecia; sentia-me presa a alguns moldes teóricos, ou mesmo ao ouvir outra opinião (de um analista mais experiente em um seminário clínico, teórico, supervisão ou grupo de estudos) a respeito de um caso percebia que apesar de teoricamente a recomendação estar correta, eu não poderia concordar com ela. Isso ocorria, ou porque a achei rude demais, ou porque achei tão teórica que pareceria mais uma explicação didática do que uma interpretação que pudesse ser aproveitada pelo paciente.

Ao me perguntar o porquê – embora concordasse com a teoria – não faria daquela forma, comecei a descobrir que, tecnicamente, eu fazia algumas modificações que tinham a ver comigo e com aquele paciente em particular. Por mais que eu tentasse explicar a outro analista, ele não sentiria as especificidades de meu vínculo com aquele ou aquela paciente em particular.

O tripé psicanalítico (análise pessoal, supervisão e estudo teórico) é a base forte para todo analista. Frente a essa premissa, passei a me interessar pela ideia de que estando segura neste tripé eu poderia me permitir ser maleável, colocando-me um pouco mais ou um pouco menos em cada relação, ficando mais calada ou sendo mais falante, usando meu tipo de humor ao falar e interpretar.

Sempre que o analista escreve ou fala a respeito de um caso clínico, esse relato evidencia o modo através do qual ele o vivenciou. A narrativa do caso é única forma de compartilhar aquilo que foi vivenciado de forma íntima durante o encontro analítico. Deste modo, sempre que essa narrativa ocorrer, necessariamente o modo pessoal deste analista em especial de trabalhar também será evidenciado.
Acontece que o trabalho da Psicanálise é exercido por alguém, que é analista. Ou seja, por um analista que possui suas particularidades e idiossincrasias. Assim, como disse Vincenzo Bonaminio (ANO; p. 4) em uma comunicação na Sociedade Brasileira de Psicanálise de Ribeirão Preto “(…) a narração e a escrita falam de nós, nos revelam ao outro e, através do outro, nos revelam a nós mesmos”.

Seguindo as ideias de Bonamínio, na hora em que o psicanalista decide interpretar, as associações-livres, que ocorrem na privacidade do paciente, são interrompidas pelo singular modo do analista de ver a situação. Essa observação me impulsiona a reconhecer que é justamente a interpretação que possibilita uma separação entre paciente e analista, é a interpretação que possibilita a alteridade no encontro. E no momento no qual o analista fala, cria um espaço entre os dois, separando-se, assim, daquele que é objeto da análise. Além disso, Bonamínio afirma que:

(…) apesar de sua intenção e de sua disciplina em não invadir o campo próprio do paciente, o analista no momento em que decide fazer uma interpretação ou permanecer em silêncio, deixa inevitavelmente que algo de si mesmo, algo de pessoal, algo de sua individualidade transponha os limites, reduza aquela distância e aquela separação que tinha, justamente, criado para comunicar, e inevitavelmente revela ao paciente algo de si mesmo. (pag. 5)

Com essas afirmações, entendo que o autor pretende fazer referência à comunicação que ocorre de inconsciente para inconsciente a qual Freud fez menção e que está nos fundamentos do tratamento analítico. Caso sustentemos essa visão fica claro que a pessoa do analista está inserida nesta concepção.

Sendo a Psicanálise uma relação que se estabelece entre duas pessoas, nada mais oportuno que pensar neste momento a respeito da pessoa do analista. Acredito que não temos muitos problemas para aceitar que o termo pessoa do analista diz respeito à interferência que os fatores pessoais do analista exercem no processo psicanalítico e seus efeitos terapêuticos ou patógenos.

Suponho que relação entre analista e paciente não se baseia, essencialmente, nas modulações do fenômeno transferencial-contratransferencial, pois reconheço que as características reais do analista, como traços físicos, aspectos emocionais, princípios morais, e hábitos cotidianos também exercem influência no processo da análise. Aqueles que consideram essa possibilidade entendem que algumas características reais do analista são determinantes tanto para o êxito, quanto para o fracasso de uma Psicanálise.

Os principais pressupostos nos quais se baseiam os analistas que reconhecem a influência que a pessoa do analista exerce no processo de análise são: em primeiro lugar, o reconhecimento de que um mesmo paciente pode ter um crescimento mental muito bom com um analista e praticamente nulo com outro analista tão competente quanto o primeiro, mesmo sendo ambos orientados teoricamente pelos mesmos autores; além disso, um mesmo paciente pode ter níveis diferentes de evolução com o mesmo analista, de acordo com os aspectos que estejam sendo tratados naquele momento do processo.

