{"id":3737,"date":"2025-06-13T17:21:45","date_gmt":"2025-06-13T20:21:45","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=3737"},"modified":"2025-06-13T17:24:58","modified_gmt":"2025-06-13T20:24:58","slug":"apresentacoes-publicas-de-paula-mandel-lia-novaes-serra-marina-singer-figueiredo-e-thais-rodrigues-da-silva-ao-departamento-de-psicanalise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2025\/06\/13\/apresentacoes-publicas-de-paula-mandel-lia-novaes-serra-marina-singer-figueiredo-e-thais-rodrigues-da-silva-ao-departamento-de-psicanalise\/","title":{"rendered":"Apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de Paula Mandel, Lia Novaes Serra, Marina Singer Figueiredo e Thais Rodrigues da Silva ao Departamento de Psican\u00e1lise"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Apresenta\u00e7\u00f5es p\u00fablicas de Paula Mandel, Lia Novaes Serra, Marina Singer Figueiredo e Thais Rodrigues da Silva ao Departamento de Psican\u00e1lise<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Apresenta<\/strong><strong>\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Paula Kahan Mandel<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>p<\/strong><strong>or Gisele Senne de Moraes<\/strong><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>No dia 21\/03\/25, ocorreu a apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica do caso cl\u00ednico de nossa colega Paula Kahan Mandel, intitulado <em>Quando o empurr\u00e3ozinho vira um atropelo<\/em>. Paula nos apresentou uma jovem paciente para quem o bem-intencionado \u201cempurr\u00e3ozinho\u201d do outro ganhava contornos de \u201catropelo\u201d, o que a aprisionava em uma repetida busca por elabora\u00e7\u00e3o, na qual uma cena estava cristalizada: a da menina incapaz de aguentar as situa\u00e7\u00f5es da vida, convocando o outro a resolver por ela, para lhe dar um empurr\u00e3ozinho, situa\u00e7\u00e3o que se presentificou na an\u00e1lise. Paula, ao entender e trabalhar com o papel que lhe foi atribu\u00eddo pela paciente, buscou ajud\u00e1-la a repensar seu papel familiar, em um processo de subjetiva\u00e7\u00e3o em an\u00e1lise. Coincid\u00eancia ou n\u00e3o, um clima amistoso deu o tom da apresenta\u00e7\u00e3o de Paula &#8211; sem atropelos ou empurr\u00f5ezinhos \u2013 marcado por reflex\u00f5es e contribui\u00e7\u00f5es de diferentes colegas que estiveram com ela no dia.<\/p>\n<p>Paula \u00e9 psicanalista e escritora, publicou seu primeiro livro, de contos, em 2016, tendo escrito desde ent\u00e3o livros infantis e pe\u00e7as de teatro. Entre 2015 e 2016, Paula fez o curso Conflito e Sintoma no Departamento e, posteriormente, fez o curso de Psican\u00e1lise no Departamento. Manteve-se na Cl\u00ednica do Sedes neste per\u00edodo (2017-2020), inicialmente como aprimoranda e depois como volunt\u00e1ria. Com a primeira forma\u00e7\u00e3o em direito, Paula enfrentou o desafio de come\u00e7ar a clinicar, o que a motivou a reunir colegas do curso Conflito e Sintoma para organizar uma cl\u00ednica social de atendimento de mulheres em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social. Assim, montou o projeto <em>Primeira Cl\u00ednica<\/em>, que hoje coordena com uma colega psicanalista. O projeto atua em duas pontas, como cl\u00ednica social e como espa\u00e7o para analistas vindos de outras \u00e1reas que buscam iniciar uma cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Seja bem-vinda!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Apresenta<\/strong><strong>\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Lia Novaes Serra<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>p<\/strong><strong>or Gisele Senne de Moraes<\/strong><a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Em um agrad\u00e1vel fim de tarde no dia 28.03.2025, aconteceu a apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Lia Novaes Serra, ato inaugural de sua admiss\u00e3o como membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae.