O EPW-SP é um espaço de estudo, pesquisa e clínica inspirado na obra de Donald Woods Winnicott (1896-1971) e autores afinados com seu pensamento.

É composto por núcleos de trabalhos denominados ESPAÇOS. Cada um deles desenvolve atividades específicas com dinâmicas e interesses próprios, abrindo possibilidades de participação aos interessados em aprofundar conhecimentos no campo da psicanálise.

Para conhecer as atividades de cada ESPAÇO, clique em cada aba do menu principal e, caso tenha interesse, entre em contato com os representantes.


Quem Somos

O EPW-SP é composto por profissionais de diversas áreas interessados no estudo do pensamento e clínica de Winnicott.

Foi fundado em 1999 por Afrânio de Matos Ferreira e Magaly Miranda Marconato Callia no Departamento de Psicanálise com Crianças do Instituto Sedes Sapientiae.

Em 2021, tornou-se um grupo independente passando a se chamar EPW-SP - Espaço Potencial Winnicott: Estudo e Pesquisa em Psicanálise.

Ao longo destes 22 anos, temos diversificado nossas ações, ampliado espaços de trabalho, participado de simpósios, congressos e promovido interlocuções e cursos em outras instituições, dentro e fora do estado de São Paulo.


Membros


Contato

e-mail: epwinnicott.sp@gmail.com

Secretaria do Instituto Sedes Sapientiae: (11) 3866-2730


 

GRUPO DE ESTUDOS EPW

Objetivos:  Realizado de forma horizontal, o grupo visa ao aprofundamento da obra de Winnicott, de autores do Grupo Independente da Sociedade Britânica de Psicanálise e seus comentadores, além de estudiosos contemporâneos que com eles dialogam. Buscamos aprimorar a experiência clínica em psicanálise em suas diversas áreas de atuação, promovendo a interlocução entre diversos profissionais e incentivando a produção e divulgação de trabalhos teóricos e clínicos relacionados ao pensamento dos autores de interesse.

Público-alvo: profissionais da área da saúde afinados com a obra de Winnicott

Dias e Horários: os encontros acontecem nas primeiras e terceiras quartas-feiras do mês (março a junho e agosto a novembro), das 12h00 às 13h30, na sede do Instituto Sedes Sedes Sapientiae ou online.

Nº de vagas: 30

Inscrição: apresentação de uma carta de intenção, currículo resumido e indicação de um membro do EPW-SP. Enviar para epwinnicott.sp@gmail.com

Representantes: Afrânio de Matos Ferreira, Fernanda Salomão, Luciana Godoy


CURSO DE APERFEIÇOAMENTO WINNICOTT: EXPERIÊNCIA E PENSAMENTO

Para acessar informações do curso, clique aqui...

Carta Convite para o curso

INTERLOCUÇÕES

Objetivos: Criado em 2009, o Interlocuções proporciona a troca de experiências e o aprofundamento dos estudos sobre a obra de Winnicott, bem como outros autores de referência entre os membros do Sedes e de outras instituições.

Sempre muito ricos pela diversidade de temas e profissionais convidados, os encontros debatem trabalhos clínicos e/ou teóricos de relevância para a reflexão e o desenvolvimento do campo psicanalítico.

Público-alvo: Aberto a todos os interessados.

Dias e horários: São realizados quatro encontros anuais que acontecem bimensalmente às quartas-feiras, das 12 às 14 horas, no auditório do Instituto Sedes Sapientiae.

Comissão Organizadora: Alice Warschauer, Angela May, Lilian Finkelstein, Lygia Vampré Humberg (representante) e Mônica Lazzarini F. Valente


INTERLOCUÇÃO INTERNA

Destinado aos próprios membros, este é um espaço de discussão de trabalhos apresentados por eles em jornadas, encontros e congressos, além de outros assuntos que sejam de interesse do grupo. É um encontro íntimo e particular, porém, aberto a convidados dos membros, tendo como objetivo refletir e trocar experiências clínicas e teóricas psicanalíticas.

Público-alvo: membros do EPW-SP

Dias e horários: últimas quartas-feiras de março, maio, setembro e novembro. Para estes encontros a divulgação é interna.

Representante: Patrícia Fraia


 

Em construção...