Zimerman (2004), afirma que as características pessoais do analista são importantes, pois elas podem determinar o bom andamento da análise. Indo além dessa observação, o autor afirma que sua experiência como supervisor o levou a entender que aquilo que Freud chamou de reação terapêutica negativa na maioria das situações se trata de reação terapêutica negativa.

O efeito terapêutico que a Psicanálise oferece não é possibilitado única e exclusivamente pelas interpretações do analista, mas também a pessoa do analista realiza uma influência determinante para o crescimento mental do paciente. Além do analista possibilitar a vivência de experiências que não foram ofertadas pelos primeiros cuidadores, ele também funciona como um novo modelo de identificação, sem que ele, o analista, necessite adotar uma postura ativa para que isso ocorra.

Seguindo o modelo de identificação das crianças com os seus pais, as crianças se identificam principalmente com aquilo que veem seus pais fazendo e muito menos com aquilo que eles dizem para fazer. De modo semelhante, o paciente aos poucos se identifica introjetivamente com a forma peculiar do seu analista pensar, falar, discernir, e agir frente às regras existentes no setting analítico. Nessa última, inclui-se o quanto o analista é verdadeiro ou não, logo, confiável ou não. Por fim, vale resaltar que a capacidade continente e a função alfa do analista possibilita que o analisando os utilize como modelo, constituindo, assim, sua função analítica.

Zimerman (2004) a respeito desse assunto afirma que:
(…) toda análise bem sucedida deve necessariamente transitar por processos de algumas desidentificações, seguidas de re-(ou neo)-identificações. (…) as desidentificações abrem um significativo espaço no psiquismo do paciente, o qual, então, está a espera de novos modelos de identificações substitutas que sejam harmônicas com aquilo que ele, de fato, é ou com o que ele quer vir a ser – ou seja, ele necessita de reidentificações -, sendo justamente ai que a figura real do terapeuta adquire uma importância capital. (pag. 93)

Seguindo ainda as ideias de Zimerman (op. cit), os aspectos pessoas do analista são mais importantes, quanto menos estruturado está o self do paciente. Por outro lado, o autor afirma que quanto mais o self do paciente estiver desenvolvido, mais relevância possuem as interpretações.

Isso me ajuda a pensar nos aspectos envolvidos em diversos casos exitosos publicados, nos quais as interpretações do analista em questão, quando lidas, geram em nós sensação de estranhamento e um questionamento quanto ao modo como foi possível obter efeitos terapêuticos com aquelas interpretações.

Zimerman (2004) afirma que todos esses analistas trabalhavam com amor, interesse, acreditavam naquilo que estavam fazendo e continham, sem medo, os conteúdos psicóticos que eram neles projetados. Ou seja, a pessoa real que eles eram compreendia fator de grande importância no êxito das análises que conduziam.

Entendo que a Psicanálise não ocorre exclusivamente através da interpretação. Hoje em dia existe um leque de operações interpretativas e não interpretativas para gerar ação terapêutica. Nesta linha de pensamento, acredito que vale a pena destacar quais aspectos da relação analítica oferecem ação terapêutica. Inicialmente, Gabbard (2005) ressalta que um dos fatores que possibilitam o tratamento dos pacientes é a experiência emocional vivenciada junto ao analista que corrige falhas surgidas de antigas relações objetais patológicas. Dessa forma, e a partir da experiência desta nova relação, medos, desejos, motivações e defesas, que possuem cadeias associativas construídas a partir das relações de objeto, podem ser resignificados e transformados em algo mais maduro e adaptado.
Não estou afirmando que pelo simples fato do analista ser diferente do paciente ele possibilita modificações em seu mundo interno. Muito pelo contrário! De acordo com Gabbard (2005) algumas características do analista precisam ser semelhantes às do analisando para que ocorra ativação cadeias associativas a serem trabalhadas.

Por todo o exposto, considero que não existe uma única trilha a percorrer em nosso trabalho como analistas, apesar de achar que seria mais simples trabalhar se esse caminho único existisse. Reconheço, então, que algumas técnicas funcionarão para alguns pacientes, enquanto outras funcionarão para outros. E, além disso, alguns analistas funcionarão para alguns pacientes, enquanto outros analistas funcionarão para outros, e penso que a pessoa real do analista está muito envolvida nisso.

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