{"id":4094,"date":"2026-04-13T17:05:17","date_gmt":"2026-04-13T20:05:17","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=4094"},"modified":"2026-04-16T11:05:35","modified_gmt":"2026-04-16T14:05:35","slug":"sobre-o-xiii-congresso-flappsip-e-sobre-algo-logo-mais-adiante","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2026\/04\/13\/sobre-o-xiii-congresso-flappsip-e-sobre-algo-logo-mais-adiante\/","title":{"rendered":"Sobre o XIII Congresso FLAPPSIP e sobre algo logo mais adiante"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Sobre o XIII Congresso FLAPPSIP e sobre algo logo mais adiante<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>\u00a0<\/strong><strong>por Maria de F\u00e1tima Vicente, pelo Grupo de Apoio \u00e0 <\/strong><strong>FLAPPSIP<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>Passados alguns meses desde o encerramento do XIII Congresso da FLAPPSIP, ocorrido em Lima, Peru, podemos, em retrospectiva, buscar ressaltar as linhas de for\u00e7a que o caracterizaram para, ao evidenci\u00e1-las, consolidar os elementos que insistem, tomando-os como mat\u00e9ria de reflex\u00e3o sobre o acontecido e interrogantes do que nessa insist\u00eancia possa apontar para desdobramentos que estejam a se engendrar.<\/p>\n<p>Comecemos por retomar o artigo de Helena Albuquerque, no n\u00famero 74 do Boletim <span style=\"color: #a21616;\">on<\/span>line de nosso Departamento<a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a>, que incrementa a divulga\u00e7\u00e3o a esse coletivo, dos eixos organizadores do Congresso, convidando \u00e0 participa\u00e7\u00e3o de todes.\u00a0 Mais que um texto informativo, Helena real\u00e7a as implica\u00e7\u00f5es do tema \u2013 <em>Eros, alteridade e criatividade em tempos de assombro \u2013 o pulso da <\/em><em>p<\/em><em>sican<\/em><em>\u00e1<\/em><em>lise <\/em><em>&#8211; <\/em>mostrando como a escolha da via do assombro se apresenta como o modo de fazer furo na compacidade dos discursos correntes sobre o \u201cfim do mundo\u201d, onipresentes na sociedade contempor\u00e2nea. O texto aponta como tais discursos procuram impor a naturaliza\u00e7\u00e3o do momento hist\u00f3rico cr\u00edtico que vivemos, ao se oferecerem como cantilena hipn\u00f3tica de ades\u00e3o ao conformismo e \u00e0 anu\u00eancia intelectual derrotista e, principalmente, ao fomentarem o consentimento gozoso das for\u00e7as de destrui\u00e7\u00e3o e autodestrui\u00e7\u00e3o que comp\u00f5em, com Eros, o conflito ps\u00edquico radical que nos caracteriza. Helena afirma, com Airton Krenak que \u201cn\u00f3s n\u00e3o podemos nos render a essa narrativa de fim do mundo. Essa narrativa \u00e9 para nos fazer desistir de nossos sonhos\u201d e, dito isso, sublinha como as diversas a\u00e7\u00f5es pol\u00edticas que t\u00eam ocorrido na sociedade brasileira t\u00eam sido instituintes de novas possibilidades de refazer o mundo, uma vez que s\u00e3o fecundas em modificar aquela realidade que nos \u00e9 vendida como intranspon\u00edvel, transfigurada pela narrativa dos excessos paralisantes. O convite \u00e0 anula\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es que possam transformar as condi\u00e7\u00f5es de produ\u00e7\u00e3o dessa realidade de excessos \u00e9 combatido por aquelas outras, que resgatam do assombro a surpresa e a esperan\u00e7a, que nos permitem sustentar os sonhos.