Vídeos online

 

Publicações

  • A clínica em foco: o destino da dor. Claudia Perrotta, Irmgard B. M. Ferreira e M. Alice Warschauer. Revista Trieb, vol. VII, 2008.
  • A clínica na formação: a experiência de uma rede de atendimento psicanalítico. Lia Pitliuk. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 42, 2009.
  • A constituição da identidade sexual à luz da teoria winnicottiana: reflexões a partir de um caso clínico. Rosa M. Tosta e outros. IV Colóquio de Psicanálise com Crianças: pensando a sexualidade da criança no século XXI, 2016.
  • A correspondência de van Gogh: vida e obra em questão. Luciana Godoy. Mudanças – Psicologia da Saúde. vol. 11 (1), 2003.
  • A fera e sua dor. Ana L. L Cordeiro. Mente & Cérebro, n. 293, 2017.
  • A função do espelho na prática clínica. Ângela May e Mônica Dib. Em Outeiral e outros (orgs) Winnicott: Seminários Paulistas, 2001.
  • A procura de uma intenção comunicativa na ecolalia: estudo de um caso. Mônica Dib. Jornal de Psicanálise, vol 51, n. 94, 2018.
  • A psicossomática na psicanálise: um estudo da doença de Crohn. Em Associação Brasileira de Candidatos (org) Construções II- Psicanálise e Sustentabilidade, 2011.
  • A vida maquínica em análise. Lia Pitliuk. Em Thé,  e outros (orgs). O gesto espontâneo em 90 trabalhos, 2019.
  • A vivência da relação amorosa em adolescentes com doenças crônicas: o amor segundo jovens com câncer. Rosa M. Tosta e outros. São Paulo: Fundação Juscelino Kubitscheck, v. 1, 2016.
  • Abuso sexual infantil, trauma e depressão na vida adulta: reflexões para a prática clínica. Rosa M. Tosta e outros. Em Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 2021.
  • Adicto às compras numa sociedade consumista. O que pensar? Rosa M. Tosta. Em Melgaço e outros (orgs) Winnicott: integração e diversidade, 2018.
  • Algumas ideias de Winnicott sobre o trauma e suas manifestações na clínica. Rosa M. Tosta e outros. Boletim – Academia Paulista de Psicologia, v. 39, 2019.
  • Algumas observações sobre a relação entre a falta de holding na sociedade contemporânea e o desenvolvimento de personalidades aditivas. Lygia Humberg. Em Sigal e outros (orgs) Colóquio freudiano - teoria e prática da psicanálise freudiana, 2001.
  • Alguns olhares sobre os conceitos de elementos feminino/masculino puros de Winnicott. Luciana Godoy, Silvia Lobo e outros. Em Outeiral e outros (orgs) Seminários Paulistas, 2001.
  • Brincando na Internet: notas sobre o modo borderline de viver. Lia Pitliuk. Rabisco – Revista de Psicanálise, vol. 4 (2), 2014.
  • Budapeste – em busca de um verdadeiro self. Angela May e outros. Em Outeiral e outros (orgs), Winnicott: Seminários Brasileiros, 2005.
  • Ceifar, semear – a correspondência de van Gogh. Luciana Godoy. 2002.
  • Ceifar e semear – a construção de um método para estudo da auto-imagem de van Gogh em sua correspondência. Dissertação de mestrado na USP, 2000.
  • Clínicas do testemunho na elaboração do traumático. Rosa M. Tosta e outros. Psicologia revista, v. 30, 2021.
  • Como se conversa? Aproximações, conexões e apoios. Lucila J. M. Gonçalves. Ide revista de Psicanálise e Cultura, v.39, n. 63, 2017.
  • Conceito da posterioridade à luz da teorização do desejo e da repressão primeva. Angela May e outros. Boletim Formação em Psicanálise, vol III, n. 1, 1994.
  • Consultas terapéuticas: fenómenos curativos y salud. Rosa M. Tosta. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, v. 20, 2017.
  • Conto literário Venha ver o pôr-do-sol: uma análise psicanalítica. Lygia Humberg e outros. Conscientiae Saúde, 9(2), 2010.
  • Corpo do artista e corporeidade na criatividade. Ana C. Gomes e Angela May. Revista Rabisco, Vol 6, n. 1, 2016.
  • Criatividade: Igor Stravinsky e Marion Milner. Ana C. Gomes. Revista Rabisco, n. 1 vol 2, 2012.
  • Das consultas terapêuticas à consulta conjunta: contribuições de Winnicott à prática do apoio matricial. Gustavo Vieira e outros. Ciência & Saúde Coletiva, v. 27, n. 5, 2022.
  • Debate clínico: o caso Vera. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 66, junho de 2021.
