O EPW-SP é um espaço de estudo, pesquisa e clínica inspirado na obra de Donald Woods Winnicott (1896-1971) e autores afinados com seu pensamento.

É composto por núcleos de trabalhos denominados ESPAÇOS. Cada um deles desenvolve atividades específicas com dinâmicas e interesses próprios, abrindo possibilidades de participação aos interessados em aprofundar conhecimentos no campo da psicanálise.

Para conhecer as atividades de cada ESPAÇO, clique em cada aba do menu principal e, caso tenha interesse, entre em contato com os representantes.


Quem Somos

O EPW-SP é composto por profissionais de diversas áreas interessados no estudo do pensamento e clínica de Winnicott.

Foi fundado em 1999 por Afrânio de Matos Ferreira e Magaly Miranda Marconato Callia no Departamento de Psicanálise com Crianças do Instituto Sedes Sapientiae.

Em 2021, tornou-se um grupo independente passando a se chamar EPW-SP - Espaço Potencial Winnicott: Estudo e Pesquisa em Psicanálise.

Ao longo destes 22 anos, temos diversificado nossas ações, ampliado espaços de trabalho, participado de simpósios, congressos e promovido interlocuções e cursos em outras instituições, dentro e fora do estado de São Paulo.


Membros


Contato

e-mail: epwinnicott.sp@gmail.com

Secretaria do Instituto Sedes Sapientiae: (11) 3866-2730


 

GRUPO DE ESTUDOS EPW

Objetivos:  Realizado de forma horizontal, o grupo visa ao aprofundamento da obra de Winnicott, de autores do Grupo Independente da Sociedade Britânica de Psicanálise e seus comentadores, além de estudiosos contemporâneos que com eles dialogam. Buscamos aprimorar a experiência clínica em psicanálise em suas diversas áreas de atuação, promovendo a interlocução entre diversos profissionais e incentivando a produção e divulgação de trabalhos teóricos e clínicos relacionados ao pensamento dos autores de interesse.

Público-alvo: profissionais da área da saúde afinados com a obra de Winnicott

Dias e Horários: os encontros acontecem nas primeiras e terceiras quartas-feiras do mês (março a junho e agosto a novembro), das 12h00 às 13h30, na sede do Instituto Sedes Sedes Sapientiae ou online.

Nº de vagas: 30

Inscrição: apresentação de uma carta de intenção, currículo resumido e indicação de um membro do EPW-SP. Enviar para epwinnicott.sp@gmail.com

Representantes: Afrânio de Matos Ferreira, Fernanda Salomão, Luciana Godoy


CURSO DE APERFEIÇOAMENTO WINNICOTT: EXPERIÊNCIA E PENSAMENTO

Para acessar informações do curso, clique aqui...


INTERLOCUÇÕES

Objetivos: Criado em 2009, o Interlocuções proporciona a troca de experiências e o aprofundamento dos estudos sobre a obra de Winnicott, bem como outros autores de referência entre os membros do Sedes e de outras instituições.

Sempre muito ricos pela diversidade de temas e profissionais convidados, os encontros debatem trabalhos clínicos e/ou teóricos de relevância para a reflexão e o desenvolvimento do campo psicanalítico.

Público-alvo: Aberto a todos os interessados.

Dias e horários: São realizados quatro encontros anuais que acontecem bimensalmente às quartas-feiras, das 12 às 14 horas, no auditório do Instituto Sedes Sapientiae.

Comissão Organizadora: Alice Warschauer, Angela May, Lilian Finkelstein, Lygia Vampré Humberg (representante) e Mônica Lazzarini F. Valente


INTERLOCUÇÃO INTERNA

Destinado aos próprios membros, este é um espaço de discussão de trabalhos apresentados por eles em jornadas, encontros e congressos, além de outros assuntos que sejam de interesse do grupo. É um encontro íntimo e particular, porém, aberto a convidados dos membros, tendo como objetivo refletir e trocar experiências clínicas e teóricas psicanalíticas.

Público-alvo: membros do EPW-SP

Dias e horários: últimas quartas-feiras de março, maio, setembro e novembro. Para estes encontros a divulgação é interna.

Representante: Patrícia Fraia


 
Crédito do Logo Consultas Terapêuticas: Alice Warschaver

Acesse a página do Projeto: https://sedes.org.br/site/clinica-psicologica/projetos-da-e-na-clinica/projeto-consultas-terapeuticas/

MODALIDADE DE ATENDIMENTO: Atendimento psicoterapêutico gratuito no modelo de Consultas Terapêuticas em plataformas de conferência online (Whatsapp, Skype, Zoom, entre outras). O número máximo de sessões é de cinco para cada usuário. O atendimento gratuito será realizado enquanto durar a pandemia.

