{"id":2682,"date":"2023-09-18T23:50:50","date_gmt":"2023-09-19T02:50:50","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=2682"},"modified":"2023-09-21T13:59:58","modified_gmt":"2023-09-21T16:59:58","slug":"corpos-em-presenca-falas-encarnadas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2023\/09\/18\/corpos-em-presenca-falas-encarnadas\/","title":{"rendered":"Corpos em presen\u00e7a, falas encarnadas"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Corpos em presen\u00e7a, falas encarnadas <\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Maria de F\u00e1tima Vicente<\/strong><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Aceitei, com gosto, a sugest\u00e3o de uma colega para escrever sobre o evento ocorrido em 05 de agosto de 2023, no audit\u00f3rio do Sedes, o <em>Fam\u00edlias brasileiras subindo a rampa \u2013 cada uma delas existe e \u00e9 importante para n\u00f3s<\/em>, pois fui, desde a plateia, uma participante emocionada<a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a>. Tive um pouco de receio em n\u00e3o conseguir transmitir o evento \u00e0 altura de sua abrang\u00eancia, mas conclu\u00ed que valia a pena escrever mesmo com esse risco, apostando que meu entusiasmo possa ser um convite aos leitores a irem buscar assisti-lo em sua grava\u00e7\u00e3o na \u00edntegra, dispon\u00edvel no <a href=\"https:\/\/youtu.be\/jcWsVeKa1Co?si=50x6tjSjbDppLhe1\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">canal do departamento<\/a> no YouTube. O que segue, portanto, \u00e9 um relato a partir dos pontos que fizeram relevo para mim.<\/p>\n<p>Idealizado e levado a efeito pelo Grupo de trabalho <em>Fam\u00edlias no s\u00e9culo XXI<\/em>, o evento teve por proposta questionar a pretensa universalidade da fam\u00edlia brasileira, universalidade constru\u00edda hegemonicamente por meio de discursos e pr\u00e1ticas autorit\u00e1rias, segregativas, presentes em nossa sociedade historicamente colonizada. Para a realiza\u00e7\u00e3o dessa empreitada o grupo proponente do evento escolheu tratar desse sintoma social na interseccionalidade de ra\u00e7a, classe e g\u00eanero, uma vez que essa tomada de posi\u00e7\u00e3o possibilita abordar a viol\u00eancia, a desigualdade e a exclus\u00e3o que incidem sobre as condi\u00e7\u00f5es de ser fam\u00edlia, ter fam\u00edlia, fazer fam\u00edlia e as consequ\u00eancias disso nesta sociedade.<\/p>\n<p>Foram propostas duas mesas de apresenta\u00e7\u00e3o de reflex\u00f5es e de experi\u00eancias cl\u00ednico-pol\u00edticas. A primeira delas se efetivou com a participa\u00e7\u00e3o de Antonio Cerdeira Pil\u00e3o, antrop\u00f3logo, e de Mar\u00edlia Campos Oliveira e Telles, advogada e mediadora, articulando os saberes dessas duas \u00e1reas; a segunda, concentrou as apresenta\u00e7\u00f5es dos trabalhos desenvolvidos pelas colegas psicanalistas Cristina Rocha Dias, Margarida Soibelmann Melhem, a Kika, e Isildinha Baptista Nogueira, que trouxeram as perspectivas de classe social, g\u00eanero e ra\u00e7a, respectivamente.<\/p>\n<p>As exposi\u00e7\u00f5es de Antonio e Mar\u00edlia nos possibilitaram ter a perspectiva do quanto os discursos e suas pr\u00e1ticas s\u00e3o condi\u00e7\u00f5es importantes nos processos de segrega\u00e7\u00e3o, mas, mais que isso, por meio de suas experi\u00eancias como pesquisadores e profissionais, ela e ele evidenciaram as possibilidades de resist\u00eancia \u00e0 tal opress\u00e3o. Resist\u00eancia que se faz com as a\u00e7\u00f5es di\u00e1rias de sustenta\u00e7\u00e3o das brechas da lei, no campo jur\u00eddico, por meio das a\u00e7\u00f5es em que o desejo de reconhecimento do outro em sua dignidade cidad\u00e3 \u00e9 fundamento e no campo da investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica, por meio do modo de constituir um projeto de pesquisa em que sua realiza\u00e7\u00e3o leve em conta a voz do objeto pesquisado, de tal sorte que aquele adquire o estatuto de sujeito de sua fala e de sua historicidade.