{"id":1710,"date":"2022-06-01T15:37:14","date_gmt":"2022-06-01T18:37:14","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=1710"},"modified":"2022-06-01T15:37:14","modified_gmt":"2022-06-01T18:37:14","slug":"que-interrogantes-as-chamadas-psicopatologias-contemporaneas-trazem-ao-campo-da-psicanalise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2022\/06\/01\/que-interrogantes-as-chamadas-psicopatologias-contemporaneas-trazem-ao-campo-da-psicanalise\/","title":{"rendered":"Que interrogantes as chamadas <em>psicopatologias contempor\u00e2neas<\/em> trazem ao campo da psican\u00e1lise?"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Que interrogantes as chamadas psicopatologias contempor\u00e2neas trazem ao campo da psican\u00e1lise?<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a><\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\">por <strong>Equipe do curso Psicopatologia psicanal\u00edtica e cl\u00ednica contempor\u00e2nea<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a><\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Hoje fazem parte do grupo de professores do curso: Adriana Morettin, Ana Lucia Panach\u00e3o, Ana Maria Leal, Helena Albuquerque, Mario Fuks (coordenador), Mania Deweik, Marli Ciriaco Vianna, Nayra Cesaro Penha Ganhito, Renata de Azevedo Caiaffa, eu (Ma\u0301rcia de Mello Franco) e Aline Camargo Gurfinkel, que acaba de se juntar ao grupo. Falo em nome do grupo atrav\u00e9s deste texto que elaboramos conjuntamente.<\/p>\n<p>Nosso curso foi criado no final da d\u00e9cada de 90 a partir do entrecruzamento de diversas linhas de quest\u00f5es.<\/p>\n<p>Na \u00e9poca oferec\u00edamos no Sedes o curso <em>Psicoses: concep\u00e7<\/em><em>\u00f5<\/em><em>es te\u00f3ricas e estrat\u00e9gias institucionais<\/em>. Neste curso, pudemos acompanhar junto com nossos alunos o desmonte de equipes de trabalho e redes que proporcionavam o processamento da cl\u00ednica com as psicoses e outras formas de grave sofrimento ps\u00edquico. As pr\u00e1ticas em Sa\u00fade Mental implementadas em S\u00e3o Paulo no in\u00edcio da d\u00e9cada de 90, na gest\u00e3o Erundina, que se viam amea\u00e7adas naquele momento, eram marcadas pela valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho coletivo e de modos coletivos de processar a cl\u00ednica.<\/p>\n<p>N\u00f3s nos pergunt\u00e1vamos ent\u00e3o sobre as consequ\u00eancias nos tratamentos das mudan\u00e7as nas pol\u00edticas p\u00fablicas, o que nos levou a refletir sobre os efeitos dessubjetivantes da redu\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os grupais.<br \/>\nPor outro lado, observ\u00e1vamos a insist\u00eancia com que compareciam na cl\u00ednica e ganhavam destaque na m\u00eddia uma sintomatologia agrupada e nomeada pela psiquiatria como <em>S\u00edndrome do P\u00e2<\/em><em>n<\/em><em>ico, Depress\u00f5es, Transtornos alimentares, Dist\u00farbios do Sono e Toxicomanias<\/em>. Tais figuras cl\u00ednicas eram apresentadas como \u201cnovidades\u201d diagn\u00f3sticas e psicopatol\u00f3gicas. Para n\u00f3s as chamadas \u201cpsicopatologias contempor\u00e2neas\u201d suscitavam quest\u00f5es sobre em que medida estes quadros expressavam novos modos de produ\u00e7\u00e3o de subjetividade ou consistiam em novas roupagens para problem\u00e1ticas j\u00e1\u0301 estudadas na psican\u00e1lise. Busc\u00e1vamos formas de articular os modos como se apresentava o sofrimento ps\u00edquico e as r\u00e1pidas transforma\u00e7\u00f5es que ent\u00e3o atravessavam a vida social, o que significava incluir em nossa reflex\u00e3o o impacto do desenvolvimento tecnol\u00f3gico, do capitalismo avan\u00e7ado e os novos la\u00e7os sociais presentes na sociedade de consumo e do espet\u00e1culo.