Objetivo:, Minimizar os sofrimentos relacionados ou desencadeados no cenário pandêmico.

Público-alvo: Voltado inicialmente ao atendimento clínico de profissionais da saúde e seus familiares afetados pela COVID-19, a partir de 2021 estendemos para a população geral.

Inscrição: Preencha a ficha de inscrição completa neste link ( https://consultasterapeuticas.com.br/formulario-inscricao/  ) e aguarde nosso contato.

Terapeutas: Afrânio de Matos Ferreira, Angela May, Alice Warschauer, Ana Cristina Gomes, Ana Luisa Cordeiro, Denise A. Steinwurz, Fernanda Salomão, Lilian Finkelstein, Mônica Lazzarini F. Valente, Patricia Fraia, Viviane Galvão, Tereza Marques de Oliveira, Paulina Ghertman, Maria Teresa Nogueira.

Representantes: Afrânio de Matos Ferreira, Angela May, Ana Cristina Gomes

 
 

Em construção...


  Veja os vídeos online clicando aqui...  

Publicações

  • A clínica em foco: o destino da dor. Claudia Perrotta, Irmgard B. M. Ferreira e M. Alice Warschauer. Revista Trieb, vol. VII, 2008.
  • A clínica na formação: a experiência de uma rede de atendimento psicanalítico. Lia Pitliuk. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 42, 2009.
  • A constituição da identidade sexual à luz da teoria winnicottiana: reflexões a partir de um caso clínico. Rosa M. Tosta e outros. Em IV Colóquio de Psicanálise com Crianças: Pensando a sexualidade da criança no século XXI, 2016.
  • A correspondência de van Gogh: vida e obra em questão. Luciana Godoy. Mudanças – Psicologia da Saúde. vol. 11 (1), 2003.
  • A fera e sua dor. Ana L. L Cordeiro. Mente & Cérebro, n. 293, 2017.
  • A função do espelho na prática clínica. Ângela May e Mônica Dib. Em Outeiral e outros (orgs) Winnicott: Seminários Paulistas, 2001.
  • A procura de uma intenção comunicativa na ecolalia: estudo de um caso. Mônica Dib. Jornal de Psicanálise, vol 51, n. 94, 2018.
  • A psicossomática na psicanálise: um estudo da doença de Crohn. Em Associação Brasileira de Candidatos (org) Construções II- Psicanálise e Sustentabilidade, 2011.
  • A vida maquínica em análise. Lia Pitliuk. Em Thé e outros ( orgs). O gesto espontâneo em 90 trabalhos, 2019.
  • A vivência da relação amorosa em adolescentes com doenças crônicas: o amor segundo jovens com câncer. Rosa M. Tosta e outros. São Paulo: Fundação Juscelino Kubitscheck, v. 1, 2016.
  • Abuso sexual infantil, trauma e depressão na vida adulta: reflexões para a prática clínica. Rosa M. Tosta e outros. Em Gerais: Revista Interinstitucional de Psicologia, 2021.
  • Adicto às compras numa sociedade consumista. O que pensar? Rosa M. Tosta. Em Melgaço e outros (orgs) Winnicott: integração e diversidade, 2018.
  • Algumas ideias de Winnicott sobre o trauma e suas manifestações na clínica. Rosa M. Tosta e outros. Boletim – Academia Paulista de Psicologia, v. 39, 2019.
  • Algumas observações sobre a relação entre a falta de holding na sociedade contemporânea e o desenvolvimento de personalidades aditivas. Lygia Humberg. Em Sigal e outros (orgs) Colóquio freudiano - teoria e prática da psicanálise freudiana, 2001.
  • Alguns olhares sobre os conceitos de elementos feminino/masculino puros de Winnicott. Luciana Godoy, Silvia Lobo e outros. Em Outeiral e outros (orgs) Seminários Paulistas, 2001.
  • Brincando na Internet: notas sobre o modo borderline de viver. Lia Pitliuk. Rabisco – Revista de Psicanálise, vol. 4 (2), 2014.
  • Budapeste – em busca de um verdadeiro self. Angela May e outros. Em Outeiral e outros (orgs), Winnicott: Seminários Brasileiros, 2005.
  • Ceifar, semear – a correspondência de van Gogh. Luciana Godoy. 2002.
  • Ceifar e semear – a construção de um método para estudo da auto-imagem de van Gogh em sua correspondência. Dissertação de mestrado na USP, 2000.
