{"id":4239,"date":"2026-09-21T11:39:19","date_gmt":"2026-09-21T14:39:19","guid":{"rendered":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/?p=4239"},"modified":"2026-09-21T11:40:10","modified_gmt":"2026-09-21T14:40:10","slug":"sobre-os-desafios-da-traducao-em-psicanalise","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/2026\/09\/21\/sobre-os-desafios-da-traducao-em-psicanalise\/","title":{"rendered":"Sobre Os desafios da tradu\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise"},"content":{"rendered":"<h1 style=\"text-align: center;\"><strong>Sobre Os desafios da tradu\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise<\/strong><\/h1>\n<p style=\"text-align: center;\"><strong>por <\/strong><strong>Marina Bialer<\/strong><a href=\"#_ftn1\" name=\"_ftnref1\"><sup>[1]<\/sup><\/a><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>O evento <em>Os desafios da tradu\u00e7\u00e3o em psican\u00e1lise<\/em>, realizado no dia 22 de agosto de 2026 pelo Departamento de Psican\u00e1lise, foi organizado por Marina Bialer, Paulo S\u00e9rgio de Souza Jr. e Renata Cromberg, tendo no horizonte a ideia de que a tradu\u00e7\u00e3o \u00e9 parte indissoci\u00e1vel dos percursos pelos quais a psican\u00e1lise se transmite e circula entre n\u00f3s<a href=\"#_ftn2\" name=\"_ftnref2\"><sup>[2]<\/sup><\/a>.<\/p>\n<p>Come\u00e7o com uma pequena nota pessoal. No in\u00edcio do evento eu comentava com Renata que lembrava de reconhec\u00ea-la no v\u00eddeo <em>Traduzir Freud <\/em>\u2013 realizado pelo Departamento h\u00e1 mais de 16 anos \u2013 em que se discutia com o tradutor Paulo C\u00e9sar de Souza diversas quest\u00f5es tradut\u00f3rias<a href=\"#_ftn3\" name=\"_ftnref3\"><sup>[3]<\/sup><\/a>. Dizia para ela como era curioso pensar que nos encontr\u00e1vamos l\u00e1 \u2013 no mesmo audit\u00f3rio \u2013 mais de d\u00e9cada depois, diante de novas vers\u00f5es da obra freudiana, para dar outro giro sobre a tem\u00e1tica, contando com a presen\u00e7a de tr\u00eas importantes tradutores contempor\u00e2neos da obra freudiana \u2013 Andr\u00e9 Carone e Ernani Chaves, que foram os palestrantes da primeira mesa-redonda cujo tema era os desafios de traduzir Freud, e Paulo S\u00e9rgio de Souza Jr. que palestrou na mesa seguinte, que tinha por tema a tradu\u00e7\u00e3o de Ferenczi, mas que tamb\u00e9m teceu coment\u00e1rios sobre como pensava a tradu\u00e7\u00e3o no que concerne mais especificamente \u00e0 obra freudiana.<\/p>\n<p>Agora que j\u00e1 temos a obra completa de Freud traduzida, agora que temos outras tantas vers\u00f5es de seus textos j\u00e1 feitas ou em andamento, considero que um dos pontos ricos do debate foi justamente destacar o trabalho do tradutor e o trabalho do leitor diante da obra freudiana. Qual lugar deve ocupar a tradu\u00e7\u00e3o na forma\u00e7\u00e3o do psicanalista? Esta \u00e9 uma quest\u00e3o que podemos levantar a partir dos coment\u00e1rios da psicanalista e tradutora Claudia Berliner, que exercia a fun\u00e7\u00e3o de comentadora das duas mesas-redondas. A import\u00e2ncia de um letramento tradut\u00f3rio necess\u00e1rio para a rela\u00e7\u00e3o do psicanalista com os textos psicanal\u00edticos assinala uma riqueza que todo psicanalista poderia obter nesta escuta do texto, mas tamb\u00e9m derivado para a escuta de seus analisandos.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do crivo que muitas vezes se faz de diferentes tradu\u00e7\u00f5es em psican\u00e1lise pelo vi\u00e9s de suas incompletudes e erros tradut\u00f3rios, v\u00e1rias falas assinalaram quanto o ato de traduzir se aproxima da tarefa do psicanalista<a href=\"#_ftn4\" name=\"_ftnref4\"><sup>[4]<\/sup><\/a> e sua rela\u00e7\u00e3o com o estrangeiro, n\u00e3o somente quando passa de uma l\u00edngua \u00e0 outra.