{"id":3377,"date":"2024-11-20T18:22:29","date_gmt":"2024-11-20T21:22:29","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=3377"},"modified":"2024-11-20T18:44:00","modified_gmt":"2024-11-20T21:44:00","slug":"grupo-de-trabalho-pensamento-e-clinica-nao-mecanicos-de-christopher-bollas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2024\/11\/20\/grupo-de-trabalho-pensamento-e-clinica-nao-mecanicos-de-christopher-bollas\/","title":{"rendered":"Grupo de trabalho: Pensamento e cl\u00ednica n\u00e3o mec\u00e2nicos de Christopher Bollas"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Grupo de trabalho: Pensamento e cl\u00ednica n\u00e3<\/strong><strong>o mec<\/strong><strong>\u00e2nicos de Christopher Bollas<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><strong>S<\/strong><strong>\u00e9<\/strong><strong>rgio de Gouv\u00ea<\/strong><strong>a Franco<\/strong><a href=\"#_edn1\" name=\"_ednref1\"><strong><sup>[1]<\/sup><\/strong><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Poderia citar v\u00e1rios, mas <em>Os humores e o processo conservativo<\/em><a href=\"#_edn2\" name=\"_ednref2\"><em><sup>[2]<\/sup><\/em><\/a> \u00e9 um dos cap\u00edtulos de Bollas que me impacta. Fico pensando em um paciente que, sess\u00e3o atr\u00e1s de sess\u00e3o, manifesta uma disposi\u00e7\u00e3o de esp\u00edrito caracter\u00edstica (humor) extremamente raivosa. Penso em minha pr\u00f3pria inf\u00e2ncia, lar austero, e o humor que teria ajudado a construir em mim. Bollas discute como aquilo que n\u00e3o pode ser representado apareceria na transfer\u00eancia como um certo humor. O humor na vida adulta conserva, veja o t\u00edtulo do cap\u00edtulo, inconscientemente, a experi\u00eancia traum\u00e1tica da inf\u00e2ncia. Quem estuda Bollas se v\u00ea subitamente enriquecido na compreens\u00e3o do humano e mais bem aparelhado para a dura tarefa de escutar os outros.<\/p>\n<p>Na <em>Percurso<\/em> n\u00famero 71 aparece artigo meu, <em>A vida na era da perplexidade<\/em>, que discute <em>Meaning and melancholia. Life in the <\/em><em>a<\/em><em>ge of Bewilderment<\/em><a href=\"#_edn3\" name=\"_ednref3\"><em><sup>[3]<\/sup><\/em><\/a>, livro recente de Bollas ainda sem tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas. O t\u00edtulo traduzido literalmente seria: <em>Sentido e melancolia, a vida na era da perplexidade<\/em>. Reproduzido aqui algumas linhas do meu artigo na <em>Percurso<\/em>:<\/p>\n<p>Queremos ver se conseguimos entender um pouco a condi\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica atual, em que se acentuam a experi\u00eancia do vazio, da fragmenta\u00e7\u00e3o e da incapacidade de conviver com o outro. Queremos tangenciar temas relativos \u00e0 psicopatologia que se expressam nas rela\u00e7\u00f5es sociais contempor\u00e2neas. Estruturamos nossa escrita assim: come\u00e7amos com o ambiente cultural contempor\u00e2neo e sua conex\u00e3o com o funcionamento mental. Depois passamos do tema da perplexidade \u00e0 quest\u00e3o da democracia e \u00e0 quest\u00e3o aterradora da amea\u00e7a da democracia<a href=\"#_edn4\" name=\"_ednref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Em muitos de seus escritos, Bollas vai do consult\u00f3rio ao ambiente cultural e pol\u00edtico, n\u00e3o tanto como um cientista social, mas como um psicanalista que demonstra a viol\u00eancia da nega\u00e7\u00e3o e da loucura social.<\/p>\n<p>Em <em>O m<\/em><em>omento <\/em><em>f<\/em><em>reudiano<\/em><a href=\"#_edn5\" name=\"_ednref5\"><em><sup>[5]<\/sup><\/em><\/a>, livro que acaba de ser relan\u00e7ado em portugu\u00eas, Bollas oferece um impressionante cap\u00edtulo de natureza, digamos, epistemol\u00f3gica: <em>O que <\/em><em>\u00e9 <\/em><em>teoria?