<\/p>\n<p>Lia relatou o caso de uma menina que come\u00e7ou a an\u00e1lise aos 12 anos, ap\u00f3s conflitos escolares que a faziam sentir que era insuport\u00e1vel permanecer na escola. O \u00f3dio que a jovem sentia foi marca desse e de outros acontecimentos em sua vida, sendo igualmente o ponto nodal de seu processo anal\u00edtico. Lia se apresentou muito apropriada de suas reflex\u00f5es ao comunicar o caso, evidenciando a pot\u00eancia do exerc\u00edcio de um pensamento cl\u00ednico para compreens\u00e3o e escolhas sobre o manejo cl\u00ednico e as interven\u00e7\u00f5es realizadas. Assim, foi a partir do \u00f3dio que a an\u00e1lise caminhou. Processo que contou com o uso de recursos gr\u00e1ficos e de escrita como viabilizadores da rela\u00e7\u00e3o transferencial.<\/p>\n<p>Lia fez psicologia na PUC-SP, em seguida fez aprimoramento em psicologia na UBS da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da USP e, depois, fez mestrado em psicologia social no Instituto de Psicologia da USP (IPUSP). No aprimoramento se aproximou da psican\u00e1lise e no mestrado estudou a interna\u00e7\u00e3o de meninos no Juquery na d\u00e9cada de 30, tendo como referencial te\u00f3rico a psican\u00e1lise de grupo, com autores como Ren\u00e9 Kaes e Pichon Rivi\u00e8re. Ingressou no Curso de Psican\u00e1lise do Departamento em 2010. Desde esta \u00e9poca, participa do Verso Psican\u00e1lise, um grupo horizontal de supervis\u00e3o e estudos. Fez, ap\u00f3s o curso do Departamento, um doutorado em que pesquisou crimes de \u00f3dio contra popula\u00e7\u00e3o LGBTQI+ sob orienta\u00e7\u00e3o do psicanalista Nelson da Silva J\u00fanior tamb\u00e9m no IPUSP.<\/p>\n<p>Bem-vinda, Lia!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Apresenta<\/strong><strong>\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Marina Singer Figueiredo<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por Nanci de Oliveira Lima<\/strong><a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Em 09\/05\/2025 o Departamento recebeu Marina Singer Figueiredo em seu primeiro ato como membro, com a apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de seu caso cl\u00ednico in\u00e9dito. Foi com grande alegria que pudemos receb\u00ea-la e acompanhar as perip\u00e9cias de seu analisando num longo e curioso percurso, no qual a vasta experi\u00eancia dela sobre o trauma e seus efeitos no psiquismo fazem parte de sua compreens\u00e3o te\u00f3rico-cl\u00ednica.<\/p>\n<p>Em seu memorial, Marina nos conta que se aproximou da psican\u00e1lise logo no in\u00edcio de sua gradua\u00e7\u00e3o, na PUC. Num movimento (ainda que inicialmente inconsciente) de se diferenciar dos demais membros de sua fam\u00edlia, deixou o curso de administra\u00e7\u00e3o de empresas nesta mesma universidade para seguir em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 sa\u00fade mental, mudando sua escolha para psicologia.<\/p>\n<p>Franklin Goldgrub, Regina Fabrini e Chu Cavalcante foram os primeiros mestres que a apresentaram a esse novo universo e a transmiss\u00e3o se fez: l\u00e1 estava ela apaixonada pela psican\u00e1lise. Movida pela transfer\u00eancia com a Chu Cavalcante, fez forma\u00e7\u00e3o em acompanhamento terap\u00eautico e estagiou no hospital Vera Cruz: um primeiro choque de realidade diante da mis\u00e9ria humana (em tantos sentidos), e na psican\u00e1lise ela encontrou amparo para nortear seu fazer.<\/p>\n<p>O Sedes entrou em seu percurso por meio de diversos professores\/ coordenadores de grupos de estudo, que eram de alguma forma vinculados a ele e que levaram Marina a entender o Sedes como uma refer\u00eancia de bons e \u00e9ticos profissionais.