{"id":2072,"date":"2022-11-22T09:23:02","date_gmt":"2022-11-22T12:23:02","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=2072"},"modified":"2023-03-23T20:00:09","modified_gmt":"2023-03-23T23:00:09","slug":"notas-em-torno-do-debate-da-percurso-64-e-65-faiscas-de-pensamentos-compartilhados-com-alegria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2022\/11\/22\/notas-em-torno-do-debate-da-percurso-64-e-65-faiscas-de-pensamentos-compartilhados-com-alegria\/","title":{"rendered":"Notas em torno do debate da Percurso 64 e 65: fa\u00edscas de pensamentos compartilhados com alegria"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Notas em torno do debate da Percurso 64 e 65: fa\u00edscas de pensamentos compartilhados com alegria<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Carmen Alvarez da Costa Carvalho<a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\">[1]<\/a><\/strong><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Manh\u00e3 de um s\u00e1bado a oito dias das elei\u00e7\u00f5es mais importantes do per\u00edodo de redemocratiza\u00e7\u00e3o brasileira, pano de fundo do meio e da frente que, com muita vivacidade, se fez presente no evento que marcou a retomada dos debates da revista Percurso.<\/p>\n<p>Renato Mezan agradeceu aos colegas presentes e em especial ao Conselho editorial pelo volume das mat\u00e9rias t\u00e3o comprometidas com a atualidade do contexto da pol\u00edtica e convidou a manter como b\u00fassola a premissa: <em>acreditamos em livre associa\u00e7\u00e3o<\/em>.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia Lourdes Costa convidou os autores presentes ao trabalho e S\u00edlvia Nogueira disse da possibilidade de conversa interessante que o modo <em>em linha<\/em> oferece e da alegria de estar. Destacou o texto de Osvaldo Said\u00f3n<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a>, como modo de falar de sua pr\u00f3pria implica\u00e7\u00e3o no debate, por seu escrito de 2020 \u2013 resultado do encontro com Juli\u00e1n Fuks \u2013 e do artigo dos colegas do coletivo Escuta Sedes \u2013 Rodas de conversa: um espa\u00e7o entre as ruas e o div\u00e3<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[3]<\/a>. Face ao contexto s\u00f3cio-pol\u00edtico atual, de incerteza e imperman\u00eancia, as perguntas <em>Para onde vamos<\/em>? e <em>Como se dar\u00e1 a continuidade de nossas interven\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas? <\/em>deram o tom da pauta.<\/p>\n<p>Mario Fuks transmitiu os abra\u00e7os de Said\u00f3n, ausente do debate, e Cida Aidar comentou entender esses trabalho como <em>links<\/em>, pontos de conversa\u00e7\u00e3o que chamam \u00e0 presen\u00e7a da arte para sustentar uma psican\u00e1lise contempor\u00e2nea, tal como nas chamadas <em>cl\u00ednicas ampliadas<\/em> nas institui\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Laurinda ressaltou a alegria pela oportunidade de reler os artigos que o compromisso com o encontro lhe proporcionou, desde o editorial da revista 64, \u00a0que registrou o evento da morte de Sandra Navarro no contexto da pandemia e se deu conta, mais uma vez, do lugar fundamental do <em>trabalho da cultura,<\/em> de que o volume dos artigos \u00e9 testemunha, contrariamente \u00e0 apatia e \u00e0 melancolia. Ao final destacou a entrevista com Mario Fuks como um testemunho que marca um importante resgate da hist\u00f3ria da psican\u00e1lise brasileira e latinoamericana.<\/p>\n<p>David Calderoni reverenciou a oportunidade de partilhar do mesmo momento da vida com Mario Fuks, dizendo-se orgulhoso de se ver representado no <a href=\"https:\/\/www.sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/index.php?apg=agenda&amp;acao=vcal&amp;idc=3498\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">manifesto em solidariedade a Juli\u00e1n Fuks e fam\u00edlia<\/a><a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\">[4]<\/a> (Luc\u00eda e M\u00e1rio estavam presentes). Contou ainda da feliz oportunidade de reler Mara Selaibe, em especial por sua refer\u00eancia a Natalie Zaltzman, e por fim chamou Luis Palma para entrar na conversa.