  • Como se conversa? Aproximações, conexões e apoios. Lucila J. M. Gonçalves. Ide revista de Psicanálise e Cultura, v.39, n. 63, 2017.
  • Conceito da posterioridade à luz da teorização do desejo e da repressão primeva. Angela May e outros. Boletim Formação em Psicanálise, vol III, n. 1, 1994.
  • Consultas terapéuticas: fenómenos curativos y salud. Rosa M. Tosta. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, v. 20, 2017.
  • Conto literário Venha ver o pôr-do-sol: uma análise psicanalítica. Lygia Humberg e outros. Conscientiae Saúde, 9(2), 2010.
  • Corpo do artista e corporeidade na criatividade. Ana C. Gomes e Angela May. Revista Rabisco, Vol 6, n. 1, 2016.
  • Criatividade: Igor Stravinsky e Marion Milner. Ana C. Gomes. Revista Rabisco, n. 1 vol 2, 2012.
  • Dependência do vínculo: uma releitura do conceito de co-dependência. Lygia Humberg. Dissertação de mestrado na USP, 2004.
  • Desamparo e trauma – transferência e contratransferência. Luciana Godoy e outros. 2003.
  • Descobri que posso sorrir. Afrânio de M Ferreira. Em Outeiral e outros (orgs) Seminários Paulistas, 2001.
  • Doença de Crohn e repercussões emocionais: um estudo clínico. Denise A. Steinwurz. Dissertação de mestrado na PUC-SP, 2007.
  • Doença de Crohn e retocolite : abordagem psicanalítica de fenômenos somáticos. Denise A. Steinwurz. Revista Psicanálise da Sociedade Brasileira de Psicanálise de Porto Alegre, vol.18 (1), 2016. Também publicado em Béjar (org) Dor psíquica, dor corporal: uma abordagem multidisciplinar, 2017.
  • Donald Woods Winnicott - um olhar sobre sua vida e obra. Afrânio M. Ferreira. Em Ferreira (org) Espaço potencial Winnicott – diversidade e interlocução, 2007.
  • Dor no corpo, dor psíquica: diálogo necessário na compreensão de um paciente com Crohn. Denise A. Steinwurz . Em Mello e outros (orgs) Des-amparo e a mente do analista, 2018.
  • Dormindo com a inimiga: imaginário machista em tempos de Covid-19. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Pesquisas e práticas psicossociais, n. 2, p. 1, 2021.
  • Driblando o óbvio: a agressividade no paradoxo da criação. Luciana Godoy e outros. Em Sucar e outros (orgs) Winnicott: Ressonâncias, 2012.
  • Encontros com o/no/através do... computador: um assunto para a psicanálise? Lia Pitliuk. Em Psicologia e informática: desenvolvimento e progresso, 2005.
  • Entre culturas – a importância do psicólogo nas equipes de saúde. Lucila J. M. Gonçalves. Índio - história, cultura, política, ano 1, n. 1, 2019/2020.
  • Escola sem partido e ideologia de gênero: reflexões sobre a educação e a luta pela construção de uma sociedade justa. Lucila J. M. Gonçalves e outros. Revista Gestão & Políticas Públicas, 9(1), 2019.
  • Especificidades da Clínica Psicanalítica com Crianças: uma diversidade de olhares. Afrânio M. Ferreira e outros. Em Gueller e outros (orgs) Psicanálise com Crianças - perspectivas teórico-clínicas, 2008.
  • Espirais da criação - auto-imagem do artista moderno na correspondência de van Gogh. Luciana Godoy. Tese de doutorado na USP, 2006.
  • Ética do cuidado. Lygia Humberg e outros. A Folha de São Paulo. Tendências e Debates, 2014.
  • Holding possível e impossível e suas implicações na clínica. Angela May. Revista Rabisco, vol 3, n. 1, 2013.
  • Imagem-existência: o jogo de rabiscos com uma paciente adulta. Luciana Godoy. Em Outeiral e outros (orgs)  Winnicott: Seminários Paulistas, 2001.
  • Imagens do sentir (De que cor será sentir? Método psicanalítico na psicose). Luciana Godoy. Percurso – Revista de Psicanálise. ano XXXI, 2018.
  • Imaginário de profissionais de saúde sobre mães de bebês disponíveis para serem adotados. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Psicologia em Revista (online), v. 25, 2020.
  • Imaginários de Mulheres que Sofreram perda Gestacional. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Estilos da Clínica, v. 25, 2020.