<\/p>\n<p>O trabalho com o traum\u00e1tico a atraiu desde cedo e o est\u00e1gio no Prove (servi\u00e7o de assist\u00eancia e pesquisa em viol\u00eancia e estresse p\u00f3s traum\u00e1tico) da UNIFESP lhe marcou profundamente. E foi na psican\u00e1lise, mais uma vez, que Marina sustentou o encontro com pessoas que haviam passado por acontecimentos inenarr\u00e1veis. No Prove, Marina permaneceu por 7 anos, sendo que por 3 deles, ligada ao CAPS Itapeva, lidando com as delicadas quest\u00f5es institucionais e de sa\u00fade p\u00fablica.<\/p>\n<p>Na sa\u00edda do Prove, Marina ensaiou permanecer na UNIFESP para um mestrado, mas mudou de ideia e permaneceu apenas em seu consult\u00f3rio, ainda que as institui\u00e7\u00f5es tenham permanecido como um lugar especial para as trocas necess\u00e1rias sobre o fazer cl\u00ednico.<\/p>\n<p>Depois veio o aprimoramento em casais e fam\u00edlia, na cl\u00ednica Ana Maria Poppovic, com Magdalena Ramos e Isabel Kahn Marin.<\/p>\n<p>Sentindo necessidade de buscar um ambiente menos familiar que a PUC, em 2007 Marina iniciou sua forma\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise no Clin-a, mas sentia que ainda precisava conhecer melhor a obra freudiana,\u00a0 por isso decidiu entrar no Curso de Psican\u00e1lise desse Departamento, iniciando sua forma\u00e7\u00e3o em 2008 e concluindo-a em 2011. As transfer\u00eancias foram muitas! Com destaque para Miriam Chnaiderman e Mario Fuks, supervisores fundamentais na constru\u00e7\u00e3o de seu pensamento cl\u00ednico.<\/p>\n<p>Entre 2015 e 2017 Marina teve suas duas filhas, passando por alguns percal\u00e7os e alguns sustos, percebendo, por\u00e9m, que, para al\u00e9m do sofrimento, as experi\u00eancias tamb\u00e9m comportam muitas pot\u00eancias transformadoras.<\/p>\n<p>Como membro aspirante deste Departamento, Marina participa do grupo Faces do traum\u00e1tico desde 2014 onde, al\u00e9m de aprofundar o conhecimento sobre o trauma, ela teve a oportunidade de organizar &#8211; junto com Miriam Uchitel e Camila Munhoz, e as demais colegas do grupo &#8211;\u00a0 o evento <em>Testemunho e experi\u00ea<\/em><em>ncia traum<\/em><em>\u00e1<\/em><em>tica<\/em>,\u00a0 ocorrido em maio de 2019.<\/p>\n<p>De suas an\u00e1lises, ela nos conta que ainda na adolesc\u00eancia teve sua primeira experi\u00eancia, em um processo com uma analista junguiana, que lhe foi de grande ajuda. J\u00e1 na faculdade, viveu um pequeno percurso numa an\u00e1lise lacaniana, que lhe pareceu um tanto dura para uma jovem lidando com as dificuldades de discrimina\u00e7\u00e3o e separa\u00e7\u00e3o de sua fam\u00edlia de origem. Logo em seguida iniciou um processo de an\u00e1lise frut\u00edfero, que se mant\u00e9m vivo at\u00e9 hoje, indo j\u00e1 para l\u00e1 dos 18 anos de dura\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Deste Departamento, Marina espera que sua entrada seja uma reafirma\u00e7\u00e3o de uma escolha t\u00e3o importante que fez pela psican\u00e1lise l\u00e1 atr\u00e1s, e que, por meio dele, possa seguir em sua forma\u00e7\u00e3o, num espa\u00e7o que sente como t\u00e3o potente de trocas afetivas e intelectuais.<\/p>\n<p>\u00c9 por meio da psican\u00e1lise, da arte, e das palavras que Marina busca elaborar as experi\u00eancias que lhe acontecem, indagando-se sobre as reais possibilidades de sublima\u00e7\u00e3o dos eventos traum\u00e1ticos e as aberturas para as reinven\u00e7\u00f5es da vida.<\/p>\n<p>Bem-vinda, Marina!<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>Apresenta\u00e7\u00e3o p\u00fablica de Thais Rodrigues da Silva<\/strong><\/p>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>p<\/strong><strong>or Gisele Senne de Moraes<\/strong><a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a><\/p>\n<p><strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Na sexta-feira dia 30\/05\/2025, Thais Rodrigues da Silva apresentou um caso cl\u00ednico em sua primeira atividade como membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Sedes.