  • Dependência do vínculo: uma releitura do conceito de co-dependência. Lygia Humberg. Dissertação de mestrado na USP, 2004.
  • Desamparo e trauma – transferência e contratransferência. Luciana Godoy e outros. 2003.
  • Descobri que posso sorrir. Afrânio de M Ferreira. Em Outeiral e outros (orgs) Seminários Paulistas, 2001.
  • Doença de Crohn e repercussões emocionais: um estudo clínico. Denise A. Steinwurz. Dissertação de mestrado na PUC-SP, 2007.
  • Doença de Crohn e retocolite: abordagem psicanalítica de fenômenos somáticos. Denise A. Steinwurz. Revista Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre, vol.18 (1), 2016. Também publicado em Béjar (org) Dor psíquica, dor corporal: uma abordagem multidisciplinar, 2017.
  • Donald Woods Winnicott - um olhar sobre sua vida e obra. Afrânio M. Ferreira. Em Ferreira (org) Espaço potencial Winnicott – diversidade e interlocução, 2007.
  • Dor no corpo, dor psíquica: diálogo necessário na compreensão de um paciente com Crohn. Denise A. Steinwurz . Em Mello e outros (orgs) Des-amparo e a mente do analista, 2018.
  • Dormindo com a inimiga: imaginário machista em tempos de Covid-19. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Pesquisas e práticas psicossociais, n. 2, p. 1, 2021.
  • Driblando o óbvio: a agressividade no paradoxo da criação. Luciana Godoy e outros. Em Sucar e outros (orgs) Winnicott: Ressonâncias, 2012.
  • Encontros com o/no/através do... computador: um assunto para a psicanálise? Lia Pitliuk. Em Psicologia e informática: desenvolvimento e progresso, 2005.
  • Entre culturas – a importância do psicólogo nas equipes de saúde. Lucila J. M. Gonçalves. Índio - história, cultura, política, ano 1, n. 1, 2019/2020.
  • Escola sem partido e ideologia de gênero: reflexões sobre a educação e a luta pela construção de uma sociedade justa. Lucila J. M. Gonçalves e outros. Revista Gestão & Políticas Públicas, 9(1), 2019.
  • Especificidades da clínica psicanalítica com crianças: uma diversidade de olhares. Afrânio M. Ferreira e outros. Em Gueller e outros (orgs) Psicanálise com Crianças - perspectivas teórico-clínicas, 2008.
  • Espirais da criação - auto-imagem do artista moderno na correspondência de van Gogh. Luciana Godoy. Tese de doutorado na USP, 2006.
  • Ética do cuidado. Lygia Humberg e outros. A Folha de São Paulo. Tendências e Debates, 2014.
  • Holding possível e impossível e suas implicações na clínica. Angela May. Revista Rabisco, vol 3, n. 1, 2013.
  • Imagem-existência: o jogo de rabiscos com uma paciente adulta. Luciana Godoy. Em Outeiral e outros (orgs)  Winnicott: Seminários Paulistas, 2001.
  • Imagens do sentir (De que cor será sentir? Método psicanalítico na psicose). Luciana Godoy. Percurso – Revista de Psicanálise. ano XXXI, 2018.
  • Imaginário de profissionais de saúde sobre mães de bebês disponíveis para serem adotados. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Psicologia em Revista (online), v. 25, 2020.
  • Imaginários de mulheres que sofreram perda gestacional. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Estilos da Clínica, v. 25, 2020.
  • Interdisciplinaridade na clínica das desorganizações. Ana L. L Cordeiro e outros. Em Psicanálise e Psicossomática, 2015.
  • Interpretação na clínica psicanalítica com crianças. Lia Pitliuk. Em Gueller e outros (orgs) Psicanálise com Crianças - perspectivas teórico-clínicas, 2008.
  • Investigação de representações sociais. Tania M. J. A. Vaisberg. Em Formas lúdicas de investigação em psicologia - procedimento de desenhos-estórias e procedimentos de desenhos de família com estórias, 2020.
  • Kafka, Winnicott e a boneca viajante: perder, narrar, resgatar. Claudia Perrotta e outros. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, V. 17, n. 4, 2014. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v17n4/1415-4714-rlpf-17-04-00943.pdf
  • La problématique du jeu dans les groupes opératifs. Gustavo Vieira e outros. Em: René Roussillon e outros (orgs). Jeu et médiations thérapeutiques, 2021.