<\/p>\n<p>Pudemos reconhecer por meio das pr\u00e1ticas desses colegas de outros campos que, nem mesmo o discurso jur\u00eddico e o acad\u00eamico, que tantas vezes se apresentam como se fossem completos, t\u00eam a possibilidade de dominar tudo, de totalizar a experi\u00eancia. Com al\u00edvio, resgatamos a lembran\u00e7a de que conforme a \u00e9tica que comanda as pequenas a\u00e7\u00f5es cotidianas se pode fazer \u2013 e ela e ele o fazem diariamente \u2013 grande diferen\u00e7a. Foi, portanto, uma feliz escolha a de cruzar saberes ao modo interdisciplinar, para questionar essa supostamente existente \u201cfam\u00edlia brasileira\u201d. Definida historicamente em termos de direitos somente para alguns que se encaixam nessa f\u00f4rma, as fam\u00edlias fora dessa caixa ter\u00e3o tido a visibilidade assegurada, a voz ouvida e a leg\u00edtima exist\u00eancia confirmada por meio das pr\u00e1ticas ali compartilhadas nessas exposi\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Como se sabe, as fam\u00edlias que escapam e transgridem libertariamente a rigorosidade dos preconceitos a que est\u00e3o submetidas e que, muitas vezes, t\u00e3o somente devido ao simples fato de insistirem em existir, denunciam o aviltamento dos direitos em privil\u00e9gios como pol\u00edtica de morte de nossa sociedade, muito raramente t\u00eam a oportunidade de se dar a ver no espa\u00e7o p\u00fablico em suas reais condi\u00e7\u00f5es de cidad\u00e3os cuja dignidade est\u00e1 aviltada. Como se sabe tamb\u00e9m, elas s\u00e3o o objeto preferencial das a\u00e7\u00f5es daquela necropol\u00edtica e, nesse sentido, a proposta do grupo <em>Fam\u00edlias no s\u00e9culo XXI<\/em> se deu a ver, nessa ocasi\u00e3o, em sua densidade, pois colabora para que estas fam\u00edlias construam condi\u00e7\u00f5es emancipat\u00f3rias que as retirem da posi\u00e7\u00e3o de alvos a que s\u00e3o lan\u00e7adas.<\/p>\n<p>Isso ganha uma nova dimens\u00e3o quando da segunda mesa, em que a efetiva\u00e7\u00e3o dessa <em>pot\u00eancia de n\u00e3o<\/em> \u00e0quilo que est\u00e1 imposto pelo discurso dominante se realiza por meio da cl\u00ednica psicanal\u00edtica e se faz presente por meio do testemunho de seus praticantes. Assim, se na primeira mesa ouvimos sobre a fam\u00edlia trisal, a fam\u00edlia poliamor, as fam\u00edlias ditas leg\u00edtimas e as ditas ileg\u00edtimas, em que se destacam as fontes imediatas sociopol\u00edticas produtoras de sofrimento e de segrega\u00e7\u00e3o, nesta segunda mesa ouvimos as falas de Isildinha, Cristina e Kika, por meio das quais pudemos nos aproximar da incid\u00eancia que as pr\u00e1ticas diretamente relacionadas ao interpessoal familiar, sob certas condi\u00e7\u00f5es de conv\u00edvio ou devido sua aus\u00eancia ou precariza\u00e7\u00e3o, imprimem na possibilidade de um sujeito singular advir, ou levam a seu apagamento. Ser\u00e1 dos efeitos sobre os corpos, sobre os toques, sobre os afetos sob essas condi\u00e7\u00f5es conjunturais e estruturais que essas psicanalistas nos falar\u00e3o.<\/p>\n<p>Os relatos cl\u00ednicos, reflexivos e testemunhais das tr\u00eas expositoras tiveram in\u00edcio com a fala de Isildinha, psicanalista, pesquisadora acad\u00eamica, engajada na transmiss\u00e3o da Psican\u00e1lise, que nos conta sobre a realidade das fam\u00edlias das pessoas negras. Daquilo que se instituiu por meio da escraviza\u00e7\u00e3o dessas pessoas, um dos pilares vergonhosos da Hist\u00f3ria deste pa\u00eds, que fez nascer fam\u00edlias que n\u00e3o podiam vingar. Pois, enquanto escravas, a crian\u00e7a e sua genitora n\u00e3o se podiam fazer, prioritariamente, crian\u00e7a e m\u00e3e. \u00c0quela mulher escravizada era destinado o lugar de ama de leite da cria do senhor e ser\u00e1 dessa cria que essa presen\u00e7a negra far\u00e1 advir uma crian\u00e7a, tornar-se-\u00e1 a m\u00e3e preta da crian\u00e7a branca de seu explorador. Um terr\u00edvel modo de viol\u00eancia que lhe impede a constru\u00e7\u00e3o de uma fam\u00edlia para si e para seus filhos, viol\u00eancia que, sob outros formatos e efeitos, subsiste at\u00e9 hoje, seja por meio das marcas transgeracionais presentes nos corpos negros e nos afetos sintom\u00e1ticos dos brancos em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres negras, seja por meio da reprodu\u00e7\u00e3o indireta daquelas condi\u00e7\u00f5es na terceiriza\u00e7\u00e3o dos cuidados dos filhos das mulheres brancas \u00e0s trabalhadoras de servi\u00e7os dom\u00e9sticos, em sua maioria mulheres negras. N\u00e3o por acaso, j\u00e1 em sua exposi\u00e7\u00e3o e debate pr\u00e9vios, Mar\u00edlia