{"id":3171,"date":"2024-06-15T15:17:28","date_gmt":"2024-06-15T18:17:28","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=3171"},"modified":"2024-06-15T15:17:28","modified_gmt":"2024-06-15T18:17:28","slug":"conflito-e-sintoma-uma-abordagem-da-teoria-psicanalitica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2024\/06\/15\/conflito-e-sintoma-uma-abordagem-da-teoria-psicanalitica\/","title":{"rendered":"Conflito e Sintoma: uma abordagem da teoria psicanal\u00edtica"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Conflito e Sintoma: uma abordagem da teoria psicanal\u00edtica<\/strong><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\"><strong><sup>[1]<\/sup><\/strong><\/a><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Eliane Berger<\/strong><a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\"><strong><sup>[2]<\/sup><\/strong><\/a><strong> e Soraia Bento<\/strong><a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\"><strong><sup>[3]<\/sup><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Tudo come\u00e7ou em 1996.<\/p>\n<p>Com o desejo de ampliar os trabalhos no Departamento e fazer crescer a rela\u00e7\u00e3o que nossa institui\u00e7\u00e3o tem com a comunidade, Ana Maria Sigal e Luc\u00eda Barbero Fuks come\u00e7aram um novo projeto.<\/p>\n<p>Propuseram a cria\u00e7\u00e3o de um novo curso no Departamento de Psicana\u0301lise, um curso que oferecesse uma via de entrada para aqueles que teriam interesse em se aproximar da leitura psicanali\u0301tica da obra de Freud.<\/p>\n<p>Os interessados poderiam ser tanto jovens profissionais do mundo Psi (psico\u0301logos, psiquiatras) que desejariam aprofundar seu saber sobre a psicana\u0301lise e de se tornarem, no futuro, psicanalistas, como tambe\u0301m se destinaria a socio\u0301logos, historiadores, jornalistas, nutricionistas, assistentes sociais, psicopedagogos, professores, artistas, advogados, terapeutas ocupacionais, profissionais que almejariam utilizar a psicana\u0301lise para ampliar seu olhar em rela\u00e7\u00e3o a seu pro\u0301prio campo de trabalho.<\/p>\n<p>Pois e\u0301&#8230; um pu\u0301blico bem heterog\u00eaneo&#8230; gostamos disso! Mas como trabalhar?<\/p>\n<p>N\u00e3o queri\u0301amos oferecer um curso introduto\u0301rio \u00e0 psicana\u0301lise, n\u00e3o queri\u0301amos simplificar conceitos, n\u00e3o queri\u0301amos voos panor\u00e2micos. Queri\u0301amos, sim, apresentar o pensamento psicanali\u0301tico em sua complexidade, no que ele tem de original, em sua abrang\u00eancia e em sua dificuldade. Queri\u0301amos, assim, oferecer aos alunos um contato com aquilo que a psicana\u0301lise tem de mais instigante, ou seja, o reconhecimento da impossibilidade de se apropriar de um saber supostamente completo, acabado, sem fendas, algo que poderi\u0301amos chamar de um saber constitui\u0301do ou institui\u0301do.<\/p>\n<p>Nosso desejo era experimentar junto aos alunos o desafio e a rela\u00e7\u00e3o com um conhecimento que fisga, que e\u0301 por si instituinte, que nos deixa sempre \u00e0 beira do que n\u00e3o se alcan\u00e7a. Para lidar com esse fim que nunca chega, era preciso fazer trabalhar o narcisismo, a castra\u00e7\u00e3o, o descentramento que ataca as certezas do Eu, como elementos constitutivos de um estudo e de uma pr\u00e1xis encarnados na pro\u0301pria forma de transmitir. A nossa preocupa\u00e7\u00e3o n\u00e3o era a quantidade de textos a serem estudados mas, sim, um modo de ser e estar frente ao conhecimento. Cada novo conceito n\u00e3o se apresentaria como conclusivo, mas, antes, como uma forma que abre caminhos para novas interroga\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Para podermos produzir esse espa\u00e7o vivo de trocas, escolhemos trabalhar com os alunos em pequenos grupos (ate\u0301 18 alunos) acompanhados por um coordenador, durante todo o ano.