{"id":3029,"date":"2024-04-16T14:48:53","date_gmt":"2024-04-16T17:48:53","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=3029"},"modified":"2024-04-19T10:09:02","modified_gmt":"2024-04-19T13:09:02","slug":"sobre-as-apresentacoes-publicas-de-mariana-david-e-de-ester-alves","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2024\/04\/16\/sobre-as-apresentacoes-publicas-de-mariana-david-e-de-ester-alves\/","title":{"rendered":"Sobre as apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de Marianna David e de Ester Alves"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Sobre as apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de Marianna David e de Ester Alves<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><span style=\"color: #ff0000;\"><strong>Apresenta<\/strong><strong>\u00e7\u00e3<\/strong><strong>o <\/strong><strong>p<\/strong><strong>\u00fa<\/strong><strong>blica: Marianna Santos David Melhem (Nana)<\/strong><\/span><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><strong>Elcio Gon\u00e7<\/strong><strong>alves<\/strong><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\"><strong>[1]<\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Foi num clima bastante emocional e envolvente que tivemos o prazer de acompanhar, no dia 10 de novembro de 2023, entre muitos colegas e amigos, a primeira atividade como membro do nosso Departamento de Marianna Santos David Melhem: a Nana, como \u00e9 mais conhecida pela maioria entre n\u00f3s.<\/p>\n<p>Na abertura do encontro foi recuperada a import\u00e2ncia da participa\u00e7\u00e3o da colega Natalia Gola, uma das entrevistadoras nesse processo de admiss\u00e3o, bem como a da(o)s demais componentes da Comiss\u00e3o nessa gest\u00e3o (2022-2023): Elcio Gon\u00e7alves, Gisele Senne, Marcelo Cruz, Nanci Oliveira Lima, Roberta Kehdy, Silvia Ribes e Vilma Flor\u00eancio.<\/p>\n<p>Com um percurso bastante interessante e singular, Marianna (Nana) parece ter sido despertada para a import\u00e2ncia dos prazeres da vida desde muito cedo na inf\u00e2ncia quando, entre \u00e1rvores, a fam\u00edlia e a mesa farta, saboreava uma das boas heran\u00e7as recebidas da fam\u00edlia pela via da culin\u00e1ria libanesa.<\/p>\n<p>Apreciadora n\u00e3o s\u00f3 da boa cozinha, descoberta na primeira inf\u00e2ncia, mas tamb\u00e9m das artes c\u00eanicas, paix\u00e3o que a tomaria na adolesc\u00eancia, prestou e foi aprovada em seu primeiro vestibular naquela \u00e1rea aos dezoito anos.<\/p>\n<p>Dois anos depois e gra\u00e7as a um trabalho de observa\u00e7\u00e3o num hospital psiqui\u00e1trico, para a composi\u00e7\u00e3o de um personagem nas artes c\u00eanicas, descobriu-se envolvida com os ideais da luta antimanicomial, a partir do que teve alterado todo o seu projeto inicial de forma\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Cursou psicologia (PUC\/SP 2001-2005) iniciando em paralelo, no segundo ano de sua gradua\u00e7\u00e3o, uma forma\u00e7\u00e3o em Acompanhamento Terap\u00eautico, com a qual seguiu atendendo por, aproximadamente, uma d\u00e9cada, tendo inclusive a oportunidade de participar e codirigir uma ONG (ATUA).<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m desde o in\u00edcio da gradua\u00e7\u00e3o em psicologia, a psican\u00e1lise j\u00e1 a convocava internamente e uma an\u00e1lise pessoal se imp\u00f4s. A conclus\u00e3o da gradua\u00e7\u00e3o (2005) deu-se com a travessia pelos n\u00facleos de \u201cpsican\u00e1lise&#8221; e &#8220;crises\u201d; seguida de um est\u00e1gio num servi\u00e7o de atendimento a v\u00edtimas de viol\u00eancia (PROVE \u2013 UNIFESP) e de um programa de aprimoramento profissional no Hospital do Servidor P\u00fablico Estadual.