<\/em> Uma epistemologia, deixemos claro, de inspira\u00e7\u00e3o psicanal\u00edtica: no inconsciente convivem diversas ideias em oposi\u00e7\u00e3o. Bollas, muito longe de um ecletismo f\u00e1cil, vai propor uma conviv\u00eancia, como no inconsciente, de v\u00e1rias leituras psicanal\u00edticas: \u201cIsso me levou a apreciar o valor das teorias psicanal\u00edticas como formas de percep\u00e7\u00e3o.\u201d Mais para frente: \u201cExiste uma \u00e9tica da percep\u00e7\u00e3o. As teorias n\u00e3o s\u00e3o simplesmente formas de percep\u00e7\u00e3o. Quando praticadas, tornam-se decis\u00f5es \u00e9ticas.\u201d<a href=\"#_edn6\" name=\"_ednref6\"><sup>[6]<\/sup><\/a> Combatendo a guerra entre as escolas e a luta pelo poder dentro das institui\u00e7\u00f5es psicanal\u00edticas, sustenta uma vis\u00e3o inclusiva que permite ao analista se enriquecer com a contribui\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios autores. Nenhuma Escola d\u00e1 conta plenamente do inconsciente e da realidade. Reconhecimento dos limites da pr\u00f3pria teoria, disponibilidade para sustentar o pr\u00f3prio desconhecimento e prontid\u00e3o para aprender s\u00e3o requisitos indispens\u00e1veis te\u00f3rica e clinicamente.<\/p>\n<p>Do consult\u00f3rio \u00e0 pol\u00edtica, da pol\u00edtica \u00e0 epistemologia, Bollas \u00e9 um autor contempor\u00e2neo, vivo, que n\u00e3o pode ser desconsiderado<a href=\"#_edn7\" name=\"_ednref7\"><sup>[7]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Te\u00f3rico agudo, com rica cl\u00ednica que enfrenta as mais variadas psicopatologias. Sua experi\u00eancia \u00e9 ao mesmo tempo com a neurose, com pacientes graves e psic\u00f3ticos. Estudou hist\u00f3ria e literatura nos EUA, com tese de doutorado sobre Hermann Melville, o autor de <em>Moby Dick<\/em>. Fez forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise em Londres, tendo sido influenciado pelo chamado Grupo Independente da <em>Sociedade Brit\u00e2nica de Psican\u00e1lise<\/em>, cujo principal nome foi Winnicott. Mas ele \u00e9 sobretudo um freudiano. Al\u00e9m da Inglaterra, onde clinicou por d\u00e9cadas, dialoga tamb\u00e9m com a Fran\u00e7a de Lacan, de Pontalis e de Andr\u00e9 Green, tendo publicado na <em>Nouvelle Revue de Psychanalyse<\/em>. Viajou mundo afora, destaque para seu trabalho na It\u00e1lia, incluindo visitas ao Brasil. Faz leitura inovadora de <em>A i<\/em><em>nterpreta<\/em><em>\u00e7\u00e3o de sonhos <\/em>de Freud, valorizando o que chama de <em>genera<\/em>, a parte mais criativa e de mais f\u00e1cil acesso do inconsciente. Bollas \u00e9 autor de cerca de duas dezenas de livros de grande impacto, incluindo quatro romances.<\/p>\n<p>O Grupo de Trabalho (GT) do <em>Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae<\/em>, com o mesmo t\u00edtulo que d\u00e1 nome a este texto, se prop\u00f5e a estudar a cl\u00ednica e o pensamento de Bollas. A proposta \u00e9 que o Grupo de Trabalho tenha autonomia para aprofundar ou deixar de lado temas, ou acrescentar estudos paralelos em outros autores que possam iluminar o caminho. Trata-se de uma constru\u00e7\u00e3o coletiva, que visa finalmente enriquecer o pensamento, a cl\u00ednica e a pr\u00f3pria vida no contato com Bollas.<\/p>\n<p>O prop\u00f3sito inicial do grupo seria estudar sua biografia e bibliografia, refletindo sobre o impacto renovador de seu trabalho. Inescap\u00e1vel primeiramente \u00e9 o estudo do seu primeiro livro <em>A sombra do objeto \u2013 <\/em><em>Psican<\/em><em>\u00e1lise do conhecido n\u00e3o pensado<\/em>, de 1987, verdadeiro manifesto e plataforma de seu pensamento, onde est\u00e1 presente um conjunto de conceitos que ser\u00e3o desenvolvidos e complementados em livros posteriores. Neste livro, aparece, j\u00e1 no primeiro cap\u00edtulo, a no\u00e7\u00e3o de <em>objeto transformacional<\/em>, reflex\u00e3o aguda sobre o que p\u00f5e uma an\u00e1lise e uma vida em andamento, ou na sua aus\u00eancia as estanca.