<\/p>\n<p>Dizemos que a experi\u00eancia de aprendizagem da psicana\u0301lise, a fazemos melhor, quando estamos em boa companhia. Por isso nos dedicamos \u00e0 constru\u00e7\u00e3o desses grupos de trabalhos, tanto no momento da sele\u00e7\u00e3o e organiza\u00e7\u00e3o dos alunos em seus grupos, como na aten\u00e7\u00e3o a\u0300s mu\u0301ltiplas transfer\u00eancias existentes, transfer\u00eancias com o coordenador, com os colegas de grupo, com os textos, com o Sedes, com o Departamento\u2026<\/p>\n<p>E o programa? Que caminhos percorrer? Como fazer para priorizar os alicerces que constituiriam os andaimes do nosso curso? Como fazer isto frente a\u0300 complexidade e abrang\u00eancia do saber psicanali\u0301tico, por onde come\u00e7ar?<\/p>\n<p>Foi assim que escolhemos trabalhar com o <em>conflito <\/em>e com o<em> sintoma <\/em>como vias de entrada ao inconsciente. Para apreender estes conceitos era necessa\u0301rio acompanhar as preocupa\u00e7\u00f5es freudianas que mant\u00e9m o papel do pulsional e da sexualidade como eixo, sendo estas preocupa\u00e7\u00f5es marcadas no campo da alteridade.<\/p>\n<p>Trajetos pulsionais e psicossexualidade, sintomas como express\u00e3o de conflitos n\u00e3o resolvidos que ligam a ambival\u00eancia do sujeito com o Outro e que garantem a filia\u00e7\u00e3o nas gera\u00e7\u00f5es, regulam a vida social e marcam a diferen\u00e7a entre os sexos. Entramos assim, no campo do E\u0301dipo.<\/p>\n<p>Nosso programa conte\u0301m os elementos teo\u0301ricos fundamentais para pensar o sintoma, a psicopatologia e as forma\u00e7\u00f5es do inconsciente. Esses s\u00e3o conceitos centrais da psicana\u0301lise que permitem uma melhor compreens\u00e3o dos processos psi\u0301quicos e consequentemente proporcionam elementos referenciais para a condu\u00e7\u00e3o da cura. S\u00e3o conceitos de grande valia para todos esses profissionais que t\u00eam nos procurado (cerca de 1.500 alunos, nos u\u0301ltimos 17 anos).<\/p>\n<p>A partir desse mergulho na teoria e dessa estrate\u0301gia de transmiss\u00e3o em pequenos grupos coordenados, os alunos podem refletir de outra forma sobre a especificidade de sua disciplina e pra\u0301tica profissional, apoiando-se e fazendo trabalhar em si o \u201cbarulho\u201d que produz o encontro vivo com a psicana\u0301lise.<\/p>\n<p>Nosso autor sempre foi Freud porque temos a convic\u00e7\u00e3o de que a melhor entrada para o estudo da psicana\u0301lise e\u0301 a que est\u00e1 baseada na obra de seu fundador.<\/p>\n<p>O nosso trabalho: aprender a ler seus textos e aprender sua rela\u00e7\u00e3o com a cli\u0301nica. Assim ja\u0301 come\u00e7a o exerci\u0301cio de psicana\u0301lise, porque induz \u00e0 necessidade de se haver com o pro\u0301prio inconsciente. N\u00e3o exigimos ana\u0301lise pessoal, mas observamos que esta muitas vezes se imp\u00f5e como demanda pro\u0301pria dos alunos, em fun\u00e7\u00e3o do burburinho que provoca o contato com a obra freudiana.