<\/p>\n<p>Luis Palma apresentou um pouco de seu percurso pela arte, psicologia social, pol\u00edticas p\u00fablicas e se nomeou como um leitor curioso da psican\u00e1lise. Citou a abertura de sua exposi\u00e7\u00e3o <em>Asa on\u00edrica<\/em>, e lan\u00e7ou o dizer de que \u201c\u00e9 preciso ter asas quando se ama o abismo\u201d. Asas como imagina\u00e7\u00e3o aberta, como os sonhos&#8230; \u00e9 preciso ter asas, asas para atravessar o abismo.<\/p>\n<p>David Calderoni ent\u00e3o ressaltou o lugar das artes como ativismo pol\u00edtico, citando Marcuse e lembrando de que \u00bc da popula\u00e7\u00e3o brasileira vive da economia solid\u00e1ria, para perguntar-se: \u201cSeriam como implantes de um socialismo democr\u00e1tico? Esperan\u00e7a real?\u201d<\/p>\n<p>Laurinda citou o artigo de Mois\u00e9s Rodrigues, para seguir tematizando projetos em constru\u00e7\u00e3o; esse mote mais uma vez convidou Mario Fuks a falar.<\/p>\n<p>Mario ent\u00e3o relatou ter recebido o convite para a entrevista como um presente no momento do isolamento pand\u00eamico, em que se viu assustado e empolgado. Acentuou o contraste entre a pequena tela do celular e o efeito de um grande alcance no resgate de sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria de vida como jovem, como cidad\u00e3o, como analista na Argentina e depois rec\u00e9m-chegados ao Brasil, quando foram acolhidos pela Madre Cristina. Naquele domingo \u00e0 tarde da entrevista, na sala de sua casa a luz se fez penumbra, momento muito intenso, ao mesmo tempo, da realidade pol\u00edtica brasileira:<\/p>\n<p><em>\u201co pr\u00f3prio processo entrava em mim com mais for\u00e7a, algo novo ali se deu nesse acontecimento acompanhado de mim, de meu percurso e da equipe de entrevistadores, cria\u00e7\u00e3o de algo novo, voando no abismo com as energias renovadas?\u201d<\/em><\/p>\n<p>Para ele estamos num momento agudo de passagem, o que provoca por um lado alegria \u2013 pois estar\u00edamos a um passo de nos livrarmos de uma sarna \u2013 e, por outro, elevada intensidade de ang\u00fastia diante de todas as for\u00e7as presentes para impedir que isso aconte\u00e7a. Momento novo no pa\u00eds mas n\u00e3o t\u00e3o distante da penumbra daquele domingo, fica vis\u00edvel algo j\u00e1 sabido teoricamente, o curto intervalo de tempo para tudo ser destru\u00eddo e o longo tempo que se leva para reconstru\u00ed-lo. O pa\u00eds est\u00e1 em escombros e a reconstru\u00e7\u00e3o ter\u00e1 que ser sob bases mais s\u00f3lidas, mais verdadeiras.<\/p>\n<p>Renato Mezan faz uma articula\u00e7\u00e3o com o texto de Mara Selaibe, ao dizer de como seria \u201csintom\u00e1tico que o abismo, asas, a imagina\u00e7\u00e3o\u201d tenham adquirido formas concretas.<\/p>\n<p>Lucia Fuks apontou ent\u00e3o para a diferen\u00e7a entre repeti\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica e repeti\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica. Contou que a sa\u00edda da fam\u00edlia da Argentina se deu de modo solit\u00e1rio e silencioso em contraposi\u00e7\u00e3o \u00e0 resposta coletiva que tiveram aos ataques ao filho e que de certa forma barrou a sequ\u00eancia e a viol\u00eancia dos ataques.<\/p>\n<p>Denise Cardellini assinalou o ato corajoso de Juli\u00e1n ao tornar p\u00fablico os ataques, o que permitiu desse modo promover variadas a\u00e7\u00f5es de solidariedade.<\/p>\n<p>Mario afirmou ser necess\u00e1rio acompanhar de perto os acontecimentos para escolher os passos seguintes, o medo se transformou em raiva e a raiva \u00e9 revolucion\u00e1ria e reveladora.<\/p>\n<p>De volta ao texto de Mara, David nos provocou a pensar se haveria certo bolsonarismo em n\u00f3s. Seguiu dizendo que o mal \u00e9 algo que tecemos entre n\u00f3s, \u00e9 necess\u00e1rio poder sentir raiva, mas \u00e9 necess\u00e1rio tamb\u00e9m pensar as ra\u00edzes desse mal que nos perpassa.<\/p>\n<p>\u00c9lcio Gon\u00e7alves prop\u00f4s pensar como se d\u00e1 o contraste entre o humano e o inumano, como encontrar algum ponto de conex\u00e3o na cultura da produtividade capitalista e o humano, espantado ao constatar a manuten\u00e7\u00e3o dos 30% de votos no atual presidente.<\/p>\n<p>Lourdes se conectou, lan\u00e7ando a pergunta: Do que se trata a perman\u00eancia dos 30%?<\/p>\n<p>Cida introduziu na conversa o texto de Tati Bernardi, \u201cO \u00f3dio vai vencer o \u00f3dio?\u201d<a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\">[5]<\/a>, recorrendo a Said\u00f3n para dizer que \u201cem alguns momentos s\u00f3 o \u00f3dio pode fazer diferen\u00e7a, sem uma ponta de \u00f3dio n\u00e3o d\u00e1 para resistir\u201d.