<\/p>\n<p>Na sequ\u00eancia frequentou um programa de aprimoramento no GRAAC (Grupo de Apoio a Adolescentes e Crian\u00e7as com C\u00e2ncer) (2006), indo em seguida trabalhar na APAE (2007), sendo convidada dois anos depois a retornar ao GRAAC quando foi contratada como <em>Oficineira de c<\/em><em>ulin\u00e1ria<\/em> e assim reconhecida em uma de suas vertentes terap\u00eauticas, no mesmo local onde havia estagiado.<\/p>\n<p>Nesse processo e entre um casamento, cl\u00ednicas cruzadas e a chegada dos filhos, iniciou sua forma\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica no CLIN-A, com a qual n\u00e3o se identificou e interrompeu, optando por prosseguir no seu percurso de forma\u00e7\u00e3o no nosso Departamento (2007-2015).<\/p>\n<p>Logo nos primeiros anos de suas atividades cl\u00ednicas, trabalhou na inscri\u00e7\u00e3o e friso, no campo sobre a ado\u00e7\u00e3o, do termo \u201cdefici\u00eancia intelectual\u201d ao inv\u00e9s de \u201cdefici\u00eancia mental\u201d.<\/p>\n<p>Da heran\u00e7a familiar nas origens, e com seus retornos, concebeu e deu in\u00edcio ao bem-sucedido projeto <em>Cozinha como experi<\/em><em>\u00ea<\/em><em>ncia<\/em>, criado em 2010 e em atividade ainda hoje.<\/p>\n<p>Nessa linha outros projetos surgiram, dentre eles: <em>Do mam\u00e1 <\/em><em>ao pap<\/em><em>\u00e1<\/em> (oficina de transi\u00e7\u00e3o alimentar oferecido no SESC-SP); <em>Ningu<\/em><em>\u00e9<\/em><em>m cresce sozinho<\/em>; <em>Ateli\u00ea <\/em><em>no escuro<\/em>; <em>Cinema na mesa<\/em> e outros.<\/p>\n<p>A forma\u00e7\u00e3o prosseguiu entrela\u00e7ada com o fazer no cotidiano e assim a colega frequentou o curso <em>Psicologia e <\/em><em>parentalidade<\/em> (Instituto Gerar (2016 \u2013 2018), mantendo sua participa\u00e7\u00e3o no grupo de trabalho e pesquisa: <em>O feminino e o imagin<\/em><em>\u00e1rio cultural contempor\u00e2neo<\/em> e no grupo de trabalho e pesquisa: <em>Problem<\/em><em>\u00e1<\/em><em>ticas alimentares<\/em>.<\/p>\n<p>Dessa longa e diversa tessitura, sempre entremeada entre a cl\u00ednica social e a privada, o individual e o grupal, nasceu o projeto cl\u00ednico institucional mais recente: o Restaurante-Escola <em>A casa diversa<\/em> (2021), um restaurante que pretende formar para o setor da gastronomia jovens LGBTQIA+ egressas do sistema prisional.<\/p>\n<p>Foram necess\u00e1rios muitos anos de percurso entre cl\u00ednicas, e diferentes formatos de realiza\u00e7\u00e3o terap\u00eautica, at\u00e9 que a analista em que se tornou encontrasse boas condi\u00e7\u00f5es para apresentar-se, atrav\u00e9s de sua cl\u00ednica individual e em seu consult\u00f3rio particular.<\/p>\n<p>E foi assim que tivemos o prazer de compartilhar, como j\u00e1 dito no in\u00edcio, de uma apresenta\u00e7\u00e3o cl\u00ednica emocionada, com diferentes gera\u00e7\u00f5es de colegas e amigos de Nana presentes, tendo alguns participado, desde o in\u00edcio, da tessitura e constitui\u00e7\u00e3o da analista e de sua Ariadne, conforme enunciado no seu convite:<\/p>\n<p><strong>Caso Cl\u00ednico:<\/strong><\/p>\n<p>Tempos de uma an\u00e1lise: a trama de Ariadne.