<\/p>\n<p>Tre\u0302s anos apo\u0301s o in\u00edcio do curso, incorporamos um segundo ano optativo para dar vaz\u00e3o \u00e0 necessidade e ao desejo que nossos alunos expressavam de aprofundarem um pouco mais seus conhecimentos sobre Conflito e Sintoma. A tema\u0301tica escolhida para esse segundo mo\u0301dulo foi a sexualidade infantil, desdobramento que nos ajudou a trabalhar com mais vagar e consist\u00eancia as quest\u00f5es concernentes aos conflitos psi\u0301quicos, aos sintomas psi\u0301quicos e o complexo de E\u0301dipo.<\/p>\n<p>Outra modifica\u00e7\u00e3o que introduzimos com o passar do tempo, e em concord\u00e2ncia com o projeto da Cli\u0301nica do Sedes, foi permitir que os alunos psico\u0301logos e me\u0301dicos se incorporassem a um esta\u0301gio, para o qual criamos espa\u00e7os pertinentes de supervis\u00e3o que acompanhassem o trabalho cli\u0301nico. Esta oportunidade tem sido especialmente valorizada pelos alunos que passam por uma sele\u00e7\u00e3o especi\u0301fica para o esta\u0301gio.<\/p>\n<p>SOBRE O ESTA\u0301GIO NA CLI\u0301NICA<\/p>\n<p>Como dito anteriormente, nosso pu\u0301blico e\u0301 heteroge\u0302neo e, dentre ele, ha\u0301 quem busque iniciar a sua forma\u00e7\u00e3o em psicana\u0301lise e precisa ou quer uma experi\u00eancia cli\u0301nica na institui\u00e7\u00e3o. Vale dizer que, se um grande nu\u0301mero de alunos passou pelo curso, um nu\u0301mero reduzido tem acesso \u00e0 Cli\u0301nica. A sele\u00e7\u00e3o e\u0301 criteriosa e filtra uma me\u0301dia de 6 alunos por ano.<\/p>\n<p>Uma vez que somos um curso de aprimoramento, os candidatos aptos ao trabalho na Cli\u0301nica devem ser psico\u0301logos ou me\u0301dicos (em conformidade com as normas da Cli\u0301nica) e, obrigatoriamente, comprometem-se a fazer os dois anos de curso, optativo para os demais alunos. A sele\u00e7\u00e3o para o esta\u0301gio come\u00e7a com uma nova entrevista, realizada, nesse caso, por uma das coordenadoras, Ana ou Luc\u00eda. Indicamos, portanto, aqueles que preenchem os crite\u0301rios, para seguirem na sele\u00e7\u00e3o no \u00e2mbito da Cli\u0301nica Psicolo\u0301gica do Instituto. Pensamos que esse dispositivo conjunto cumpre a fun\u00e7\u00e3o de referendar a dupla inser\u00e7\u00e3o que ter\u00e3o que assumir: na Cli\u0301nica do Instituto e no Curso. A analogia com uma dobradi\u00e7a pode ilustrar, com precis\u00e3o, a articula\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os de pertin\u00eancia. Quando finalmente selecionados, ser\u00e3o alocados em uma das reuni\u00f5es de Equipe cli\u0301nica que funcionam coordenadas pela equipe fixa (efetiva).<\/p>\n<p>Esses alunos selecionados ja\u0301 partem da condi\u00e7\u00e3o de sustentar o tripe\u0301 da forma\u00e7\u00e3o, com percurso teo\u0301rico sendo desenvolvido, um necessa\u0301rio tempo de ana\u0301lise pessoal, inclusive em andamento e, a partir do ingresso, uma supervis\u00e3o dada pelo curso.<\/p>\n<p>Entendemos ser esse o momento privilegiado de fazer conversar a cli\u0301nica com a teoria. Uma pra\u0301tica supervisionada, inserida em um curso, possibilita que os efeitos inconscientes que o saber sobre o mesmo provoca sejam escutados e trabalhados por meio das transfer\u00eancias do terapeuta com o supervisor, com o coordenador de Equipe cli\u0301nica, como tambe\u0301m, com os pacientes.