  • Meus hormônios me enlouquecem: investigação psicanalítica com mommy blogs brasileiros. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Psicologia USP, v. 32, 2021.
  • Modos de ser: compondo com Espinosa e Rodulfo. Lia Pitliuk. Em Volich e outros (orgs) Psicossoma III: Interfaces da Psicossomática, 2003.
  • Mulher, mãe e filha cuidadora: imaginários coletivos sobre relações intergeracionais. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Psicologia Clínica, n. 2, 2020.
  • Na fronteira – das relações de cuidado em saúde indígena. Lucila J. M. Gonçalves, 2011.
  • O adolescente, o analista e o grupo. Afrânio M. Ferreira. Em Ferreira e outros (orgs)  A presença de Winnicott no viver criativo – diversidade e interlocução, 2009.
  • O campo e o capim: investigações sobre o sonhar nos Kamaiurá. Lucila J. M. Gonçalves. Tese de doutorado na USP, 2019.
  • O elemento onírico na poética de Shōji Ueda. Maria Ivette Job (Ivy Job). Do transtemporal ao espacial na arte japonesa: conceitos estéticos, 2021. Disponível em: https://geaa.art.br/producao/producao-cientifica/livros/conceitos-esteticos-geaa/
  • O fazer do pesquisador e a pesquisa psicanalítica. Rosa M. Tosta. Em Tosta e outros (orgs)  Pesquisas em psicologia clínica: contexto e desafios, 2019.
  • O lugar da esperança nas consultas terapêuticas de Winnicott: uma perspectiva clínico-institucional. Gustavo Vieira e outros. Em: Ivonise Motta e outros (orgs). Esperança e contextos da saúde, 2021.
  • O manejo na terapia fonoaudiológica em um caso de linguagem escrita. Claudia Perrotta e outros. Revista Distúrbios da Comunicação, v. 19 (3), 2007.
  • O sintoma corporal infantil no contexto familiar: reflexão sobre um caso clínico. Rosa M. Tosta. Em Ferreira e outros (orgs) A presença de Winnicott no viver criativo: diversidade e interlocução, 2009.
  • O trabalho terapêutico fonoaudiológico com a linguagem escrita: considerações sobre a visitação a gêneros discursivos. Claudia Perrotta e outros. Revista Distúrbios da Comunicação, Vol. 16 (2), 2004.
  • O universo de Terabithia: imaginação, sonho e objetos culturais como possibilidades de trânsito da realidade psíquica à realidade compartilhada. Claudia Perrotta e outros. Psicologia Revista, v. 26, n.1, 2017. Disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/psicorevista/article/view/30266
  • Onde está a criança? Um caso de amadurecimento precoce e falso self. Rosa M. Tosta e outros. Boletim – Academia Paulista de Psicologia, v. 37, 2017.
  • Os princípios das consultas terapêuticas como parâmetros para a clínica winnicottiana. Rosa M. Tosta. Em Outeiral e outros (orgs) Winnicott. Seminários Cearenses, 2012. Também publicado em Rabisco – Revista de Psicanálise, v. 2, 2012.
  • Marty e D. W. Winnicott: onde suas ideias se encontram. Ana L. L. Cordeiro. TramaRevista de Psicossomática Psicanalítica, n. 2, 2020.
  • Pássaro colorido com asas e corpo ferido. Ana C. Gomes e Angela May.  Revista Rabisco, Vol 4, n. 1, 2014.
  • Pensando com Winnicott: e o pai? Lia Pitliuk e outros. Rabisco – Revista de Psicanálise, vol. 6, n. 1, 2016.
  • Ponte. Lucila J. M. Gonçalves. 2018.
  • Praias da memória: tragicidade e beleza de uma montagem iconográfica do Tokyo Photographic Art Museum. Maria Ivette Job (Ivy Job) e outros. Revista Ide: psicanálise e cultura, vol. 42 (70), 2020.
  • Prefácio. Lia Pitliuk, em Psicanálise com crianças em tempos de pandemia – a clínica online. Ed. Artes e Ecos, 2021
  • Processos criativos no espaço terapêutico da escrita: um diálogo com D. W. Winnicott, Clare Winnicott e Marion Milner. Cláudia Perrotta. Tese de doutorado na PUC-SP, 2014. Disponível em https://tede2.pucsp.br/handle/handle/15355.
  • Psicologia e povos indígenas: encontros na encruzilhada. Lucila J. M. Gonçalves. Em Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (org) Psicologia e povos indígenas: a procura do bem viver, 2016.