<\/p>\n<p><strong>Resumo: <\/strong><\/p>\n<p>Quanto tempo \u00e9 necess\u00e1rio para se compor uma an\u00e1lise? Em quanto tempo um analista se conjuga como tal? A partir da possibilidade de tirar do <em>hall<\/em> dos pecados afetos como raiva, inveja, rancor, tristeza, \u00f3dio, ressentimento e m\u00e1goa, Ariadne entrega seu novelo de linhas inconscientes ao processo anal\u00edtico. A tecelagem que se d\u00e1 desde ent\u00e3o, e h\u00e1 12 anos segue seu curso, percorre o processo de uma analista se constituindo como tal e de um sujeito que deixa de &#8221; ir de&#8221; e passa a &#8220;ir ao&#8221; encontro de seu inconsciente.<\/p>\n<p>No recorte a ser apresentado cinco tempos &#8220;alegorizam&#8221; um processo que demonstra em sua radicalidade que, na vida, drama e trag\u00e9dia tamb\u00e9m s\u00e3o g\u00eaneros que produzem efeitos bastante diversos na constitui\u00e7\u00e3o da trama de um sujeito.<\/p>\n<p>Seja muito bem-vinda, Nana. Que o seu tr\u00e2nsito pelo Departamento e pela vida siga sendo criativo e bem acompanhado!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Ester Alves<\/strong><\/p>\n<p><strong>por Roberta Kehdy<\/strong><a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\">[2]<\/a><\/p>\n<p>Em 24 de novembro de 2023, com a presen\u00e7a de v\u00e1rios colegas, aconteceu num clima muito amistoso a apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Ester Alves: sua primeira participa\u00e7\u00e3o j\u00e1 como membro do nosso departamento. Em seu memorial, Ester nos conta que se aproximou da psican\u00e1lise durante a faculdade de psicologia na Universidade de Guarulhos a partir de duas professoras ligadas ao Sedes, iniciando processo anal\u00edtico e supervis\u00e3o.<\/p>\n<p>Depois de formada e de iniciar os atendimentos na cl\u00ednica Conviver, fez o curso de Teoria Psicanal\u00edtica do COGEAE \u2013 PUC\/SP, onde come\u00e7ou uma leitura mais detalhada de Freud. A partir do desafio que a cl\u00ednica com crian\u00e7as despertava: de leitura, interven\u00e7\u00e3o e manejo, especialmente dos pais, ingressou no curso de Psican\u00e1lise com Crian\u00e7as do Sedes.<\/p>\n<p>Participou da funda\u00e7\u00e3o da <em>Rede de Atendimento Psicanal\u00ed<\/em><em>tico<\/em>, com Lia Pitliuk. Espa\u00e7o muito importante no seu percurso: A <em>Rede<\/em> se constitui em uma proposta de trabalho horizontal entre analistas em diferentes momentos da forma\u00e7\u00e3o e advindos de escolas heterog\u00eaneas que, juntos, visam fomentar sua atividade cl\u00ednica, visto que a sustenta\u00e7\u00e3o do trip\u00e9 de forma\u00e7\u00e3o depende dessa atividade. Na <em>Rede<\/em>, cada ponto pertinente \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o e \u00e0 sustenta\u00e7\u00e3o do grupo \u00e9 discutido horizontalmente a partir do que \u00e9 assumido como crit\u00e9rio para a entrada: ter decidido pela psican\u00e1lise e estar comprometido com essa decis\u00e3o. No mais, \u00e9 o exerc\u00edcio da autonomia e responsabilidade.<\/p>\n<p>Em 2004, iniciou na PUC, com Alfredo Naffah, pesquisa de mestrado, cujo t\u00edtulo \u00e9 <em>Poss<\/em><em>\u00edveis significa\u00e7\u00f5es na cl\u00ed<\/em><em>nica psicanal<\/em><em>\u00edtica a partir do estudo dos mecanismos de recalque e recusa e da dissocia\u00e7\u00e3o do ego <\/em>(2007)[1]. Nesta \u00e9poca, supervisionou com Mario Fuks o caso que trabalhou na disserta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As inquieta\u00e7\u00f5es continuaram presentes na cl\u00ednica e a levaram de volta ao Sedes em 2010, quando ingressou no curso <em>Psicopatologia psicanal<\/em><em>\u00ed<\/em><em>tica e cl<\/em><em>\u00ed<\/em><em>nica contempor<\/em><em>\u00e2nea, <\/em>em que cursou o 1o ano. O interesse pela escrita da cl\u00ednica a levou a outro curso de