<\/p>\n<p>Sabemos que a forma\u00e7\u00e3o reflete os ideais do grupo que a sustenta. Nesse sentido, nossas escolhas v\u00e3o nos posicionando em termos e\u0301ticos, teo\u0301ricos e ideolo\u0301gicos no vasto campo da psicana\u0301lise. Optamos pela supervis\u00e3o grupal por acreditarmos que, nesse primeiro momento, o terapeuta possa entrar em contato com a leitura proposta pelo supervisor nos diferentes casos em andamento sob diferentes manejos em conson\u00e2ncia com o projeto cli\u0301nico para cada um. Tambe\u0301m garante o contato com uma variedade de material cli\u0301nico e convoca os participantes como interlocutores no racioci\u0301nio cli\u0301nico, o que, acreditamos, e\u0301 um bom aliado no aprofundamento da autonomia exigida no momento dos atendimentos.<\/p>\n<p>Trabalhamos a dina\u0302mica grupal, desde a sua forma\u00e7\u00e3o, para sua consolida\u00e7\u00e3o como grupo. Trabalhamos os conflitos e resist\u00eancias que v\u00e3o surgindo como ecos da complexidade da tarefa. Propomos entradas em tempos distintos, ou seja, os novos integrantes s\u00e3o recebidos por um grupo que tem um ano de trabalho conjunto, ou seja, terapeutas que est\u00e3o no segundo ano do curso. Assim, os novos integrantes, enquanto aguardam o tempo de ambienta\u00e7\u00e3o institucional para receber casos, podem participar das reflex\u00f5es acerca dos casos em andamento. Quando iniciamos um grupo novo, s\u00e3o trabalhados textos sobre as primeiras entrevistas em psicana\u0301lise para criarmos um reperto\u0301rio comum e fazemos discuss\u00f5es das vinhetas cli\u0301nicas que foram elaboradas por eles durante o processo de sele\u00e7\u00e3o. Todo esse trabalho visa aquecer os tambores para a tarefa cli\u0301nica e consolidar a ideia de que s\u00e3o terapeutas em condi\u00e7\u00f5es de sustentar os lugares transferenciais que assumir\u00e3o. Historicamente, sabemos que o projeto e\u0301tico-poli\u0301tico dessa Cli\u0301nica afasta a concep\u00e7\u00e3o de uma cli\u0301nica-escola e se afirma como uma cli\u0301nica voltada para o atendimento das demandas do pu\u0301blico que nos procura. Nos fo\u0301runs de discuss\u00e3o do esta\u0301gio, ve\u0302m-se pensando em nomear de modo mais expli\u0301cito o grau de maturidade e experi\u00eancia exigidas. Como podem notar, escolhemos o tempo todo chama\u0301-los de terapeutas e n\u00e3o de estagia\u0301rios para firmar essa posic\u0327\u00e3o.<\/p>\n<p>O trabalho cli\u0301nico tem a especificidade de ser organicamente pensado desde um referencial teo\u0301rico e desde uma transfer\u00eancia pre\u0301via a\u0300 figura do terapeuta, advinda da institui\u00e7\u00e3o que o recebe. Insistimos, o paciente e\u0301 do Sedes e isso faz toda a diferen\u00e7a na condu\u00e7\u00e3o da pra\u0301tica. O paciente e o terapeuta s\u00e3o abrigados por um conjunto de normas de funcionamento que precisam ser considerados, como, por exemplo, as condi\u00e7\u00f5es de pagamento e gratuidade, a importante quest\u00e3o das faltas no curso do tratamento e os dispositivos cli\u0301nicos existentes para a eventual necessidade de uma rede nos casos mais graves e a possibilidade de permanecer em atendimento, mesmo depois de encerrado o esta\u0301gio daquele terapeuta.<\/p>\n<p>Todo esse cuidado, entretanto, e\u0301 invariavelmente atravessado pelos sintomas das diferentes inst\u00e2ncias em intersec\u00e7\u00e3o: paciente, din\u00e2mica grupal e institucional. E\u0301 aqui que, a\u0301rdua tarefa, podemos ver <em>in loco<\/em> a presen\u00e7a dos fen\u00f4menos inconscientes operando em va\u0301rios ni\u0301veis. E\u0301 assim que podemos experimentar as ferramentas que a pro\u0301pria psicana\u0301lise oferece para identifica\u0301-los e posteriormente maneja\u0301-los.