  • Psicologia e povos indígenas: uma experiência e algumas reflexões acerca do lugar do psicólogo. Lucila J. M. Gonçalves. Em Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (org), Psicologia e povos indígenas, 2010.
  • Psicopatologia da transicionalidade: em busca de uma raiz comum às diversas formas de adicção. Rosa M. Tosta e outros. 29º Congresso Latino Americano de Psicanálise, 2012.
  • Quando uma mulher tem seu bebê internado numa UTI neonatal. Em Alonso e outros (orgs) Corpos, sexualidades, diversidade, 2016.
  • Quero comer não, mãe: considerações sobre anorexia nervosa. Lygia Humberg e outros. Conscientiae Saúde, 6(1), 2007.
  • Rabiscos em transferência: a figurabilidade na clínica psicanalítica. Lia Pitliuk. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 51, 2013.
  • Relacionamentos adictivos. Um estudo psicanalítico. Lygia Humberg. Tese de doutorado na USP, 2014.
  • Relacionamentos adictivos. Vício e dependência do outro. Lygia Humberg, 2016.
  • Robert Mapplethorpe: corpo em exposição. Luciana Godoy. Ide: psicanálise e cultura, 39 (62), 2016.
  • Rumo aos 25 anos de história do programa de educação tutorial (PET/MEC/SESu) na PUC-SP. Rosa M. Tosta e outros. Psicologia Revista, v. 28, 2020.
  • Setting como metáfora dos cuidados maternos: sustentação e gesto na clínica. Rosa M. Tosta. Em Thé e outros (orgs) O gesto espontâneo em 90 trabalhos, 2019.
  • Sobre el padrastro. Lia Pitliuk. Site “Los Rodulfos”. Disponível em http://rodulfos.com/sobre-el-padrastro-por-lia-pitliuk/, 2015.
  • Sobre os conceitos de verdadeiro self e falso self: reflexões a partir de um caso clínico. Gustavo Vieira e outros. Cadernos de Psicanálise (CPRJ), v. 36, 2014.
  • Sonho e corpo no manejo clínico de casos difíceis: leitura winnicottiana. Rosa M. Tosta e outros. Jornal de Psicanálise, v. 53, 2020.
  • Sou singular no plural - considerações sobre o medo ao colapso. Afrânio M. Ferreira. Em Outeiral e outros (orgs), Winnicott: Seminários Brasileiros, 2005.
  • Subjetivações e informática – uma perspectiva psicanalítica. Lia Pitliuk. Em Comparato e outros (orgs) A Criança na Contemporaneidade e a Psicanálise: mentes e mídia: diálogos interdisciplinares, vol II, 2001.
  • Sustentar uma clínica psicanalítica em-linha (online)? Lia Pitliuk. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 64, 2020. Disponível em http://revistapercurso.uol.com.br/index.php?apg=artigo_view&ida=1389&ori=edicao&id_edicao=64
  • Torna-se irmão: o imaginário da criança frente à gravidez materna e à chegada de um irmão. Rosa M. Tosta e outros. Psicologia Revista, v. 27, 2018.
  • Um corpo para chamar de seu. Ana C. Gomes. Em Payá (org) Intercâmbio das Psicoterapias, 2017.
  • Um mal-estar no feminino: contribuição ao estudo sobre o ‘não querer se analisar’. Lia Pitliuk. Em Alonso e outros (orgs), Interlocuções sobre o feminino na clínica, na teoria, na cultura, 2008.
  • Uma ampliação do setting face à exclusão: contribuições de Winnicott para o cuidado clínico em equipe. Gustavo Vieira e outros. Cadernos de Psicanálise (CPRJ), v. 42, 2020.
  • Uma carta... um espaço entre dois. Luciana Godoy. Ide: psicanálise e cultura, 33 (50), 2010.
  • Uma veste para os nossos sonhos: o lugar da cultura no pensamento de Winnicott. Luciana Godoy. Em Ferreira (org) Espaço potencial Winnicott – diversidade e interlocução, 2007
  • Uso de drogas. Existe um porquê? Lygia Humberg. Em Maluf e outros (orgs) Drogas: prevenção e tratamento. O que você queria saber e não tinha a quem perguntar, 2002.
  • Viagem ao deserto do tédio na nau poética: Winnicott e a cartografia da agonia. Ana C. Gomes. Revista Percurso, n. 61, 2018.
  • Vicissitudes do gesto criativo. Afrânio M. Ferreira. Em Thé e outros (orgs) O gesto espontâneo em 90 trabalhos, 2019.
  • Visões de Van Gogh: imagem e auto-imagem. Luciana Godoy. Imaginário, ano XIII/XIV, n. 17/18, 2008.
  • Winnicott e o narcisismo primário: da dependência rumo à independência. Gustavo Vieira. Ed. Juruá, 2020.
  • Winnicott e os desafios da parentalidade. Lia Pitliuk. Em Teperman e outros (orgs) Laço – v. 2 da Coleção Psicanálise & Parentalidade, 2020.