aprimoramento no Sedes, <em>Escrita em psican\u00e1lise<\/em>, ministrado por Ana Maria Medeiros da Costa. Esse estudo e outros, que a partir da\u00ed se desdobraram, contribu\u00edram para ela fazer frente \u00e0s indaga\u00e7\u00f5es sobre a cl\u00ednica contempor\u00e2nea. Qual a condi\u00e7\u00e3o de escrita numa cultura em que predomina a imagem, em que os objetos pululam na vala comum do consumo, em que as refer\u00eancias temporais e espaciais foram alteradas, em que a presen\u00e7a corporal \u00e9 substitu\u00edda pela virtualidade, em que as compuls\u00f5es e as manifesta\u00e7\u00f5es sintom\u00e1ticas predominam em detrimento do sintoma, na qual a borda (ou o furo no qual ela deveria se situar) \u00e9 tamponada pelo objeto da adic\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>Desde abril de 2021, faz parte do grupo de trabalho do Departamento <em>Psican<\/em><em>\u00e1<\/em><em>lise e Contemporaneida<\/em><em>de<\/em> numa aposta de ter um lugar institucional de pertin\u00eancia e produ\u00e7\u00e3o mais sistem\u00e1tica. Escolheu este grupo movida pelo interesse pelo tema, principalmente, depois da pandemia de COVID 19.<\/p>\n<p>Pensar sobre o esgar\u00e7amento do tecido social brasileiro decorrente da recusa de uma longa hist\u00f3ria de viol\u00eancia, que resultou em problemas como diferen\u00e7as sociais e econ\u00f4micas abissais, viol\u00eancia e assassinato disseminados entre a camada mais pobre, bem como sobre o mundo globalizado, os avan\u00e7os tecnol\u00f3gicos e seus impactos sobre a pol\u00edtica, a cultura, a arte e, consequentemente, o que produzem na vida cotidiana de cada um em grupo \u00e9 uma de suas apostas para seguir exercendo a psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Acompanhamos sua escuta delicada de um caso cl\u00ednico no qual as perguntas e respostas do sujeito se aportavam no aqui e agora narc\u00edsico e imagin\u00e1rio, narcisismo incrementado pela condi\u00e7\u00e3o de globaliza\u00e7\u00e3o e velocidade da banda larga e pelo deslizamento incessante das figura\u00e7\u00f5es de objetos de consumo. Neste cen\u00e1rio, a ang\u00fastia, os<em> actings<\/em> e as passagens ao ato foram frequentes e a rela\u00e7\u00e3o transferencial surgiu como possibilidade de um ponto de parada e da precipita\u00e7\u00e3o de um referente a partir do qual o sujeito se situe, podendo sonhar, produzir sintoma e vislumbrar um alhures.<\/p>\n<p>Ester, seja bem-vinda!<\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o na gest\u00e3o 2022-2023.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante da Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o e articuladora da \u00c1rea de Cursos na gest\u00e3o 2024-2025 do Conselho de Dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pela Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[48],"edicao":[249],"autor":[100,124],"class_list":["post-3029","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-do-departamento","tag-comissao-de-admissao","edicao-boletim-70","autor-elcio-goncalves","autor-roberta-kehdy","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3029"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3029\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3110,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3029\/revisions\/3110"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3029"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=3029"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=3029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}