<\/p>\n<p>Para finalizar, vale assinalar que nos deparamos com uma procura cada vez mais frequente de casos graves, por vezes muito graves, se comparados aos neuro\u0301ticos das cura-tipo. Fazemos, assim, um trabalho artesanal de construir redes que possam dar sustenta\u00e7\u00e3o a\u0300 massividade da transfer\u00eancia. Isso e\u0301 resultado tanto dos desafios da vida contempor\u00e2nea, como tambe\u0301m do escasseamento de recursos de sau\u0301de pu\u0301blica para conte\u0302-los. E\u0301 sempre bom lembrar o quanto a Cli\u0301nica do Sedes tem uma longa tradi\u00e7\u00e3o de excel\u00eancia e, justamente por isso, e\u0301 escolhida por sujeitos em grande estado de sofrimento. Sendo essa a nossa realidade, sera\u0301 esse o nosso desafio.<\/p>\n<p>Enfim, a equipe quer deixar o testemunho do valor fundamental que representam para no\u0301s as reuni\u00f5es de equipe que realizamos quinzenalmente, nas quais discutimos o andamento dos grupos, nos debru\u00e7amos sobre temas teo\u0301ricos e suas dificuldades de transmiss\u00e3o, ou quest\u00f5es relativas ao esta\u0301gio dos alunos na cli\u0301nica, transformando-se, esse espa\u00e7o quinzenal, num verdadeiro encontro.<\/p>\n<p>_______________<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> Originalmente apresentado no evento Entretantos 1, realizado pelo Departamento de Psican\u00e1lise nas depend\u00eancias do Instituto Sedes Sapientiae em 28 e 29 de mar\u00e7o de 2014. A equipe do curso era ent\u00e3o composta pelos professores Alessandra Sapoznik, Christiana Cunha Freire, Daniela Danesi, Eliane Berger, Iso Ghertman, Maria Marta Azzolini, Natalia Gola, Noemi Moritz Kon, Sandra Navarro e Soraia Bento e pelas coordenadoras Ana Maria Sigal e Luci\u0301a Barbero Fuks.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> A saudosa psicanalista Eliane Berger foi membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae e professora do curso Cl\u00ednica Psicanal\u00edtica: Conflito e Sintoma at\u00e9 seu falecimento, ocorrido em 12 de novembro de 2017.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, Soraia Bento foi professora no curso Cl\u00ednica Psicanal\u00edtica: Conflito e Sintoma at\u00e9 seu ingresso na equipe de professores do Curso de Psican\u00e1lise, onde segue trabalhando.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desafios da constru\u00e7\u00e3o de um projeto em conson\u00e2ncia com a complexidade e a abrang\u00eancia do pensamento psicanal\u00edtico.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[262],"tags":[53,181],"edicao":[263],"autor":[277,230],"class_list":["post-3171","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-conflito-e-sintoma","tag-conflito-e-sintoma","tag-entretantos","edicao-boletim-71","autor-eliane-berger","autor-soraia-bento","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3171","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3171"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3171\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3172,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3171\/revisions\/3172"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3171"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3171"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3171"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=3171"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=3171"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}