<\/p>\n<p>Entend\u00edamos ainda que o destaque que adquiriam estas patologias relacionava-se com o avan\u00e7o de pr\u00e1ticas psiqui\u00e1tricas medicalizantes amparadas na l\u00f3gica do DSM. Nesta corrente, hoje hegem\u00f4nica na psiquiatria, as quest\u00f5es do sujeito ficam eclipsadas e o sofrimento ps\u00edquico e\u0301 de certa forma naturalizado ao ser considerado como de origem org\u00e2nica.<\/p>\n<p>N\u00e3o pod\u00edamos deixar de escutar que o que acontecia no modo de pensar as psicopatologias e no funcionamento da vida cotidiana apontava para mudan\u00e7as no la\u00e7o social com efeitos dessubjetivantes.<\/p>\n<p>Esses interrogantes eram fundamentais para nos posicionarmos na contram\u00e3o do objetivismo pragmaticista, que esvaziava e ainda esvazia cada vez mais o pensamento psicopatol\u00f3gico t\u00e3o caro a\u0300 psican\u00e1lise. Trabalhando de forma complexa os campos a que se referem essas patologias, concebemos um curso que implicasse na formula\u00e7\u00e3o de hip\u00f3teses a respeito do funcionamento ps\u00edquico subjacente \u00e0s manifesta\u00e7\u00f5es estudadas, recolocando a import\u00e2ncia do pensamento psicopatol\u00f3gico psicanal\u00edtico e sua metapsicologia. Este modo de trabalhar nos exigiu, e exige, debru\u00e7armo-nos sobre as manifesta\u00e7\u00f5es fruto dos processos dessubjetivantes desta \u00e9poca. Isto requer um trabalho de re-leitura dos conceitos j\u00e1\u0301 existentes e a cria\u00e7\u00e3o de novas articula\u00e7\u00f5es te\u00f3ricas a que estes novos tempos nos remetem. A leitura atenta de psicanalistas contempor\u00e2neos esta\u0301 por isso no dia a dia de nossas ocupa\u00e7\u00f5es. As patologias do ato, por exemplo, assim como as que se referem ao \u201cprot\u00f3tipo sadio\u201d da \u00e9poca, nos desafiam em nossa cl\u00ednica cotidiana e no trabalho que escutamos de nossos alunos nos servi\u00e7os p\u00fablicos, privados institucionais ou pr\u00e1ticas de consult\u00f3rio.<\/p>\n<p>Montamos o curso nos valendo de algumas figuras cl\u00ednicas que predominam no discurso psiqui\u00e1trico. N\u00f3s as tomamos, no entanto, n\u00e3o como entidades nosol\u00f3gicas naturais, mas como <em>representantes <\/em>do mal-estar da \u00e9poca, para recuperarmos o <em>pathos<\/em>, entendido como o sofrimento que, ao ser escutado, pode ser transformado em experi\u00eancia.<\/p>\n<p>Procuramos ainda criar um curso cujo funcionamento fosse condizente com nossas preocupa\u00e7\u00f5es, dando \u00eanfase aos espa\u00e7os coletivos de elabora\u00e7\u00e3o, tanto com os alunos quanto entre os professores.<\/p>\n<p>Um desafio que encontramos em nossa tarefa de transmiss\u00e3o refere-se ao fato de que, embora o crit\u00e9rio de admiss\u00e3o dos alunos seja que tenham experi\u00eancia cl\u00ednica e percurso te\u00f3rico pr\u00e9vio em psican\u00e1lise, sua condi\u00e7\u00e3o costuma ser bastante heterog\u00eanea. Alguns alunos t\u00eam pouco tempo de formados e outros j\u00e1\u0301 realizaram uma forma\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica que mobiliza seu interesse na tem\u00e1tica do curso. Entre aqueles com maior percurso na psican\u00e1lise, encontramos ainda distintas perspectivas te\u00f3ricas. Isto exige de n\u00f3s um constante esfor\u00e7o de cria\u00e7\u00e3o de uma linguagem compartilhada e de estrat\u00e9gias para dar conta, ao mesmo tempo, da complexidade da proposta do curso e dos subs\u00eddios necess\u00e1rios para sua abordagem.