havia antecipado a hip\u00f3tese que transforma\u00e7\u00f5es essenciais de nossa sociedade s\u00f3 ser\u00e3o poss\u00edveis se inclu\u00edrem a desconstru\u00e7\u00e3o dessa rela\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Por sua vez, Isildinha fez sua \u00eanfase, por um lado, nas consequ\u00eancias psicopatol\u00f3gicas para as pessoas pretas devido \u00e0 perpetua\u00e7\u00e3o dessas rela\u00e7\u00f5es estruturais, mas, principalmente, nos permitiu testemunhar como sua experi\u00eancia de mulher negra anima sua pr\u00e1tica, em qualquer das modalidades que a exer\u00e7a, de formas a produzir saber psicanal\u00edtico e transforma\u00e7\u00f5es subjetivas naqueles que se aventuram com ela no tratamento psicanal\u00edtico ou no processo de forma\u00e7\u00e3o como psicanalistas.<\/p>\n<p>A reflex\u00e3o de Cristina, desde sua perspectiva de psicanalista e de educadora, nos p\u00f5e em contato com as condi\u00e7\u00f5es de aten\u00e7\u00e3o \u00e0s fam\u00edlias em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social, o que n\u00e3o \u00e9 pouco, mas, ainda mais, nos convoca ao deslocamento da significa\u00e7\u00e3o de certas express\u00f5es, que, por meio de sua fala, se desvelam como jarg\u00f5es nefastos. Ela nos provoca a abandonar o conforto das significa\u00e7\u00f5es compartilhadas do que \u00e9 a vulnerabilidade, que atribu\u00edmos a fam\u00edlias de outras classes sociais, e ao que classificamos de social, como se nesse sintagma, &#8211; vulnerabilidade social \u2013 o social se apresentasse em sua face condescendente, como \u00e0s vezes se diz \u201cpre\u00e7o social\u201d, quando talvez fosse o caso de dizer \u201cpre\u00e7o acess\u00edvel\u201d. Ela nos alerta para o esquecimento conveniente, sintom\u00e1tico, da condi\u00e7\u00e3o constitutiva do desamparo, que nos deixa vulner\u00e1veis ao outro e de cuja resposta a essa posi\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade ir\u00e1 depender a \u00e9tica de nossas a\u00e7\u00f5es. Pois, fundamentalmente, a provoca\u00e7\u00e3o que Cristina nos faz \u00e9 de estarmos atentos a essas quest\u00f5es na escuta cl\u00ednica, para que potencializemos o advento do sujeito, para que n\u00e3o colaboremos para seu silenciamento por meio de nossa surdez de classe, \u00e0 qual sempre precisamos voltar a desconstruir.<\/p>\n<p>Finalmente, Kika nos apresentou o trabalho cl\u00ednico por ela coordenado, rodas terap\u00eauticas junto a pessoas trans em que, por um lado, se evidencia o sofrimento produzido em situa\u00e7\u00f5es familiares com pessoas em transi\u00e7\u00e3o de g\u00eanero \u2013 seja o das pessoas seja o de seus familiares \u2013 e por outro, a pot\u00eancia do encontro da escuta da psicanalista como mediadora da roda e com a fala e a escuta das pessoas que compartilham situa\u00e7\u00f5es equivalentes<a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\">[3]<\/a>. Por meio do relato e reflex\u00e3o apresentados por Kika sobre essas rodas, pudemos reconhecer as posi\u00e7\u00f5es \u00e9ticas em a\u00e7\u00e3o a que as exposi\u00e7\u00f5es de Cristina e Isildinha nos exortam e testemunham. O que nos leva a considerar os efeitos dos relatos e reflex\u00f5es desses trabalhos sobre n\u00f3s, ali presentes.<\/p>\n<p>O primeiro e imediato efeito foi a qualidade do debate que as exposi\u00e7\u00f5es de ambas as mesas suscitaram, debate que teve o tom amig\u00e1vel de uma conversa participativa da grande plateia presente no audit\u00f3rio, e que foi facilitado e sustentado pelo modo receptivo com que as perguntas e coment\u00e1rios da plateia foram recebidos, incentivados, desenvolvidos, por cada uma das coordenadoras das mesas, Ana Raquel B. M. Ribeiro, na primeira mesa, e Adriana Elisabeth Dias, na segunda delas.<\/p>\n<p>Penso que outro efeito no que nos concerne como psicanalistas diz respeito a pensar a Psican\u00e1lise e, quanto a isso, o modo como as quest\u00f5es foram propostas e o desenvolvimento que receberam durante os trabalhos, pelas exposi\u00e7\u00f5es e nos debates, nos possibilita reconhecer que neste momento hist\u00f3rico a Psican\u00e1lise se apresenta como uma institui\u00e7\u00e3o<em> em tr\u00e2nsito<\/em>.