Apresentações

  • A análise online de mães em tempos de covid-19. Rosa M. Tosta e outros. III Simpósio de saúde mental perinatal e da mulher, 2020.
  • A clínica na formação: a experiência de uma rede de atendimento psicanalítico. Lia Pitliuk. Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, 2008.
  • A consulta conjunta entre psicólogo e profissionais de saúde da família: contribuições de Donald Winnicott e René Kaës. Gustavo Vieira e outros. Simpósio de Pesquisa e Extensão do LIPSIC (USP/PUCSP), 2019.
  • A diferença do pai: considerações sobre a função paterna em Winnicott e Roussillon. Gustavo Vieira e Nadja Pinheiro. XVII Colóquio Winnicott Internacional, 2012.
  • A máquina na vida, a vida maquínica e o processo analítico: explorações. Lia Pitliuk. Espaço Potencial Winnicott, 2019.
  • A prática com consultas terapêuticas on-line: a experiência do Espaço Potencial Winnicott - Sedes Sapientiae. Afrânio Ferreira, Ana Cristina Gomes, Angela May e Monica Valente. Pós-graduação da PUC, 2021.
  • À procura de uma intenção comunicativa na ecolalia. Mônica C. Dib. Encontro nacional “Psicanálise, Autismo e Saúde Pública”, 2014.
  • Alienação parental: entre a intervenção clínica e jurídica. Lia Pitliuk. Os movimentos de subjetivação nas configurações familiares atuais, 2011.
  • Aspectos psicológicos do processo do diagnóstico da deficiência auditiva. Mônica Dib. IX Encontro internacional de audiologia, 1994.
  • Brincando na Internet: um caso clínico. Lia Pitliuk. VIII Encontro Brasileiro sobre o pensamento de D. W. Winnicott, 2013.
  • Comer demais: uma conduta anti-social? Lia Pitliuk. IX Encontro Brasileiro sobre o pensamento de D. W. Winnicott, 2014.
  • Considerações teórico-clínicas sobre a angústia e a integração psique-soma em Freud e Winnicott. Gustavo Vieira e outros. XIV Colóquio Winnicott Internacional, 2009.
  • Cuidados ambientais e constituição do narcisismo primário nas obras de Freud e Winnicott. Gustavo Vieira e outros. VIII Jornada de Saúde Mental e Psicanálise da PUCPR, 2013.
  • Desafios e potencialidades da ‘psicanálise online’ – algumas reflexões. Lia Pitliuk. SIG – Sigmund Freud Associação Psicanalítica, 2020.
  • Desmontagens e recomposições familiares na contemporaneidade. Lia Pitliuk.  CEP -Centro de Estudos Psicanalíticos, 2016.
  • El psicoanálisis, el maestro de educación infantil y la constitución psíquica del niño. Rosa M. Tosta e outros. XXIX Encuentro Latinoamericano sobre el pensamiento de D. W. Winnicott, 2021.
  • Encontros com o/no/através do... computador: um assunto para a psicanálise? Lia Pitliuk. II PsicoInfo – Seminário Nacional de Psicologia e Informática, 2003.
  • Gesto espontâneo: alteridade e cultura – A vida maquínica em análise. Lia Pitliuk. XIII Encontro Brasileiro sobre o pensamento de D. W. Winnicott, 2018.
  • Iiro e Winnicott: con-figurações. Lia Pitliuk. VII Encontro Brasileiro sobre o pensamento de D. W. Winnicott, 2012.