<\/p>\n<p>Trabalhamos com uma s\u00e9rie de m\u00f3dulos te\u00f3ricos e um espa\u00e7o de supervis\u00e3o durante todo o curso. Os m\u00f3dulos te\u00f3ricos partem de uma dada \u201centidade nosol\u00f3gica\u201d nomeada como tal pela psiquiatria, mas nosso trabalho e\u0301 de desnaturaliza\u00e7\u00e3o e desconstru\u00e7\u00e3o dessas formas de sofrer, ali\u00e1s sempre tomadas no plural: depress\u00f5es, anorexia<strong>s<\/strong>, toxicomania<strong>s<\/strong>, etc. No primeiro ano o curso se inicia com o m\u00f3dulo Demanda Cl\u00ednica e Psicopatologia Psicanal\u00edtica, sendo seguido dos m\u00f3dulos sobre Depress\u00f5es e P\u00e2nico. No segundo ano s\u00e3o oferecidos os m\u00f3dulos sobre Dist\u00farbios do sono, Toxicomanias e Anorexias e Bulimias.<\/p>\n<p>No primeiro m\u00f3dulo partimos do modelo da compreens\u00e3o dos sintomas que surgiu com a abordagem da histeria e que deu origem \u00e0 psicopatologia freudiana baseada nos conceitos de conflito e defesa, para depois problematizar a quest\u00e3o das chamadas \u201cpsicopatologias contempor\u00e2neas\u201d. O conceito de narcisismo nos parece imprescind\u00edvel na reflex\u00e3o sobre as patologias que v\u00e3o al\u00e9m do campo de abrang\u00eancia inicial da psican\u00e1lise. Tomamos ainda o conceito de ideal como um ponto da teoria que permite articular as dimens\u00f5es coletivas e individuais da subjetividade.<\/p>\n<p>Este movimento de retomar conceitos fundamentais da psican\u00e1lise para avan\u00e7ar na reflex\u00e3o sobre as patologias que estudamos e, ao mesmo tempo, problematizar o instrumental te\u00f3rico de que dispomos, esta\u0301 presente ao longo dos demais m\u00f3dulos. No m\u00f3dulo de Anorexias e Bulimias, por exemplo, o percurso que tem sido feito as situa como manifesta\u00e7\u00f5es que podem acontecer no campo das neuroses, das neuroses narc\u00edsicas ou das psicoses. Para tanto, a escuta cl\u00ednica e\u0301 fundamental. Nosso estudo passa pelos textos freudianos sobre a sexualidade feminina, sobre o complexo de \u00c9dipo e sobre os conceitos de oralidade, incorpora\u00e7\u00e3o, <em>acting out<\/em> e passagem ao ato. Uma inquieta\u00e7\u00e3o que todo ano nos ocupa e\u0301 conseguir transmitir o trabalho sobre as quest\u00f5es do prim\u00e1rio e do arcaico que n\u00e3o de forma desenvolvimentista. Outra inquieta\u00e7\u00e3o s\u00e3o os desafios que a cl\u00ednica t\u00e3o atravessada por <em>acting out<\/em> e passagem ao ato nos traz, requerendo rigor de teoriza\u00e7\u00e3o e criatividade nos manejos transferenciais.<\/p>\n<p>Estes questionamentos acerca das patologias do ato est\u00e3o presentes tamb\u00e9m no m\u00f3dulo das Toxicomanias. Estes quadros, em que temos que nos haver com a materialidade dos efeitos das subst\u00e2ncias qu\u00edmicas no corpo, situam-se aparentemente nas bordas do campo psicanal\u00edtico, mas, dependendo do enfoque, nos trazem interroga\u00e7\u00f5es importantes sobre as quest\u00f5es das passagens (som\u00e1tico\/ps\u00edquico; dentro\/fora; eu\/outro) e podem ser situadas num contexto de fracasso destas passagens. O estudo das toxicomanias oferece, portanto, um rico campo de investiga\u00e7\u00e3o de aspectos importantes da teoria psicanal\u00edtica. O conceito de puls\u00e3o, sendo concebido por Freud como exig\u00eancia de trabalho ao ps\u00edquico com fonte som\u00e1tica (Freud, 1915,1980), torna-se nesta perspectiva um conceito fundamental na