<\/p>\n<p>Momento em que sustenta sua pr\u00e1xis e seus pressupostos te\u00f3ricos ao mesmo tempo que se p\u00f5e \u00e0 procura de parceiros para a constru\u00e7\u00e3o das novas articula\u00e7\u00f5es, dos novos conceitos e das novas interven\u00e7\u00f5es poss\u00edveis e necess\u00e1rias \u00e0 sua transforma\u00e7\u00e3o, para efetivar sua pot\u00eancia de \u00fanico discurso que leva em conta o sujeito. O que se faz por meio das pr\u00e1ticas que nos arriscamos a criar, devido aos tempos atuais e aos territ\u00f3rios que emergem do atoleiro condominial da globaliza\u00e7\u00e3o, e que por meio de submet\u00ea-las \u00e0 discuss\u00e3o, \u00e0 colabora\u00e7\u00e3o, \u00e0 amplifica\u00e7\u00e3o e \u00e0 valida\u00e7\u00e3o de seus achados junto a nossos pares e a nossos vizinhos, prosseguimos levando a Psican\u00e1lise aonde ela precisa ir para se transformar. Como sabemos, ao psicanalista n\u00e3o \u00e9 suficiente ser intelectual, \u00e9 necess\u00e1rio praticar seu of\u00edcio junto \u00e0s gentes de seu tempo e nos territ\u00f3rios onde estas gentes estejam.<\/p>\n<p>Para concluir este relato, diria que a proposi\u00e7\u00e3o \u201cfam\u00edlias brasileiras subindo a rampa\u201d foi um mote precioso a nos convocar, muito bem expresso pela fala introdut\u00f3ria de C\u00e9lia Klouri, emoldurada pela retomada &#8211; em v\u00eddeo &#8211; do discurso do ministro Silvio Almeida e que atingiu seu \u00e1pice com a emocionante leitura de <em>&#8220;Do significante rampa\u2026&#8221;<\/em>, por Cristina Petry, um forte poema de sua autoria. &#8220;Fam\u00edlias brasileiras subindo a rampa&#8221; foi tamb\u00e9m um bom ponto de partida para os trabalhos que se seguiram, pois foi por meio dessa refer\u00eancia coletiva que nos felicitamos por este momento pol\u00edtico em que parece haver a possibilidade efetiva de que essas pessoas existam e sejam importantes para os tr\u00eas poderes do pa\u00eds. Ao mesmo tempo, \u00e9 tamb\u00e9m um bom mote para que n\u00e3o deixemos de nos lembrar que \u201cessas pessoas existem e s\u00e3o importantes para n\u00f3s\u201d, mesmo quando, e principalmente quando, os poderosos do pa\u00eds lhes s\u00e3o nefastos. Afinal, temos trabalhado em nosso Departamento desde sempre nas dire\u00e7\u00f5es da emancipa\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e da desaliena\u00e7\u00e3o subjetiva dessas pessoas e nossas e, em seu \u00e2mbito espec\u00edfico, o Grupo <em>Fam\u00edlias no s\u00e9culo XXI<\/em> veio nos mostrar um recorte do longo e feliz trabalho que seus participantes t\u00eam desenvolvido nessa dire\u00e7\u00e3o. Pelo que lhes parabenizamos e agradecemos.<\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong>S\u00e3o Paulo, 03 de setembro de 2023.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>_______________<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> Al\u00e9m de ter feito parte da comiss\u00e3o organizadora do evento, na fun\u00e7\u00e3o de Articuladora da \u00c1rea de Eventos do Conselho de Dire\u00e7\u00e3o do Departamento de Psican\u00e1lise do Sedes.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> Cabe ressaltar que o texto lido por Kika foi elaborado por ela e por integrantes do Grupo Generidades, do qual Kika \u00e9 participante, grupo que fez essa parceria neste evento.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um relato convidativo para o evento do grupo Fam\u00edlias no s\u00e9culo XXI. Por Maria de F\u00e1tima Vicente.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[132],"edicao":[216],"autor":[204],"class_list":["post-2682","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-do-departamento","tag-eventos","edicao-boletim-68","autor-maria-de-fatima-vicente","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2682","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=2682"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2682\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":2783,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/2682\/revisions\/2783"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=2682"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=2682"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=2682"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=2682"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=2682"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}