<\/p>\n<p>Renato se referiu a Fl\u00e1via Ripoli ali presente, agradecendo a ela pelo trabalho de organiza\u00e7\u00e3o do \u00edndice tem\u00e1tico da revista. Em seguida apontou para uma distin\u00e7\u00e3o entre \u00f3dio e raiva, \u201ccom raiva, mas sem \u00f3dio!\u201d, tal como teria se passado ao final do debate televisivo em que um jornalista defendeu uma colega de violenta provoca\u00e7\u00e3o atirando longe o celular do agressor, \u201cJoga o celular, mas n\u00e3o o homem!\u201d.<\/p>\n<p>Mario afirmou a raiva pela indigna\u00e7\u00e3o como a\u00e7\u00e3o positiva, a tal <em>ira sagrada<\/em> que promove a\u00e7\u00f5es para criar resist\u00eancia. J\u00e1 o \u00f3dio chegou ao limite h\u00e1 muito tempo; todo esse desrespeito cotidiano, de quem diz querer, fazer e acontecer, prender e arrebentar! Sobre os 30% da parcela da popula\u00e7\u00e3o, considerou que teremos de conviver.<\/p>\n<p>S\u00edlvia Nogueira prop\u00f4s, ent\u00e3o, a sustenta\u00e7\u00e3o de um estado de alma advertido em n\u00f3s, num duplo sentido: estarmos advertidos de que os 30% que apoiam o desgoverno n\u00e3o est\u00e3o desavisados de sua posi\u00e7\u00e3o e de que algo inomin\u00e1vel pode se passar a partir de armadilhas narc\u00edsicas em que, humanos, podemos regredir a um estado massivo de pr\u00e9-sujeitos.<\/p>\n<p>Luis Palma perguntou: Onde est\u00e3o os 70%? Citou o soci\u00f3logo Pierre Bourdieu e sua teoria de \u201ccontra-fogo\u201d, pela qual haveriam sinais identificando juventude, rebeldia pr\u00f3 sistema, que significaria uma for\u00e7a do neoliberalismo, a chamada m\u00e1scara da indiferen\u00e7a, olhando os sinais que j\u00e1 estavam. Destacou um semin\u00e1rio dos anos 80 sobre as tr\u00eas paix\u00f5es, amor, \u00f3dio e ignor\u00e2ncia (como recusa ao saber), considerando que esses elementos est\u00e3o todos presentes.<\/p>\n<p>Fl\u00e1via Ripoli entrou na roda para dizer de sua contribui\u00e7\u00e3o com o trabalho de organiza\u00e7\u00e3o do \u00edndice da revista Percurso, que considerou como bem-vinda oportunidade para uma leitura transversal historicizada, contando-nos ser aluna do Curso de Psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Lourdes destacou o fundamental trabalho de mem\u00f3ria: pois \u00e9 preciso trabalhar com os arquivos para que fiquem bem vivos.<\/p>\n<p>Ricardo Estevam, aluno do segundo ano do curso Conflito e Sintoma, se referiu \u00e0 proximidade das elei\u00e7\u00f5es e a coincid\u00eancia da leitura do texto freudiano <em>Psicologia das massas e an\u00e1lise do Eu<\/em>. Nessa coincid\u00eancia, experimentou alto grau de tens\u00e3o e, ao mesmo tempo, certo vislumbre de luz no horizonte, defendendo a necessidade da manuten\u00e7\u00e3o de alguma bolha para respirar.<\/p>\n<p>Para Lilian Quint\u00e3o, o artigo de Tati Bernardi recuperou a raiva e o \u00f3dio, sendo precioso reconhecer o \u00f3dio em si, por o dedo na ferida!<\/p>\n<p>Cida Aidar aproveitou para afirmar a indigna\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria, pois a raiva leva a agir e o \u00f3dio \u00e9 demasiadamente humano!<\/p>\n<p>David Calderoni citou Max Terencio \u201cnada do que \u00e9 humano me \u00e9 estranho\u201d, ao dizer que, para a psican\u00e1lise, o estranho escorrega para o infamiliar que n\u00e3o nos deixa sossegar. Que perpassemos o \u00f3dio, a indigna\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o estacionemos nisso. Recupera uma <em>live <\/em>entre Safatle e Haddad a fim de pensar o que pode significar o povo que se identifica com gado; um segundo tipo de identifica\u00e7\u00e3o que opera na manuten\u00e7\u00e3o dos tais 30% seria algo da cat\u00e1strofe narc\u00edsica onde o eu precisa se homogeneizar. A melhor defesa n\u00e3o \u00e9 repousar no \u00f3dio, mas sim a organiza\u00e7\u00e3o discursiva, \u00e0s vezes n\u00e3o escapamos da posi\u00e7\u00e3o de n\u00e3o poder falar, assim como Chico Buarque no ex\u00edlio dizia \u201cEu n\u00e3o posso falar\u201d. O trabalho nas Comiss\u00f5es da Verdade destacou um apanhado sobre verdades indiz\u00edveis; quando o indiz\u00edvel pode retraumatizar, h\u00e1 um necess\u00e1rio trabalho de organiza\u00e7\u00e3o discursiva, dar voz ao que \u00e9 poss\u00edvel dar voz.