<\/p>\n<p>Thais trabalhou como psic\u00f3loga no Hospital do Servidor P\u00fablico Municipal de S\u00e3o Paulo de 1990 at\u00e9 sua recente aposentadoria. No Hospital do Servidor P\u00fablico, coordenou diferentes oficinas tais como a <em>Oficina de Escrita e Imagem<\/em>, a <em>Oficina Sou Som: a m\u00fasica que toca em mim<\/em> e a <em>Oficina de Cinema<\/em>, que se manteve de 2016 at\u00e9 2024.<\/p>\n<p>Sob um clima de afetuosa intimidade, pudemos acompanhar Tha\u00eds sustentando a escuta psicanal\u00edtica em atendimentos psicol\u00f3gicos na sa\u00fade p\u00fablica da cidade de S\u00e3o Paulo. Em <em>O trabalho de constru\u00e7\u00e3o de uma an\u00e1lise mediado por um processo de cria\u00e7\u00e3<\/em><em>o art<\/em><em>\u00ed<\/em><em>stica<\/em>, Tha\u00eds relatou o processo de an\u00e1lise de uma jovem professora de Educa\u00e7\u00e3o Infantil da cidade de S\u00e3o Paulo que vivenciou uma situa\u00e7\u00e3o traum\u00e1tica no ambiente de trabalho. A paciente havia come\u00e7ado o tratamento apresentando quadro de p\u00e2nico, ansiedade, isolamento social e avers\u00e3o \u00e0 sala de aula, condi\u00e7\u00f5es que a impediam de desempenhar suas fun\u00e7\u00f5es laborais. No decorrer do processo anal\u00edtico e, especialmente, ap\u00f3s sua participa\u00e7\u00e3o em uma Oficina Musical, a paciente p\u00f4de rememorar epis\u00f3dios de abuso sexual ocorridos na primeira inf\u00e2ncia. Tal recorda\u00e7\u00e3o possibilitou o contato com afetos associados a tais acontecimentos traum\u00e1ticos, permitindo simboliza\u00e7\u00e3o em outras din\u00e2micas ps\u00edquicas.<\/p>\n<p>Tha\u00eds se formou em psicologia na PUC de S\u00e3o Paulo e fez o Curso de Psican\u00e1lise do Departamento, tendo participado de atividades de nosso Departamento e feito boas amizades em sua passagem. Em sua entrevista, disse-nos: o Departamento de Psican\u00e1lise \u00e9 a minha casa, est\u00e1 na hora de voltar.<\/p>\n<p>Seja bem-vinda de volta!<\/p>\n<p>Comiss\u00e3o de admiss\u00e3o bi\u00eanio 2024\/2025, composta por:<\/p>\n<p>Breno Herman Sniker<br \/>\nD\u00e9bora Pereira do Rego Felgueiras<br \/>\nGisele Senne de Moraes<br \/>\nLucia Helena Navarro<br \/>\nMaria das Gra\u00e7as Amorim da Hora<br \/>\nNanci de Oliveira Lima<br \/>\nNelci Ramos Andregheto<br \/>\nSilvia Ribes<br \/>\nVilma Flor\u00eancio<\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante da Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante da Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante da Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, integrante da Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As boas-vindas da Comiss\u00e3o de Admiss\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[48],"edicao":[317],"autor":[321,171],"class_list":["post-3737","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-do-departamento","tag-comissao-de-admissao","edicao-boletim-75","autor-gisele-senne-de-morais","autor-nanci-de-oliveira-lima","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3737","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3737"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3737\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3740,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3737\/revisions\/3740"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3737"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3737"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3737"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=3737"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=3737"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}