<\/p>\n<p>Ao reconhecermos que h\u00e1 um saber fazer coletivo que nos convoca, engaja e implica tamb\u00e9m nos reconhecemos alinhados com esse saber-fazer sustentado pelas resist\u00eancias ao exterm\u00ednio dos povos origin\u00e1rios, pelos movimentos antirracistas que denunciam e combatem os privil\u00e9gios da branquitude, pelas lutas decoloniais, pela luta antimisoginia e den\u00fancia do patriarcado levadas avante pela comunidade LGBTQIAPN+, e por variados coletivos de mulheres, assim como por muitos outros agrupamentos insurgentes que se especificam nos diferentes territ\u00f3rios que sediam as associa\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Os eixos tem\u00e1ticos propostos pelo programa do XIII Congresso assinalaram os caminhos pelos quais a psican\u00e1lise vem participando, com seu saber-fazer espec\u00edfico, dessas a\u00e7\u00f5es transformadoras da realidade. Eles convergem em sua aposta na criatividade e na hospitalidade de nossa pr\u00e1xis e na produ\u00e7\u00e3o do pensamento necess\u00e1rio \u00e0quelas transforma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Cabe ressaltar que n\u00e3o se trata de <em>A Psican<\/em><em>\u00e1<\/em><em>lise<\/em> genericamente considerada, abstrata e pretensamente universal, mas daquela \u201cpsican\u00e1lise em movimento, que leva em conta os processos subjetivos de transforma\u00e7\u00e3o, mas tamb\u00e9m os efeitos sociais e pol\u00edticos sobre as subjetividades\u201d, como elucida S\u00edlvia Alonso<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a> sobre nossa escolha em participar dessa Federa\u00e7\u00e3o que tem afinidades com as balizas que norteiam o Departamento de Psican\u00e1lise do Sedes. Aquela psican\u00e1lise que se encontra representada pelos modos de a fazer, de a pensar e de transmiti-la nas associa\u00e7\u00f5es que comp\u00f5em a FLAPPSIP. Pois, ainda que haja diversas modalidades de institucionalidade presentes nas diferentes associa\u00e7\u00f5es, resultantes de suas territorialidades nacionais e locais espec\u00edficas, todas elas se articulam em torno da perspectiva de promover as condi\u00e7\u00f5es para a produ\u00e7\u00e3o do pensamento cr\u00edtico coletivamente constru\u00eddo e compartilhado.<\/p>\n<p>As pr\u00e1ticas propostas sustentadas pelo Congresso efetivaram aqueles eixos norteadores e esses objetivos de forma consistente, ao apostarem nos formatos j\u00e1 consolidados pelos Congressos anteriores que se especificam em mesas de temas livres, ateli\u00eas cl\u00ednicos, mesas plen\u00e1rias e confer\u00eancias magistrais.<\/p>\n<p>Os dispositivos t\u00eam como fio condutor os trabalhos enviados por todes e quaisquer participantes das associa\u00e7\u00f5es, sem hierarquiza\u00e7\u00e3o institucional \u2013 o que em nosso caso significa que membres do Departamento, aspirantes a membres, alunes do Curso de Psican\u00e1lise e do Curso de Psicopatologia Psicanal\u00edtica Contempor\u00e2nea e externos podem enviar seus trabalhos de acordo com suas escolhas pessoais. Os textos s\u00e3o lidos pela Comiss\u00e3o Cient\u00edfica da FLAPPSIP para que possam ser agrupados por afinidades de temas em Mesas de Temas Livres e Ateli\u00eas ou para que possam vir a compor uma Mesa Plen\u00e1ria \u2013 estas se destinam a um p\u00fablico maior e congregam necessariamente membres de diferentes associa\u00e7\u00f5es; finalmente, h\u00e1 convites para conferencistas, psicanalistas institucionalmente reconhecidos como refer\u00eancias em alguma tem\u00e1tica escolhida e convites a interlocutores de outras \u00e1reas de saber e de fazer, tais como, por exemplo, historiadores, antrop\u00f3logos e outres que possam sustentar a explana\u00e7\u00e3o de um tema relevante pertinente \u00e0 proposta do Congresso para o conjunto de participantes.