<\/p>\n<p>Brincando com a <em>An\u00e1<\/em><em>lise termin<\/em><em>\u00e1vel e intermin\u00e1vel<\/em> freudiana, Ernani Chaves nos apresentou a ideia de <em>t<\/em><em>radu<\/em><em>\u00e7\u00e3o termin\u00e1vel e intermin\u00e1<\/em><em>vel <\/em>quando falava dessa riqueza da linguagem e de diferentes leituras. Nesse sentido, ele comentava como havia optado por terminologias distintas daquelas feitas por Paulo S\u00e9rgio de Souza Jr., salientando o valor dessas diferentes leituras existentes no trabalho tradut\u00f3rio \u2013 vers\u00f5es publicadas na edi\u00e7\u00e3o das <em>Obras incompletas<\/em> pela Editora Aut\u00eantica e na edi\u00e7\u00e3o da <em>Pequena biblioteca invulgar<\/em> pela Editora Blucher. Na fala dos palestrantes circulou, inclusive, a ideia de que no di\u00e1logo entre tradutores da obra freudiana havia momentos em que um tradutor pensava em uma primeira palavra para a tradu\u00e7\u00e3o, depois escutava de outro tradutor uma outra op\u00e7\u00e3o, e por fim decidia por uma terceira op\u00e7\u00e3o in\u00e9dita \u2013 que surgia deste (des)encontro de interpreta\u00e7\u00f5es. Para falar destas diversas interpreta\u00e7\u00f5es e decifra\u00e7\u00f5es em jogo no trabalho tradut\u00f3rio, tamb\u00e9m vale comentar como Andr\u00e9 Carone, por seu turno, assinalou a riqueza das met\u00e1foras na obra freudiana e a import\u00e2ncia do trabalho tradut\u00f3rio nessa decifra\u00e7\u00e3o de significados, citando v\u00e1rios exemplos ilustrativos dentre os quais menciono sua discuss\u00e3o sobre o bloco m\u00e1gico freudiano.<\/p>\n<p>\u00c9 interessante como essas diferentes perspectivas foram dialogando com o p\u00fablico do evento, que compartilhava como est\u00e1vamos em um campo em que n\u00e3o se tratava de que n\u00f3s psicanalistas brasileiros precisamos de tradutores porque (ainda) n\u00e3o falamos alem\u00e3o ou h\u00fangaro \u2013 para nos atermos \u00e0s l\u00ednguas de escrita de Freud e Ferenczi. Em sua fala, Paulo S\u00e9rgio comentava como muitas vezes o tradutor \u00e9 pensado como um obst\u00e1culo \u00e0 leitura, como se o tradutor devesse desaparecer do texto que traduz, devendo se tornar uma figura invis\u00edvel. Ao contr\u00e1rio, o que circulou no transcorrer do evento foi justamente a relev\u00e2ncia da marca do tradutor na obra traduzida como parte intr\u00ednseca do traduzir e de todo texto traduzido. Voltando ao supracitado exemplo: seria este o campo do surgimento do inaudito, do (des)encontro de interpreta\u00e7\u00f5es que produz um ineditismo tradut\u00f3rio, assim como da riqueza da coexist\u00eancia de diferentes tradu\u00e7\u00f5es e poss\u00edveis aberturas para escuta de outros textos derivados da vers\u00e3o original.<\/p>\n<p>Em sua fala intitulada <em>Ler, traduzir, reler, retraduzir&#8230;uma tarefa termin\u00e1vel e intermin\u00e1vel<\/em>, Ernani nos falou justamente de como todo tradutor tem que se haver com o que alicer\u00e7a seu desejo de traduzir, assim como com o luto necess\u00e1rio ao tradutor, a tarefa de se haver com n\u00e3o ser poss\u00edvel fazer \u201cA tradu\u00e7\u00e3o\u201d \u00fanica, definitiva, retrato perfeito e sem restos da vers\u00e3o original. J\u00e1 Paulo S\u00e9rgio comentou como em Ferenczi nem sempre \u00e9 poss\u00edvel dizer qual \u00e9 o idioma original, se o alem\u00e3o ou o h\u00fangaro, al\u00e9m da presen\u00e7a do latim na sua forma\u00e7\u00e3o escolar.<\/p>\n<p>Do lugar de tradutor, Paulo S\u00e9rgio salientava seu esfor\u00e7o para se manter fiel ao estilo do autor que traduz, citando no caso de Ferenczi todos os desafios de preservar o estilo mais coloquial do autor, acolher as nuan\u00e7as de sua express\u00e3o quando escrevia em alem\u00e3o ou h\u00fangaro, mas tamb\u00e9m saber retratar os momentos em que seu escrito expressa um formalismo germ\u00e2nico. J\u00e1 S\u00e9rgio Gomes, do lugar de editor da obra ferencziana e palestrante da segunda mesa do evento, tamb\u00e9m falou desse desafio de preservar o que designou por escrita po\u00e9tica ferencziana e da import\u00e2ncia da paix\u00e3o do editor para sustentar o trabalho editorial respeitando ao m\u00e1ximo a palavra do autor e a palavra do tradutor. Em v\u00e1rios momentos escutamos dos palestrantes a quest\u00e3o das l\u00ednguas dos traduzidos: Freud e Ferenczi entre l\u00ednguas e a psican\u00e1lise entre l\u00ednguas.