<\/p>\n<p>Lan\u00e7ado este fundamento, seguiria o estudo detalhado da cl\u00ednica da neurose, fronteiri\u00e7os e psicose em Bollas, sobretudo baseado em seus livros <em>Hysteria<\/em><a href=\"#_edn8\" name=\"_ednref8\"><em><sup><strong>[<\/strong>8]<\/sup><\/em><\/a>, S<em>egure-os antes que caiam<\/em><a href=\"#_edn9\" name=\"_ednref9\"><em><sup>[9]<\/sup><\/em><\/a> e <em>When the <\/em><em>sun b<\/em><em>ursts, the enigma of schizofrenia<\/em><a href=\"#_edn10\" name=\"_ednref10\"><em><sup>[10]<\/sup><\/em><\/a>, este \u00faltimo ainda sem tradu\u00e7\u00e3o para o portugu\u00eas.<\/p>\n<p>Um dos eixos de trabalho do grupo seria o estudo da tem\u00e1tica da contratransfer\u00eancia. O tema da contratransfer\u00eancia tem uma longa carreira na hist\u00f3ria da psican\u00e1lise, que j\u00e1 come\u00e7a em Freud, passa por Paula Heimann, Margareth Little, Donald Winnicott e tantos outros. Christopher Bollas est\u00e1 plenamente consciente de todo este legado e \u00e9 verdadeiro herdeiro, int\u00e9rprete e aperfei\u00e7oador da tradi\u00e7\u00e3o que reflete sobre a contratransfer\u00eancia.<\/p>\n<p>Por fim, viriam os temas finais de sua obra. A rela\u00e7\u00e3o entre pol\u00edtica e psican\u00e1lise que aparece sobretudo em seu livro <em>Meaning and <\/em><em>m<\/em><em>elancholia. Life in the <\/em><em>a<\/em><em>ge of <\/em><em>B<\/em><em>ewilderment<\/em>. E a rela\u00e7\u00e3o da psican\u00e1lise com o pensamento oriental, que aparece em seu livro <em>China em m<\/em><em>ente<\/em><a href=\"#_edn11\" name=\"_ednref11\"><em><sup>[11]<\/sup><\/em><\/a>. Discuss\u00f5es sobre est\u00e9tica, literatura e filosofia coroam o estudo deste autor instigante, que pertence \u00e0 chamada Psican\u00e1lise de rela\u00e7\u00e3o de objetos.<\/p>\n<p>O GT est\u00e1 come\u00e7ando e est\u00e1 aberto \u00e0 entrada de novos membros. Encontros mensais na segunda sexta-feira de cada m\u00eas, das 13h30 \u00e0s 15h30, presencialmente no Sedes. <em>Coordenador<\/em>: S\u00e9rgio de Gouv\u00eaa Franco. Email: <a href=\"mailto:sg-franco@uol.com.br\">sg-franco@uol.com.br<\/a>. WhatsApp: (11) 99685.0824.<\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref1\" name=\"_edn1\">[1]<\/a> S\u00e9rgio \u00e9 psicanalista com forma\u00e7\u00e3o no Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae; membro deste Departamento. Doutor pela Unicamp e p\u00f3s-doutor em psicologia cl\u00ednica pela PUC-SP. Atual presidente da Associa\u00e7\u00e3o Universit\u00e1ria de Pesquisa em Psicopatologia Fundamental (AUPPF). Autor do livro <em>Hermen\u00eautica e psican\u00e1lise na obra de Paul Ricoeur <\/em>e, em parceria com Manoel Berlinck e Karin Wondracek, do livro <em>Mandr\u00e1goras, cl\u00ednica psicanal\u00edtica: Freud e Winnicott. <\/em>Organizador do livro <em>Sofrimento ps\u00edquico em tempos sombrios<\/em> e autor do cap\u00edtulo &#8220;A contratransfer\u00eancia em Christopher Bollas\u201d, no livro <em>Por que Bollas?<\/em> (org. Elisa Ulhoa Cintra), entre outras publica\u00e7\u00f5es. Vem se dedicando ao pensamento de Christopher Bollas h\u00e1 seis anos, tendo conduzido v\u00e1rios semin\u00e1rios e proferido palestras sobre ele. Publicou artigos sobre Bollas na <em>Revista Percurso<\/em> 62 (2018) e na <em>Revista Percurso 71<\/em> (2024).<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref2\" name=\"_edn2\">[2]<\/a> Sexto cap\u00edtulo do primeiro livro de Bollas, C. <em>A sombra do objeto. Psican\u00e1lise do conhecido n\u00e3o pensado<\/em>. S\u00e3o Paulo: Escuta, 2015.