articula\u00e7\u00e3o te\u00f3rica e no trabalho de transmiss\u00e3o com os alunos. Para avan\u00e7ar na reflex\u00e3o retomamos este conceito j\u00e1\u0301 trabalhado em outros m\u00f3dulos sempre com a \u00eanfase na import\u00e2ncia do outro na montagem da puls\u00e3o e dos circuitos pulsionais. Pensando ainda na quest\u00e3o das passagens, detemo-nos nos conceitos de incorpora\u00e7\u00e3o, introje\u00e7\u00e3o e identifica\u00e7\u00e3o, j\u00e1\u0301 abordados desde o primeiro m\u00f3dulo e que ganham relevo nos m\u00f3dulos de Depresso\u0303es, Transtornos alimentares e Toxicomanias.<\/p>\n<p>Com rela\u00e7\u00e3o a\u0300 supervis\u00e3o, o trabalho e\u0301 desenvolvido por um mesmo professor ao longo do ano. O material trazido pelos alunos pode provir tanto da pr\u00e1tica em consult\u00f3rio como tamb\u00e9m de um contexto de cl\u00ednica ampliada, seja ela institucional ou n\u00e3o. Nosso foco na supervis\u00e3o esta\u0301 na escuta do que trazem os alunos e n\u00e3o na preocupa\u00e7\u00e3o de ilustrar com os casos aspectos da teoria abordados nos m\u00f3dulos.<\/p>\n<p>Temos encontrado uma enorme riqueza no material trazido pelos alunos, o que reflete a complexidade e diversidade do campo atual de trabalho (al\u00e9m do trabalho em consult\u00f3rio, encontramos, por exemplo, trabalhos de AT, trabalhos junto a estrat\u00e9gia de sa\u00fade da fam\u00edlia, trabalho em brinquedoteca, trabalhos em ONGs voltadas para popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de rua etc.). A experi\u00eancia de supervis\u00e3o grupal tem nos possibilitado ainda acompanhar o enriquecimento da capacidade de escuta dos alunos, o que e\u0301 bastante gratificante.<\/p>\n<p>O momento de apresenta\u00e7\u00e3o dos trabalhos escritos, elaborados pelos alunos ao final de cada ano, tem se mostrado tamb\u00e9m bastante proveitoso ao possibilitar que sua produ\u00e7\u00e3o seja compartilhada e discutida pelos colegas e professores.<br \/>\nDurante esses anos fomos de diferentes formas tentando construir possibilidades de interlocu\u00e7\u00e3o entre n\u00f3s e com outros psicanalistas do Departamento. Temos uma pr\u00e1tica no grupo de professores em que um professor pode assistir ao m\u00f3dulo do outro e com isto fornecer uma interlocu\u00e7\u00e3o e aprender com seu colega. Podemos tamb\u00e9m convidar outros professores, do nosso corpo docente ou outros colegas do Departamento, para ministrar alguma aula espec\u00edfica nos m\u00f3dulos te\u00f3ricos.<\/p>\n<p>O espa\u00e7o privilegiado de trocas entre n\u00f3s e\u0301, entretanto, a reuni\u00e3o semanal dos professores. Nossas reuni\u00f5es se configuram como um espa\u00e7o de planejamento e organiza\u00e7\u00e3o do curso, mas tamb\u00e9m como um espa\u00e7o de estudos e elabora\u00e7\u00e3o de nossa experi\u00eancia. Este modo de funcionar vem desde o curso de Psicoses e acreditamos ser uma especificidade de nosso grupo. O grupo de professores funciona para seus pares como uma esp\u00e9cie de espa\u00e7o de resson\u00e2ncia para o que se passa nos grupos de alunos e tamb\u00e9m com rela\u00e7\u00e3o a nosso grupo de pertin\u00eancia, o Departamento de Psican\u00e1lise. Contamos com os colegas para processar, por exemplo, algum conflito surgido em um dos grupos de trabalho do curso ou mesmo para pensar em estrat\u00e9gias que favore\u00e7am o desenvolvimento da tarefa. Da mesma forma, e\u0301 neste espa\u00e7o que compartilhamos nosso espanto e nossa reflex\u00e3o acerca de acontecimentos presentes na cena social e que tomamos como analisadores do que se passa na contemporaneidade.