<\/p>\n<p>Assim, as trocas cl\u00ednicas entre psicanalistas por meio da organiza\u00e7\u00e3o das apresenta\u00e7\u00f5es em <em>ateli<\/em><em>\u00ea<\/em><em>s <\/em>permitiram um afinamento das discuss\u00f5es daquelas pr\u00e1ticas, \u00e0s quais os coment\u00e1rios de convidades previamente escolhidos desvelavam novas leituras ao material exposto, o que colaborava para incrementar a discuss\u00e3o com o p\u00fablico reunido para aquela apresenta\u00e7\u00e3o. As <em>mesas de temas livres <\/em>reuniram sempre tr\u00eas trabalhos de autoria individual ou grupal, de associa\u00e7\u00f5es diferentes, articulados por um elemento de problem\u00e1ticas comuns, o que permitiu real\u00e7ar a marca singular da expressividade cl\u00ednico-te\u00f3rica de seus autores e autoras e, embora o grande n\u00famero de participantes tenha restringido um pouco a discuss\u00e3o nessas mesas, devido ao tempo necessariamente rigoroso, as primeiras articula\u00e7\u00f5es esbo\u00e7adas nessas discuss\u00f5es resultaram instigantes. Tais formatos evidenciaram tamb\u00e9m quest\u00f5es a trabalhar e ajustes a se produzir nas condi\u00e7\u00f5es materiais do local, do tempo e da organiza\u00e7\u00e3o que desdobre o fecundo potencial dos trabalhos.<\/p>\n<p>Entretanto, outros desdobramentos em posterioridade revelam a prodigiosa produ\u00e7\u00e3o de la\u00e7os e nexos nos momentos p\u00f3s-Congresso, seja estritamente considerado o t\u00e9rmino de cada dia de trabalho ou mesmo os hor\u00e1rios das refei\u00e7\u00f5es ou o pisco noturno, quando encontros aleat\u00f3rios deram chance a conversas ricas, regadas \u00e0 palavra aberta, refei\u00e7\u00f5es e dan\u00e7as compartilhadas, seja considerando as elabora\u00e7\u00f5es da viv\u00eancia em experi\u00eancia depois que j\u00e1 voltamos para casa.<\/p>\n<p>Nos pequenos encontros, a possibilidade de incluir o que ficou de fora nas discuss\u00f5es, principalmente o que pareceria dever ficar silenciado; nas grandes cenas, a possibilidade de vermos o que se destaca como reitera\u00e7\u00e3o do que \u00e9 exclu\u00eddo pela desigualdade contempor\u00e2nea \u2013 seja a turbul\u00eancia pol\u00edtica local e a repress\u00e3o letal que a acompanhou, seja o detalhe insidioso de uma poltrona em m\u00e1 posi\u00e7\u00e3o para a mulher participante da mesa plen\u00e1ria que falaria sobre uma das grandes mulheres silenciada pelos psicanalistas de seu tempo.<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>Em todos os escritos que comentam essa experi\u00eancia, a presen\u00e7a do territ\u00f3rio Peru \u00e9 decisiva, seja como foco seja como pano de fundo. O impacto de uma natureza grandiosa que sustenta a hist\u00f3ria de um dos ber\u00e7os das civiliza\u00e7\u00f5es humanas \u00e9 ineg\u00e1vel, de tal sorte que as oliveiras centen\u00e1rias no miolo de um dos bairros ricos da cidade competiram por nossa aten\u00e7\u00e3o e reflex\u00e3o com a pir\u00e2mide no meio de ruas de tr\u00e2nsito corriqueiro e com a Casa Colonial transformada em elegante e luxuoso restaurante de alta gastronomia. Nesses panoramas de grandes cenas \u00e9 preciso ser diligente e ouvir com ouvidos bem abertos a narrativa dos guias, seja os que se apresentam fascinados pelo colonizador \u2013 como na Catedral de Lima \u2013 seja o Silva, como bem contou Maria Silvia Borghese sobre uma visita a Pachac\u00e1mac, territ\u00f3rio de m\u00faltiplas camadas de hist\u00f3ria dos povos pr\u00e9-colombianos, em que podemos entrever a guerra e o dom\u00ednio, mas n\u00e3o o exterm\u00ednio que faz desaparecer a Hist\u00f3ria. O Peru se nos apresentou como um territ\u00f3rio que nos interpela, pelas ra\u00edzes da civiliza\u00e7\u00e3o assim como pela reverbera\u00e7\u00e3o de s\u00e9culos de colonialidade, exterm\u00ednio e resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Nesse grande cen\u00e1rio, a magistral confer\u00eancia de Isildinha prop\u00f4s a quest\u00e3o racial conforme n\u00f3s a pensamos: algo que interpela a psican\u00e1lise por meio da problematiza\u00e7\u00e3o dos efeitos ps\u00edquicos sobre o corpo negro que permanece atacado pela re-traumatiza\u00e7\u00e3o promovida pelo racismo estrutural.<\/p>\n<p>Os restos atuais da escraviza\u00e7\u00e3o e da colonialidade se imiscuem em nossa pr\u00e1tica da vida cotidiana, assim como ensurdecem ao silenciar automaticamente as vozes que ousam buscar se fazer ouvir. Entretanto, Isildinha nos lembra, com sua afirma\u00e7\u00e3o e pergunta emblem\u00e1ticas e orientadoras: \u201cSomos todos racistas. Que racista sou eu?