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref3\" name=\"_edn3\">[3]<\/a> Bollas, C. <em>Meaning and melancholia. Life in the age of Bewilderment. <\/em>London and New York: Routledge, 2018.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref4\" name=\"_edn4\">[4]<\/a> Franco. S. G. <em>A vida na era da perplexidade<\/em>, p. 51. Percurso. Revista de Psican\u00e1lise 71. Ano XXXV: dezembro de 2023.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref5\" name=\"_edn5\">[5]<\/a> Bollas, C. <em>O momento freudiano<\/em>. S\u00e3o Paulo: N\u00f3s, 2024.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref6\" name=\"_edn6\">[6]<\/a> Idem, pp. 137 e 139.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref7\" name=\"_edn7\">[7]<\/a> Bollas nasceu em Washington, capital dos EUA, em 1943; neste ano de 2024 vai completar 81 anos. Seu pai era franc\u00eas, vivendo em Paris at\u00e9 o in\u00edcio da adolesc\u00eancia, depois morou na Argentina, na Inglaterra e finalmente foi morar nos EUA. Sua m\u00e3e era californiana, dona de casa e pianista. Christopher \u00e9 o mais velho de tr\u00eas filhos. A fam\u00edlia viveu em v\u00e1rios lugares na Calif\u00f3rnia. Estudou ci\u00eancias pol\u00edticas e hist\u00f3ria na Universidade de Virginia e Berkeley.<\/p>\n<p>Sabemos que come\u00e7ou a trabalhar em um centro de atendimento de autistas e psic\u00f3ticos na Universidade de Berkeley. Decidiu se tornar psicanalista, mas n\u00e3o quis fazer medicina ou psicologia. Decidiu seguir os estudos na Universidade de Buffalo, com um doutorado em literatura, com \u00e1rea de concentra\u00e7\u00e3o em <em>psican\u00e1lise e literatura<\/em>. Em 1973, com 30 anos, foi para Londres fazer forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise, j\u00e1 que nos EUA isto n\u00e3o lhe era poss\u00edvel, sem ser psic\u00f3logo ou m\u00e9dico.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref8\" name=\"_edn8\">[8]<\/a> Bollas, C. <em>Hysteria<\/em>. S\u00e3o Paulo, Escuta, 2000.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref9\" name=\"_edn9\">[9]<\/a> Bollas, C. <em>Segure-os antes que caiam<\/em>. S\u00e3o Paulo: N\u00f3s, 2024<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref10\" name=\"_edn10\">[10]<\/a> Bollas, C. <em>When the sun bursts, the enigma of schizofrenia. <\/em>New Haven and London: Yale University. 2015.<\/p>\n<p><a href=\"#_ednref11\" name=\"_edn11\">[11]<\/a> Bollas, C. <em>China em mente<\/em>. London and New York: Routledge, 2013.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Decidida proposi\u00e7\u00e3o a um estudo \u00e0 escuta da perplexidade frente \u00e0 loucura social. Por S\u00e9rgio de Gouv\u00eaa Franco.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[268],"edicao":[295],"autor":[298],"class_list":["post-3377","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-do-departamento","tag-formacao-continua","edicao-boletim-73","autor-sergio-de-gouvea-franco","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3377","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3377"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3377\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3393,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3377\/revisions\/3393"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3377"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3377"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3377"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=3377"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=3377"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}