  • Interfaces entre o dispositivo de consulta conjunta no SUS e o pensamento de Winnicott: uma releitura do caso Iiro. Gustavo Vieira e outros. II Congresso Brasileiro de Psicanálise das Configurações Vinculares e X Encontro Paulista de Saúde Mental, 2019
  • Interlocuções: a transferência na psicanálise com crianças. Lia Pitliuk. Espaço Potencial Winnicott, 2012.
  • Interlocuções: (Des) subjetivações na era digital, na infância e pela vida afora: e a psicanálise com isso? Lia Pitliuk. Espaço Potencial Winnicott, 2017.
  • Interlocuções entre Winnicott e Balint sobre o estatuto da relação inicial do bebê com o ambiente. Gustavo Vieira e outros. XIX Colóquio Winnicott Internacional, 2014
  • Interpretação na clínica psicanalítica com crianças. Lia Pitliuk. Transferência e interpretação na clínica psicanalítica com crianças: diferentes perspectivas em diálogo, 2008.
  • Jogadicção: primeiras aproximações. Lia Pitliuk. Depto. de Psicanálise da Criança do Instituto Sedes Sapientiae, 2005.
  • Mãe, pai! Estou com medo de dormir na minha cama. Mônica Dib e Angela May. X Encontro sobre o pensamento de D. W. Winnicott, 2015.
  • Modos de ser: compondo com Espinosa e Rodulfo. Lia Pitliuk. III Simpósio de Psicossomática Psicanalítica, 2001.
  • O lugar do pai na relação mãe-bebê: considerações a partir de 'A Família' de Schiele. Gustavo Vieira e outros. XXI Encuentro Latinoamericano sobre el pensamiento de D. W. Winnicott, 2012.
  • O negativo de um positivo: o transtorno psicossomático na clínica de Winnicott. Gustavo Vieira e outros. VII Jornada de Saúde Mental e Psicanálise da PUCPR, 2012
  • O paradoxo da ilusão: considerações sobre o conceito de ilusão nas obras de Freud e Winnicott. Gustavo Vieira. VI Encontro Brasileiro sobre o Pensamento de D. W. Winnicott, 2011.
  • Polimorfismo / perversão / infantil: elementos para um estudo da compulsão alimentar em uma criança. Lia Pitliuk. Colóquio 100 anos de psicanálise com crianças, 2009.
  • Quando indico o AT. Lia Pitliuk. I Congresso Internacional de Acompanhamento Terapêutico, 2006.
  • Reflexões sobre a clínica psicanalítica em-linha. Lia Pitliuk. Universidade Federal do Rio Grande do Sul, 2021.
  • Ser psicanalista hoje - com Winnicott e Bollas. Lia Pitliuk. XXIX Encuentro Latinoamericano sobre el Pensamiento de D. Winnicott, 2021.
  • Subjetivações e Informática – uma perspectiva psicanalítica. Lia Pitliuk. Mentes & Mídia: a criança na era digital, 2000
  • Um eixo para a clínica analítica com crianças. Lia Pitliuk. A Criança e o Mal-Estar Contemporâneo, 2018.
  • Um mal-estar no feminino: contribuição ao estudo sobre o “não querer se analisar”. Lia Pitliuk. Departamento de Psicanálise do Instituto Sedes Sapientiae, 2008.
  • Winnicott e as novas configurações familiares. Lia Pitliuk. X Encontro Brasileiro sobre o pensamento de D. W. Winnicott, 2015.
  • Winnicott e o pai no início de vida do bebê – relatos. Mônica Dib. III Colóquio de psicanálise com crianças, 2014.