<\/p>\n<p>Com o objetivo de compartilhar e ampliar a reflex\u00e3o dos temas que estudamos junto a outros colegas do Departamento, criamos, em 2001, o grupo de trabalho e pesquisa <em>Psican\u00e1lise e Contemporaneidade<\/em>. Com o passar do tempo este grupo, que ja\u0301 possu\u00eda um funcionamento horizontal, foi tomando um rumo pr\u00f3prio e aut\u00f4nomo em rela\u00e7\u00e3o ao curso.<\/p>\n<p>Nosso esfor\u00e7o de realizar um trabalho coletivo no processamento das quest\u00f5es que a tem\u00e1tica do curso aborda diz respeito a nossa preocupa\u00e7\u00e3o de sermos \u00e9ticos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0quilo que propomos e da import\u00e2ncia que conferimos ao trabalho grupal como favorecedor dos processos de subjetiva\u00e7\u00e3o. Tentarmos colocar para conversar, por exemplo, Freud, Winnicott, Lacan, Green, entre outros autores, n\u00e3o e\u0301 tarefa f\u00e1cil. Procuramos processar as diferen\u00e7as entre os autores e tamb\u00e9m entre n\u00f3s para que diferen\u00e7as n\u00e3o resultem em cis\u00f5es, verdades absolutas e modos autistas de funcionar.<\/p>\n<p>Justamente por isso, agradecemos aos idealizadores desta iniciativa que tamb\u00e9m p\u00f5e para conversar os diferentes trabalhos existentes neste conjunto de psicanalistas plural e rico que temos no nosso Departamento. Agradecemos tamb\u00e9m a feliz escolha do nome <em>Entretantos<\/em>.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Refer\u00ea<\/strong><strong>n<\/strong><strong>cias bibliogr\u00e1ficas <\/strong><\/p>\n<p>Freud, S. (1980) O instinto e suas vicissitudes. In S. Freud, <em>Edi\u00e7<\/em><em>\u00e3<\/em><em>o standard brasileira das obras psicol\u00f3gicas completas de Sigmund Freud <\/em>(J. Salom\u00e3o, trad., vol. 14, p.142). Rio de janeiro: Imago. (Trabalho original publicado em 1915).<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_______________<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Trabalho originalmente apresentado por Marcia de Mello Franco no evento <em>entretantos <\/em>de 2014.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> Adriana Victorio Morettin, Ana Lucia Panacha\u0303o, Ana Maria Siqueira Leal, Helena M. Albuquerque, Ma\u0301rcia de Mello Franco, Mario Pablo Fuks, Mania Deweik, Marli Ciriaco Vianna, Nayra Cesaro Penha Ganhito e Renata de Azevedo Caiaffa. Coordenador: Mario Pablo Fuks.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela equipe do curso de Psicopatologia Psicanal\u00edtica em Entretantos, 2014.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[112],"tags":[52],"edicao":[114],"autor":[127],"class_list":["post-1710","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entretantos","tag-psicopatologia-psicanalitica","edicao-boletim-63","autor-equipe-do-curso-psicopatologia-psicanalitica-e-clinica-contemporanea","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1710","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1710"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1710\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":1711,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1710\/revisions\/1711"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1710"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1710"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1710"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=1710"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=1710"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}