\u201d<\/p>\n<p>Colocada no contexto do Congresso, suas afirma\u00e7\u00f5es e seus questionamentos provocaram como\u00e7\u00e3o e promoveram reverbera\u00e7\u00e3o nos dias seguintes e nos encontros nos corredores e bares. Para a maioria das associa\u00e7\u00f5es, a rela\u00e7\u00e3o dessas quest\u00f5es com as quest\u00f5es raciais presentes nessas sociedades em rela\u00e7\u00e3o aos povos origin\u00e1rios instigou a reflex\u00e3o e \u00e9 poss\u00edvel que venham a incidir na formata\u00e7\u00e3o do pr\u00f3ximo Congresso.<\/p>\n<p>Da mesma maneira, esse impacto fez retorno sobre n\u00f3s! Ele evidenciou a\u00a0\u00a0 responsabilidade das e dos psicanalistas que somos atualmente em seguir construindo uma nova dimens\u00e3o de escuta, que se situe na territorialidade constru\u00edda por essa hist\u00f3ria de dom\u00ednio, de modo a transform\u00e1-la. Tamb\u00e9m reavivou o momento instituinte de nossa inser\u00e7\u00e3o na Federa\u00e7\u00e3o que \u00e9 a FLAPPSIP e o ressignifica nesta posterioridade como um momento de instala\u00e7\u00e3o efetiva de uma dire\u00e7\u00e3o decolonial da psican\u00e1lise que praticamos. Nos pr\u00f3ximos meses, as ideias e os afetos que d\u00e3o corpo e animam esse esp\u00edrito decolonial se presentificar\u00e3o nas atividades que ser\u00e3o desenvolvidas pelo coletivo FLAPPSIP e, esperamos, venham a engajar cada vez mais colegas nessa participa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>__________<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Nota dos editores: \u201dSobre o XIII Congresso FLAPPSIP&#8221; foi a mat\u00e9ria publicada neste jornal em abril de 2025, dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2025\/04\/10\/sobre-o-xiii-congresso-flappsip\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2025\/04\/10\/sobre-o-xiii-congresso-flappsip\/<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> Em &#8220;O Congresso da FLAPPSIP e uma conversa com Silvia Alonso\u201d, por Lucas Ribeiro Arruda, Blog do Departamento de Psican\u00e1lise, 21 de setembro de 2023.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Um detalhamento significativo daqueles encontros assim como as reflex\u00f5es p\u00f3s Congresso t\u00eam registro em v\u00e1rios dos textos do Blog do Departamento p\u00f3s Congresso e nas Cr\u00f4nicas do Congresso no Boletim online 77, dispon\u00edveis em: <a href=\"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2025\/11\/16\/eros-alteridade-e-criatividade-em-tempos-de-assombro\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2025\/11\/16\/eros-alteridade-e-criatividade-em-tempos-de-assombro\/<\/a><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Logo ali, logo aqui: Eros e alteridade contra a desilus\u00e3o. Por Fatima Vicente.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[76],"tags":[49],"edicao":[367],"autor":[204],"class_list":["post-4094","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-politica-da-psicanalise","tag-flappsip","edicao-boletim-78","autor-maria-de-fatima-vicente","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4094","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4094"}],"version-history":[{"count":3,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4094\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4116,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4094\/revisions\/4116"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4094"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4094"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4094"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4094"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=4094"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}