<\/p>\n<p>\u00c9lcio valorizou a recupera\u00e7\u00e3o da raiva e do \u00f3dio como incrementos potentes na perspectiva de mudan\u00e7as e convocou novas falas.<\/p>\n<p>Lia Pitliuk ent\u00e3o tomou a palavra para dizer que, ao chegar mais tarde ao debate e perceber que o tema da vez eram as elei\u00e7\u00f5es, sentiu-se em casa, pois era essa sua expectativa desejante. Assim, de seu texto sobre atendimento <em>em linha<\/em> simplesmente destacou a necessidade de muita ousadia e inventividade na <em>sustenta\u00e7\u00e3o<\/em> <em>valente <\/em>do trabalho cl\u00ednico, em especial na ocasi\u00e3o da pandemia.<\/p>\n<p>Renato assentiu, sublinhando agilidade e rapidez dos psicanalistas brasileiros durante a pandemia da Covid 19 em rela\u00e7\u00e3o ao atendimento <em>em linha<\/em>.<\/p>\n<p>\u00c9 a vez de In\u00eas Loureiro abrir o v\u00eddeo, \u201cno meio do pasto\u201d, em curioso contraste com nossas paisagens citadinas. Em torno de seu artigo se fez link com o tema da musicalidade necess\u00e1ria na cl\u00ednica, na inven\u00e7\u00e3o de novos <em>settings<\/em>, escuta e interven\u00e7\u00f5es polif\u00f4nicas.<\/p>\n<p>Entre elogios \u00e0 a\u00e7\u00e3o, \u00e0 nomea\u00e7\u00e3o e \u00e0 coragem para o momento, sa\u00edmos todos satisfeitos.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_______________<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Carmen Alvarez da Costa Carvalho \u00e9 psicanalista, ex-aluna do Curso de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante da equipe editorial deste boletim <span style=\"color: #ff0000;\">on<\/span>line e do coletivo Escuta Sedes.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> An\u00e1lisis institucional, cl\u00ednica ampliada e implicaci\u00f3n, dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistapercurso.com.br\/index.php?apg=artigo_view&amp;ida=1407&amp;ori=edicao&amp;id_edicao=65\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/revistapercurso.com.br\/index.php?apg=artigo_view&amp;ida=1407&amp;ori=edicao&amp;id_edicao=65<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> Artigo de Luciana Chau\u00ed Berlinck, Luciana Mannrich, Fatima Vicente, Nayra Ganhito e Silvia Menezes, dispon\u00edvel em:<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/revistapercurso.com.br\/index.php?apg=artigo_view&amp;ida=1409&amp;ori=edicao&amp;id_edicao=65\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">http:\/\/revistapercurso.com.br\/index.php?apg=artigo_view&amp;ida=1409&amp;ori=edicao&amp;id_edicao=65<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a> Dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/www.sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/index.php?apg=agenda&amp;acao=vcal&amp;idc=3498\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/index.php?apg=agenda&amp;acao=vcal&amp;idc=3498<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a> Publicado na Folha de S\u00e3o Paulo: <a href=\"https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/tatibernardi\/2022\/09\/o-odio-vai-vencer-o-odio.shtml\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www1.folha.uol.com.br\/colunas\/tatibernardi\/2022\/09\/o-odio-vai-vencer-o-odio.shtml<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Riqueza do encontro virtual de autores e leitores implicados na sustenta\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[176],"edicao":[170],"autor":[175],"class_list":["post-2072","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-do-departamento","tag-percurso","edicao-boletim-65","autor-carmen-alvarez-da-costa-carvalho","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2072","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2072"}],"version-history":[{"count":5,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2072\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2314,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2072\/revisions\/2314"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2072"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2072"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2072"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=2072"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=2072"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}