<\/p>\n<p>Estamos falando de pontos extremamente importantes quando pensamos a transmiss\u00e3o da psican\u00e1lise. Quando Paulo S\u00e9rgio discutia como o brasileiro foi apresentado incialmente a um Ferenczi traduzido a partir da edi\u00e7\u00e3o francesa, por sua vez traduzida do h\u00fangaro, ele comentava como foi predominante a marca de sua oralidade e proximidade do cotidiano, da linguagem do dia a dia. Todavia, o que o tradutor salienta \u00e9 que por essa entrada na obra ferencziana, por essa vers\u00e3o de Ferenczi, o leitor n\u00e3o tinha acesso a outras marcas do estilo ferencziano presentes quando ele se expressava no alem\u00e3o t\u00edpico da \u00e9poca ou quando recorria aos maneirismos acad\u00eamicos. Igualmente, o tradutor enfatizou como, nessa primeira vers\u00e3o de Ferenczi, o leitor n\u00e3o encontrava a tens\u00e3o entre o vocabul\u00e1rio germ\u00e2nico que marcou Ferenczi e toda a primeira gera\u00e7\u00e3o de psicanalistas e as inven\u00e7\u00f5es que o pr\u00f3prio Ferenczi inscrevia em seus textos, o que Paulo S\u00e9rgio designa por \u201cum modo de escrita mais impetuoso e experimental, fazendo da linguagem a sua grande colega de bancada no laborat\u00f3rio psicanal\u00edtico do seu tempo\u201d.<\/p>\n<p>Estes s\u00e3o apenas alguns recortes\/coment\u00e1rios sobre o evento que convido o leitor deste texto a assistir na \u00edntegra no canal Youtube do Departamento. J\u00e1 \u00e0s voltas com o fim do texto, gostaria ainda de mencionar o deslocamento do padr\u00e3o-ouro para se estudar Freud que era a l\u00edngua inglesa, a tradu\u00e7\u00e3o em l\u00edngua inglesa da obra freudiana. N\u00e3o sendo o ingl\u00eas a l\u00edngua materna de Freud e do c\u00edrculo vienense dos primeiros psicanalistas (que naqueles prim\u00f3rdios redigia seus textos predominantemente em alem\u00e3o), \u00e9 interessante notar como acompanhamos historicamente a transi\u00e7\u00e3o do ingl\u00eas como padr\u00e3o-ouro de l\u00edngua de transmiss\u00e3o da psican\u00e1lise, para uma abertura em que se observa um movimento editorial de publica\u00e7\u00e3o sem o interm\u00e9dio do ingl\u00eas. Notamos isso no evento quando percebemos que embora se tenha mencionado de passagem a tradu\u00e7\u00e3o inglesa de Freud, grande parte dos debates tradut\u00f3rios giraram sobre outras l\u00ednguas, as l\u00ednguas originais em que escreviam os psicanalistas traduzidos.<\/p>\n<p>Gostaria de assinalar outro ponto que surgiu nesse debate dos desafios tradut\u00f3rios: a dimens\u00e3o pol\u00edtica da tradu\u00e7\u00e3o e seus efeitos na transmiss\u00e3o da psican\u00e1lise. Este eixo foi explicitado por Renata Cromberg e gostaria de fazer um apontamento crucial para pensarmos esta quest\u00e3o do entrela\u00e7amento entre tradu\u00e7\u00e3o e transmiss\u00e3o. Ao retomar o caso Dora, Ernani chamou a aten\u00e7\u00e3o para uma escolha tradut\u00f3ria: \u201cA hist\u00e9rica sofre de reminisc\u00eancias\u201d. Isto que chegou at\u00e9 n\u00f3s e que circula amplamente na nossa forma de falar da histeria e do feminino. Todavia, o tradutor nos surpreendeu demonstrando como a tradu\u00e7\u00e3o mais justa seria \u201cO hist\u00e9rico sofre de reminisc\u00eancias\u201d, problematizando a quest\u00e3o do feminino na obra freudiana e vieses produzidos por escolhas tradut\u00f3rias e seus efeitos n\u00e3o negligenci\u00e1veis na transmiss\u00e3o da psican\u00e1lise.<\/p>\n<p>Fica o convite para todos poderem se deliciar com esta rica troca precipitada pela presen\u00e7a destes quatro tradutores que tanto contribu\u00edram para o campo psicanal\u00edtico, pela presen\u00e7a de um editor psicanalista que se engajou na transmiss\u00e3o da psican\u00e1lise, e por todo o p\u00fablico que tanto contribuiu com quest\u00f5es instigantes. Evento que n\u00e3o teria sido poss\u00edvel sem o apoio administrativo de Claudia Dametta e sem a participa\u00e7\u00e3o ativa da psicanalista Cristina Petry \u2013 articuladora da \u00c1rea de Eventos no Conselho de Dire\u00e7\u00e3o \u2013 que foi indispens\u00e1vel para que toda essa inestim\u00e1vel troca de ideias ocorresse com tanto vigor.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_4222\" aria-describedby=\"caption-attachment-4222\" style=\"width: 425px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4222 aligncenter\" src=\"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/b80_a11a.jpg\" alt=\"Sedes Boletim 80\" width=\"425\" height=\"239\" srcset=\"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/b80_a11a.jpg 425w, https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/b80_a11a-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4222\" class=\"wp-caption-text\">Os desafios de traduzir Ferenczi, com Cristina Petry, Sergio Gomes, Claudia Berliner, Paulo S\u00e9rgio de Souza Jr. Foto de Renata Cromberg.