  • Interdisciplinaridade na clínica das desorganizações. Ana L. L Cordeiro e outros. Em Psicanálise e Psicossomática, 2015.
  • Interpretação na clínica psicanalítica com crianças. Lia Pitliuk. Em Gueller e outros (orgs) Psicanálise com Crianças - perspectivas teórico-clínicas, 2008.
  • Investigação de representações sociais. Tania M. J. A. Vaisberg. Em Formas lúdicas de investigação em psicologia - procedimento de desenhos-estórias e procedimentos de desenhos de família com estórias, 2020.
  • Kafka, Winnicott e a boneca viajante: perder, narrar, resgatar. Claudia Perrotta e outros. Revista Latinoamericana de Psicopatologia Fundamental, V. 17, n. 4, 2014. Disponível em http://www.scielo.br/pdf/rlpf/v17n4/1415-4714-rlpf-17-04-00943.pdf
  • Meus hormônios me enlouquecem: investigação psicanalítica com mommy blogs brasileiros. Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Psicologia USP, v. 32, 2021.
  • Modos de ser: compondo com Espinosa e Rodulfo. Lia Pitliuk. Em Volich e outros (orgs) Psicossoma III: Interfaces da Psicossomática, 2003.
  • Mulher, mãe e filha cuidadora: imaginários coletivos sobre relações intergeracionais – Tania M. J. A. Vaisberg e outros. Psicologia Clínica, n. 2, 2020.
  • Na fronteira – das relações de cuidado em saúde indígena. Lucila J. M. Gonçalves, 2011.
  • O adolescente, o analista e o grupo. Afrânio M. Ferreira. Em Ferreira e outros (orgs)  A presença de Winnicott no viver criativo – diversidade e interlocução, 2009.
  • O campo e o capim: investigações sobre o sonhar nos Kamaiurá. Lucila J. M. Gonçalves. Tese de doutorado na USP, 2019.
  • O fazer do pesquisador e a pesquisa psicanalítica. Rosa M. Tosta. Em Tosta e outros (orgs)  Pesquisas em psicologia clínica: contexto e desafios, 2019.
  • O manejo na terapia fonoaudiológica em um caso de linguagem escrita. Claudia Perrotta e outros. Revista Distúrbios da Comunicação, v. 19 (3), 2007.
  • O sintoma corporal infantil no contexto familiar: reflexão sobre um caso clínico. Rosa M. Tosta. Em Ferreira e outros (orgs) A presença de Winnicott no viver criativo: diversidade e interlocução, 2009.
  • O trabalho terapêutico fonoaudiológico com a linguagem escrita: considerações sobre a visitação a gêneros discursivos. Claudia Perrotta e outros. Revista Distúrbios da Comunicação, Vol. 16 (2), 2004.
  • O universo de Terabithia: imaginação, sonho e objetos culturais como possibilidades de trânsito da realidade psíquica à realidade compartilhada. Claudia Perrotta e outros. Psicologia Revista, v. 26, n.1, 2017. Disponível em https://revistas.pucsp.br/index.php/psicorevista/article/view/30266
  • Onde está a criança? Um caso de amadurecimento precoce e falso self. Rosa M. Tosta e outros. Boletim – Academia Paulista de Psicologia, v. 37, 2017.
  • Os princípios das consultas terapêuticas como parâmetros para a clínica winnicottiana. Rosa M. Tosta. Em Outeiral e outros (orgs) Winnicott. Seminários Cearenses, 2012. Também publicado em Rabisco – Revista de Psicanálise, v. 2, 2012.
  • P. Marty e D. W. Winnicott: onde suas ideias se encontram. Ana L. L. Cordeiro. TramaRevista de Psicossomática Psicanalítica, n. 2, 2020.
  • Pássaro colorido com asas e corpo ferido. Ana C. Gomes e Angela May.  Revista Rabisco, Vol 4, n. 1, 2014.
  • Pensando com Winnicott: e o pai? Lia Pitliuk e outros. Rabisco – Revista de Psicanálise, vol. 6, n. 1, 2016.
  • Ponte. Lucila J. M. Gonçalves. 2018.
  • Processos criativos no espaço terapêutico da escrita: um diálogo com D. W. Winnicott, Clare Winnicott e Marion Milner. Cláudia Perrotta. Tese de doutorado na PUC-SP, 2014. Disponível em https://tede2.pucsp.br/handle/handle/15355.
  • Psicologia e povos indígenas: encontros na encruzilhada. Lucila J. M. Gonçalves. Em Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (org) Psicologia e povos indígenas: a procura do bem viver, 2016.