<\/figcaption><\/figure>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_4223\" aria-describedby=\"caption-attachment-4223\" style=\"width: 425px\" class=\"wp-caption aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-4223\" src=\"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/b80_a11b.jpg\" alt=\"Sedes Boletim 80\" width=\"425\" height=\"371\" srcset=\"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/b80_a11b.jpg 425w, https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-content\/uploads\/2026\/09\/b80_a11b-300x262.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 425px) 100vw, 425px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-4223\" class=\"wp-caption-text\">Os desafios de traduzir Freud, com Andr\u00e9 Carone, Claudia Berliner, Ernani Chaves. Foto de Cristina Petry.<\/figcaption><\/figure>\n<p style=\"text-align: left;\">__________<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref1\" name=\"_ftn1\">[1]<\/a> Psicanalista, membro do Departamento de Psican\u00e1lise do Instituto Sedes Sapientiae, em nome da Comiss\u00e3o Organizadora do evento.<\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref2\" name=\"_ftn2\">[2]<\/a> A grava\u00e7\u00e3o deste evento est\u00e1 dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/youtu.be\/-kuDKqjmfz0?si=gSDsYwXwUlSGipFT\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/youtu.be\/-kuDKqjmfz0?si=gSDsYwXwUlSGipFT<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref3\" name=\"_ftn3\">[3]<\/a> Traduzir Freud, com Paulo C\u00e9sar de Souza. V\u00eddeo dispon\u00edvel em: <a href=\"https:\/\/youtu.be\/TFfAPy_eQzc?si=9Nl2EYN4mj_zyEEf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/youtu.be\/TFfAPy_eQzc?si=9Nl2EYN4mj_zyEEf<\/a>. <em>Traduzir Freud: encontro com Paulo C\u00e9sar de Souza <\/em>foi mat\u00e9ria de autoria de Vera Maier Dayan e Nelson da Silva Jr., publicada no <strong>Boletim <\/strong><span style=\"color: #a21212;\"><strong>on<\/strong><\/span><strong>line<\/strong> 12, abril de 2010, dispon\u00edvel aqui: <a href=\"https:\/\/www.sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/index.php?apg=b_visor&amp;pub=12&amp;ordem=4&amp;origem=abertas&amp;itema=25\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">https:\/\/www.sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/index.php?apg=b_visor&amp;pub=12&amp;ordem=4&amp;origem=abertas&amp;itema=25<\/a><\/p>\n<p><a href=\"#_ftnref4\" name=\"_ftn4\">[4]<\/a> Vale a leitura de resenha recentemente publicada pelo palestrante do evento Andr\u00e9 Carone na revista Percurso.\u00a0 Texto de Andr\u00e9 Carone \u201cA tradu\u00e7\u00e3o no meio do caminho\u201d, Percurso (76): 145-148. Atualmente apenas dispon\u00edvel na vers\u00e3o impressa da revista.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Interpretar, decifrar, traduzir. Di\u00e1logos sobre o trabalho do tradutor e da tradu\u00e7\u00e3o no campo psicanal\u00edtico.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"pmpro_default_level":"","footnotes":""},"categories":[8],"tags":[132,400],"edicao":[397],"autor":[311],"class_list":["post-4239","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-noticias-do-departamento","tag-eventos","tag-traducao-em-psicanalise","edicao-boletim-80","autor-marina-bialer","pmpro-has-access"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4239","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=4239"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4239\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":4240,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/4239\/revisions\/4240"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=4239"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=4239"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=4239"},{"taxonomy":"edicao","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/edicao?post=4239"},{"taxonomy":"autor","embeddable":true,"href":"https:\/\/sedes.org.br\/Departamentos\/Psicanalise\/boletimonline\/wp-json\/wp\/v2\/autor?post=4239"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}