  • Psicologia e povos indígenas: uma experiência e algumas reflexões acerca do lugar do psicólogo. Lucila J. M. Gonçalves. Em Conselho Regional de Psicologia de São Paulo (org), Psicologia e povos indígenas, 2010.
  • Psicopatologia da transicionalidade: em busca de uma raiz comum às diversas formas de adicção. Rosa M. Tosta e outros. 29º Congresso Latino Americano de Psicanálise, 2012.
  • Quando uma mulher tem seu bebê internado numa UTI neonatal. Em Alonso e outros (orgs) Corpos, sexualidades, diversidade, 2016.
  • Quero comer não, mãe: considerações sobre anorexia nervosa. Lygia Humberg e outros. Conscientiae Saúde, 6(1), 2007.
  • Rabiscos em transferência: a figurabilidade na clínica psicanalítica. Lia Pitliuk. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 51, 2013.
  • Relacionamentos adictivos. Um estudo psicanalítico. Lygia Humberg. Tese de doutorado na USP, 2014.
  • Relacionamentos adictivos. Vício e dependência do outro. Lygia Humberg, 2016.
  • Robert Mapplethorpe: Corpo em Exposição. Luciana Godoy. Ide: psicanálise e cultura, 39 (62), 2016.
  • Rumo aos 25 anos de história do programa de educação tutorial (PET/MEC/SESu) na PUC-SP. Rosa M. Tosta e outros. Psicologia Revista, v. 28, 2020.
  • Setting como metáfora dos cuidados maternos: sustentação e gesto na clínica. Rosa M. Tosta. Em Thé e outros (orgs) O gesto espontâneo em 90 trabalhos, 2019.
  • Sobre el padrastro. Lia Pitliuk. Site “Los Rodulfos”. Disponível em http://rodulfos.com/sobre-el-padrastro-por-lia-pitliuk/, 2015.
  • Sonho e corpo no manejo clínico de casos difíceis: leitura winnicottiana. Rosa M. Tosta e outros. Jornal de Psicanálise, v. 53, 2020.
  • Sou singular no plural - considerações sobre o medo ao colapso. Afrânio M. Ferreira. Em Outeiral e outros (orgs), Winnicott: Seminários Brasileiros, 2005.
  • Subjetivações e informática – uma perspectiva psicanalítica. Lia Pitliuk. Em Comparato e outros (orgs) A Criança na Contemporaneidade e a Psicanálise: mentes e mídia: diálogos interdisciplinares, vol II, 2001.
  • Sustentar uma clínica psicanalítica em-linha (online)? Lia Pitliuk. Percurso – Revista de Psicanálise, n. 64, 2020. Disponível em http://revistapercurso.uol.com.br/index.php?apg=artigo_view&ida=1389&ori=edicao&id_edicao=64
  • Torna-se irmão: o imaginário da criança frente à gravidez materna e à chegada de um irmão. Rosa M. Tosta e outros. Psicologia Revista, v. 27, 2018.
  • Um corpo para chamar de seu. Ana C. Gomes. Em Payá (org) Intercâmbio das Psicoterapias, 2017.
  • Um mal-estar no feminino: contribuição ao estudo sobre o ‘não querer se analisar’. Lia Pitliuk. Em Alonso e outros (orgs), Interlocuções sobre o feminino na clínica, na teoria, na cultura, 2008.
  • Uma carta... um espaço entre dois. Luciana Godoy. Ide: psicanálise e cultura, 33 (50), 2010.
  • Uma veste para os nossos sonhos: o lugar da cultura no pensamento de Winnicott. Luciana Godoy. Em Ferreira (org) Espaço potencial Winnicott – diversidade e interlocução, 2007
  • Uso de drogas. Existe um porquê? Lygia Humberg. Em Maluf e outros (orgs) Drogas: prevenção e tratamento. O que você queria saber e não tinha a quem perguntar, 2002.
  • Viagem ao deserto do tédio na nau poética: Winnicott e a cartografia da agonia. Ana C. Gomes. Revista Percurso, n. 61, 2018.
  • Vicissitudes do gesto criativo. Afrânio M. Ferreira. Em Thé e outros (orgs) O gesto espontâneo em 90 trabalhos, 2019.
  • Visões de Van Gogh: Imagem e Auto-Imagem. Luciana Godoy. Imaginário, ano XIII/XIV, n. 17/18, 2008.
  • Winnicott e os desafios da parentalidade. Lia Pitliuk. Em Teperman e outros (orgs) Laço – v. 2 da Coleção Psicanálise & Parentalidade, 2020.

 

 

 

 


Vídeos online


 
Share on FacebookTweet about this on Twitter